🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

FUNDOS DE HEDGE

O que está derrubando Wall Street não é a fuga de investidores estrangeiros — o JP Morgan identifica os responsáveis

Queda de Wall Street teria sido motivada pela redução da exposição dos fundos de hedge às ações disponíveis no mercado dos EUA

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
24 de abril de 2025
12:06 - atualizado às 13:57
SÓ USO EDITORIAL jp morgan ceo banco ny
Imagem: iStock.com/subman

A fuga de ativos dos Estados Unidos por investidores estrangeiros não é a principal responsável pela recente queda de Wall Street. De acordo com o JP Morgan, a causa real é a redução da exposição dos fundos de hedge às ações disponíveis no mercado norte-americano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O bancão apontou que quando as ações despencaram, foram justamente os investidores de varejo que entraram em cena para aproveitar as ofertas.

A análise consta de nota publicada nessa quarta-feira (23) por uma equipe de estrategistas de mercado global do JP Morgan liderada por Nikoloas Panigirtzoglou.

Eles analisaram os fluxos de fundos para ações no ano e tentaram avaliar qual grupo de investidores foi o principal responsável pela queda do S&P 500 em relação à máxima histórica atingida em meados de fevereiro.

  • LEIA MAIS: O Lifestyle do Seu Dinheiro chegou para te manter atualizado sobre as principais tendências de comportamento e consumo; receba nossa newsletter gratuita

Após os ganhos de quarta-feira, o S&P 500 começou a sessão de hoje 11% abaixo de sua máxima histórica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que acontece em Wall Street

Tem havido muita discussão nos mercados de que o recente desempenho inferior das ações americanas, em comparação com muitas bolsas ao redor do mundo, foi resultado da venda de ativos americanos por investidores globais em resposta às incertezas derivadas da guerra comercial deflagrada por Donald Trump.

Leia Também

No entanto, a equipe do JP Morgan afirmou que "há poucas evidências até o momento de vendas significativas de ações ou títulos americanos por investidores estrangeiros".

Os dados mais recentes do Treasury International Capital, divulgados na semana passada e referentes a fevereiro, mostraram que investidores estrangeiros compraram cerca de US$ 24 bilhões em ações em fevereiro, mais que compensando a saída de US$ 13 bilhões em janeiro, e cerca de US$ 120 bilhões em títulos, segundo o JP Morgan.

Isso não cobre a retração após o pico de 19 de fevereiro de Wall Street. No entanto, informações mais atualizadas mostram que os fundos negociados em bolsa de ações americanos domiciliados fora dos EUA também não registraram vendas líquidas este ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em vez disso, afirmou o JPMorgan, grande parte da venda de ações americanas em 2025 foi impulsionada por fundos de hedge focados em ações, tanto discricionários quanto aqueles com inclinação para negociação algorítmica, que se desfizeram de cerca de US$ 750 bilhões em ações no acumulado do ano.

“Outro fator importante foram os fundos de hedge impulsionados pelo momento, como os CTAs, que se desfizeram de posições compradas elevadas que detinham em meados de fevereiro e passaram a posições vendidas elevadas no início de abril. Estimamos que suas vendas tenham chegado a cerca de US$ 450 bilhões”, disse o JPMorgan.

O banco afirma ter notado o que chama de "grande impulso negativo" por parte de grandes investidores em relação aos contratos futuros do S&P 500 e do Nasdaq 100, e que o interesse a descoberto no ETF SPY, um indicador do S&P 500, teve um aumento considerável desde as mínimas do início de 2025.

Rotação no mercado de ações

Além disso, "houve um aumento notável no interesse a descoberto de empresas menores em termos de ações subjacentes no índice S&P [500], consistente com o papel fundamental desempenhado pelos fundos de hedge na correção do mercado acionário dos EUA", acrescentaram os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O JPMorgan acredita que parte, mas não toda, das vendas de ações americanas por fundos de hedge reflete uma rotação para ações europeias e chinesas em detrimento de Wall Street.

"No entanto, grande parte da venda de ações americanas por fundos de hedge no acumulado do ano provavelmente reflete uma ampla redução de risco, em vez de uma rotação para ações de outras regiões", acrescentam.

Ao contrário dos fundos de hedge, observou o JPMorgan, os investidores de varejo americanos continuaram a comprar ETFs de ações nacionais, com compras líquidas em torno de US$ 50 bilhões por mês, com pouca interrupção.

Dito isso, eles observam que, em relação aos ativos sob gestão, também houve um crescimento significativo nas compras de ETFs de ações europeias — como o Vanguard FTSE Europe ETF VGK.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do MarketWatch.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar