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Mercado de criptomoedas ganha força após EUA e China reduzirem tarifas comerciais e abrirem caminho para novas negociações; investidores voltam a mirar recordes
Mais um dia, mais uma barreira rompida no caminho dos novos recordes do mercado cripto. Durante a madrugada desta segunda-feira (13), o bitcoin (BTC) chegou a tocar os US$ 105 mil, segundo dados do CoinMarketCap —alívio nas tensões comerciais entre China e Estados Unidos foi o combustível por trás da disparada.
O clima entre as principais criptomoedas do mundo é de otimismo: diversas registram altas de dois dígitos em meio a uma semana que começou com céu aparentemente limpo para os ativos de risco.
O gatilho foi o anúncio de um acordo comercial entre EUA e China, com a declaração de uma trégua de 90 dias na guerra tarifária entre os dois países. A suspensão parcial das tarifas representa uma reversão na escalada que vinha pressionando o comércio global — os EUA haviam imposto tarifas de 145%, enquanto a China reagiu com 125%.
A expectativa é de que essa trégua contribua para reduzir os danos causados nos últimos meses e abra caminho para uma recuperação mais duradoura.
Apesar do otimismo, o humor dos investidores foi rapidamente testado. Após o presidente Donald Trump comentar que “talvez fale com Xi Jinping no final da semana” e reafirmar que as tarifas continuam em 30% — patamar ainda superior ao de quando reassumiu o cargo —, o bitcoin devolveu parte dos ganhos e caiu 1,8% em menos de uma hora.
Por volta das 14h00, o BTC era negociado a US$ 102,8 mil.
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O destaque do dia ficou com o XRP, que saltou 10,40% nas últimas 24 horas e ultrapassou a stablecoin Tether (USDT), tornando-se a terceira maior criptomoeda do mundo em valor de mercado.
O ethereum (ETH) também continua sua recuperação com força: a segunda maior criptomoeda registra alta acumulada de 38,25% nos últimos sete dias.
Confira o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:
| # | Nome (Símbolo) | Preço (USD) | 24h % | 7d % | YTD % | Market Cap (USD) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 102.877,67 | - 1,07% | 9,22% | 10,15% | US$ 2,04 tri |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 2.500,18 | 1,19% | 38,25% | - 24,95% | US$ 301,85 bi |
| 3 | XRP (XRP) | US$ 2,59 | 10,40% | 21,56% | 24,63% | US$ 151,78 bi |
| 4 | Tether (USDT) | US$ 1,00 | 0,00% | 0,01% | 0,20% | US$ 149,98 bi |
| 5 | BNB (BNB) | US$ 666,64 | 2,37% | 11,38% | - 5,64% | US$ 93,92 bi |
| 6 | Solana (SOL) | US$ 175,96 | 3,18% | 21,36% | - 7,01% | US$ 91,41 bi |
| 7 | USDC (USDC) | US$ 1,00 | 0,01% | 0,00% | - 0,01% | US$ 60,45 bi |
| 8 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,24 | 4,33% | 39,05% | - 25,23% | US$ 35,23 bi |
| 9 | Cardano (ADA) | US$ 0,83 | 4,77% | 25,36% | 1-,68% | US$ 29,30 bi |
| 10 | TRON (TRX) | US$ 0,27 | 5,14% | 10,22% | 8,00% | US$ 26,06 bi |
Com o BTC de volta ao patamar dos US$ 100 mil na última semana, os produtos de investimento em criptomoedas e ativos digitais (como fundos, ETFs, etc) registraram a quarta semana consecutiva de entradas positivas, somando US$ 882 milhões em aportes globais, segundo dados da CoinShares.
No acumulado de 2025, os investimentos já somam US$ 6,7 bilhões, se aproximando do pico registrado em fevereiro deste ano, que foi de US$ 7,3 bilhões.
“Acreditamos que o forte aumento tanto nos preços quanto nas entradas é impulsionado por uma combinação de fatores: um aumento global na oferta monetária M2, riscos de estagflação nos EUA e vários estados americanos aprovando o Bitcoin como um ativo de reserva estratégica”, escreveram os analistas da CoinShares.
Mesmo com a suspensão tarifária, novas rodadas de negociação estão no horizonte — o que tende a manter o sentimento positivo no longo prazo, ao menos por enquanto.
Já na quinta-feira (15), os mercados estarão atentos ao depoimento do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, no Congresso dos EUA, onde deve abordar os próximos passos da política monetária americana.
No mesmo dia, serão divulgados os dados do PIB do Reino Unido e da Zona do Euro, fechando a semana com informações-chave sobre o ritmo da economia global.
*Com informações do Money Times
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