🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Acima do teto tem um sótão? Copom chega para mais uma Super Quarta mirando fim do ciclo de alta dos juros

Maioria dos participantes do mercado financeiro espera uma alta residual da taxa de juros pelo Copom na quarta-feira, mas início de cortes pode vir antes do que se imagina

17 de junho de 2025
6:45
gabriel-galipolo-banco-central-copom-bc
O colegiado liderado por Gabriel Galípolo pode elevar a taxa de juros a 15% amanhã. Imagem: Agência Brasil/Canva - Montagem Maria Eduarda Nogueira

A semana começa sob o signo da tensão e da interseção entre múltiplas frentes sensíveis — geopolíticas e monetárias. Em destaque, a aguardada “Super Quarta”, que trará decisões de política monetária nos dois pólos centrais da economia global: Estados Unidos e Brasil. Além deles, outros bancos centrais de peso — Japão, Reino Unido, China e Turquia — também divulgam suas decisões de juros nos próximos dias. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa predominante é de manutenção das taxas em todos os casos, com uma possível exceção para o Brasil, onde ainda não está descartada uma alta residual da Selic, mesmo diante do arrefecimento da atividade.

Mercado espera manutenção dos juros nos EUA

Nos EUA, o Fomc inicia nesta terça-feira (17) sua reunião de dois dias, culminando na quarta com a coletiva do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell.

O mercado dá como certa a manutenção da taxa de juros entre 4,25% e 4,50%, mas a verdadeira expectativa está no tom da mensagem.

Powell será cobrado a entregar mais que um discurso técnico — o mercado quer uma leitura clara sobre como o Fed está ponderando a dicotomia entre uma inflação que teima em não ceder e uma atividade que começa a dar sinais mais evidentes de enfraquecimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O problema: a incerteza dos efeitos da guerra comercial.

Leia Também

O novo sumário de projeções econômicas — o primeiro após a imposição das tarifas do chamado “Dia da Libertação” — tende a ser o grande destaque do evento, com potencial de reancorar ou desalinhar as expectativas para os próximos meses.

Por aqui, o ambiente também não é dos mais tranquilos.

A novela do IOF ganhou novos capítulos, com o governo e o Congresso se engalfinhando em torno de alternativas ao imposto — e a ameaça concreta de um Projeto de Decreto Legislativo capaz de implodir o pacote arrecadatório do Ministério da Fazenda.

Apesar disso, os juros brasileiros ainda elevados seguem como um poderoso atrativo para o capital internacional, especialmente em um cenário global onde o investidor continua faminto por retorno real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um mundo em que a incerteza voltou a ter valor de mercado, o Brasil — com todos os seus tropeços — ainda se apresenta como uma ilha de oportunidade para o dinheiro que busca abrigo e remuneração.

O Brasil continua a ocupar um espaço peculiar no radar dos investidores globais: um país bagunçado, mas com ativos baratos, fluxo técnico positivo e — não menos importante — a promessa de um possível realinhamento político em 2026. Essa combinação disfuncional tem funcionado.

Maior parte do mercado espera alta dos juros no Brasil

A expectativa para esta Super Quarta é de uma última alta residual de 25 pontos-base na Selic, levando a taxa para 15%.

Um número pesado, sobretudo quando já se observam sinais evidentes de esfriamento na atividade econômica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O curioso é que, com uma diretoria majoritariamente dovish — inclinada a estímulos, mais sensível aos dados de crescimento do que aos de inflação — o Banco Central atual teria todos os elementos para interromper o ciclo de alta dos juros.

No último Copom, inclusive, desacelerou o ritmo de alta para 50 pontos-base e adotou um tom mais brando no comunicado, reconhecendo o estágio avançado do aperto.

Ao mesmo tempo, os dados macroeconômicos se mostraram ambíguos.

De um lado, o PIB do primeiro trimestre decepcionou, o IPCA de maio trouxe alívio qualitativo, e os números de indústria e varejo esfriaram em abril.

De outro, o mercado de trabalho segue aquecido e a renda das famílias foi turbinada por estímulos como liberação do FGTS e expansão do crédito consignado. Mas a realidade, como sempre, se impõe.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Discursos recentes mais duros do presidente Gabriel Galípolo, uma inflação ainda incômoda (ainda que menos tóxica do que se temia) e, sobretudo, a desancoragem persistente das expectativas de médio e longo prazo tornam quase inevitável mais um movimento de aperto.

Os preços dos serviços e, em especial, dos serviços subjacentes seguem pressionados, contrariando o desejo de um encerramento precoce do ciclo de alta dos juros.

A condução econômica do governo, em sua tentativa de imprimir crescimento sem abrir mão da popularidade, acabou por sabotar a eficácia da política monetária.

O resultado: uma desaceleração tímida, juros contratados em patamar elevado por mais tempo — e, ironicamente, nenhum ganho político duradouro, já que a popularidade voltou a cair.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os juros vão cair um dia?

Desde o início do atual ciclo de aperto, em setembro de 2024, a Selic já acumulou 425 pontos-base de alta, e, com os 25 pontos esperados nesta semana, pode alcançar a marca simbólica de 15% ao ano.

Ainda que isso represente o fim do ciclo — e tudo indica que sim — o debate se desloca agora para o momento do primeiro corte de juros.

E esse movimento pode não demorar tanto quanto parece: bastaria um sinal sutil, mas claro, de que o Federal Reserve enxerga espaço para cortar juros ainda este ano, mesmo que apenas no final do segundo semestre, para reacender as apostas em uma flexibilização monetária por aqui já na última reunião do ano.

Um cenário que, se confirmado, reforçaria o atual otimismo com ativos de risco no Brasil — mais uma prova de que, no caos ordenado que nos caracteriza, sempre há espaço para esperança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VISÃO 360

A hora da Cigarra: um guia para gastar (bem) seu dinheiro — e não se matar de trabalhar

15 de fevereiro de 2026 - 8:01

Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Zuck está de mudança: o projeto californiano que está deslocando o eixo dos bilionários nos EUA

14 de fevereiro de 2026 - 9:02

Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Por que Einstein teria Eneva (ENEV3) na carteira, balanço de Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e outras notícias para ler antes de investir

13 de fevereiro de 2026 - 8:52

Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje

SEXTOU COM O RUY

Por que Einstein seria um grande investidor — e não perderia a chance de colocar Eneva (ENEV3) na carteira?

13 de fevereiro de 2026 - 6:03

Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Japão como paraíso de compras para investidores, balanços de Ambev (ABEV3), Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e o que mais move a bolsa hoje

12 de fevereiro de 2026 - 8:59

O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Podemos dizer que a Bolsa brasileira ficou cara? 

11 de fevereiro de 2026 - 19:50

Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja se vale a pena atualizar o valor de um imóvel e pagar menos IR e se o Banco do Brasil (BBAS3) já começa a sair do fundo do poço

11 de fevereiro de 2026 - 9:39

Confira as vantagens e desvantagens do Rearp Atualização. Saiba também quais empresas divulgam resultados hoje e o que mais esperar do mercado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O equilíbrio no Japão que afeta o mundo todo, as vantagens do ESG para os pequenos negócios e o que mais move as bolsas hoje

10 de fevereiro de 2026 - 9:30

Veja qual o efeito da vitória da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do Japão nos mercados de todo o mundo

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Entre estímulo e dívida: o novo equilíbrio do Japão após uma eleição que entra para a história

10 de fevereiro de 2026 - 7:11

A vitória esmagadora de Sanae Takaichi abre espaço para a implementação de uma agenda mais ambiciosa, que também reforça o alinhamento estratégico de Tóquio com os Estados Unidos, em um ambiente geopolítico cada vez mais competitivo na Ásia

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

CSN (CSNA3) quer convencer o mercado que agora é para valer, BTG bate mais um recorde, e o que mais move as bolsas hoje

9 de fevereiro de 2026 - 8:39

Veja os sinais que o mercado olha para dar mais confiança ao plano de desalavancagem da holding, que acumulou dívidas de quase R$ 38 bilhões até setembro

TRILHAS DE CARREIRA

O critério invisível que vai diferenciar os profissionais na era da inteligência artificial (IA)

8 de fevereiro de 2026 - 8:00

O que muda na nossa identidade profissional quando parte relevante do trabalho operacional deixa de ser feita por humanos?

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Carnaval abaixo de 0 ºC: os horários e os atletas que representam o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno

7 de fevereiro de 2026 - 9:02

Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Cuidado com o ouro de tolo ao escolher ações; acompanhe a reação ao balanço do Bradesco (BBDC4) e o que mais move a bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 8:45

Veja como distinguir quais ações valem o seu investimento; investidores também reagem a novos resultados de empresas e dados macroeconômicos

SEXTOU COM O RUY

O “lixo” não subiu: empresas pagadoras de dividendos e com pouca dívida devem seguir ditando o ritmo na bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 6:07

Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A difícil escolha entre dois FIIs de destaque, e o que esperar dos resultados de empresas e da bolsa hoje

5 de fevereiro de 2026 - 8:33

As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Bolsa e o trade eleitoral — by the way, buy the whey

4 de fevereiro de 2026 - 20:00

Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda no valor da Direcional (DIRR3) é oportunidade para investir, e Santander tem lucro acima do esperado 

4 de fevereiro de 2026 - 8:38

Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O bloco dos bancos abre o Carnaval das empresas abertas: qual terá a melhor marchinha?

3 de fevereiro de 2026 - 8:36

Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O efeito Warsh: reação à escolha de Trump é um ajuste técnico ou inflexão estrutural?

3 de fevereiro de 2026 - 7:48

Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O custo e os benefícios do fim da escala 6×1 para as PMEs, e os dados mais importantes para os investidores hoje

2 de fevereiro de 2026 - 8:42

As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar