Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

VOLATILIDADE CRESCENTE

Embraer (EMBR3) não é a única a sofrer com as tarifas de Trump: as ações mais impactadas pela guerra comercial e o que esperar da bolsa agora

A guerra comercial chegou ao Brasil e promete mexer com os preços e a dinâmica de muitas empresas brasileiras; veja o que dizem os analistas

Camille Lima
Camille Lima
10 de julho de 2025
10:26 - atualizado às 12:10
bolsa brasileira ações ibovespa investimentos small caps
Imagem: Shutterstock

Enquanto boa parte da Faria Lima aproveitava uma pausa merecida na última quarta-feira (9), Donald Trump pegou os investidores de surpresa após o fechamento do pregão com o anúncio de novas tarifas. A guerra comercial, que até então parecia distante, chegou ao Brasil — e deve pesar sobre as ações locais nesta sessão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A iminente sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros — a maior taxa aplicada a um país até o momento na atual rodada de tarifas — está prevista para entrar em vigor em 1º de agosto e promete mexer com os preços e a dinâmica de muitas empresas brasileiras.

A expectativa é que os ativos brasileiros no geral sintam o peso da nova dinâmica e das incertezas inicialmente.

Porém, quem deve sofrer mesmo a longo prazo são as grandes exportadoras brasileiras. Isso inclui especialmente as gigantes de bens de capital, mas algumas petroleiras e frigoríficos também podem ser atingidos de raspão.

Embraer (EMBR3): a mais afetada pelas tarifas de Trump

A Embraer (EMBR3), que possui 60% de seu faturamento nos Estados Unidos, é vista como a maior afetada pelas tarifas de Trump. Não à toa, as ações chegaram a cair mais de 7% na abertura do pregão antes de entrarem em leilão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A fabricante de aeronaves pode sofrer impactos caso tenha que arcar integralmente com a sobretaxa de 50% sem conseguir repassar o aumento ao consumidor final. 

Leia Também

Para a XP Investimentos, o impacto potencial sobre o Ebitda da Embraer poderia ser significativo, com uma redução de 14% a 15% para cada aumento de 10% na tarifa, em virtude de sua operação de montagem final dos jatos executivos nos EUA. 

Há também um potencial impacto indireto na demanda dos jatos E1 em meio a um ambiente inflacionário para as aeronaves, com riscos de adiamento de entregas caso as companhias aéreas tentem evitar tais sobretaxas.

“Embora vejamos o anúncio de Trump principalmente como uma potencial barganha, esperamos que a preocupação dos investidores permaneça alta, dado o impacto potencial significativo que uma tarifa de importação de 50% sobre produtos brasileiros implicaria para a Embraer”, escreveram os analistas da XP. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A XP possui recomendação neutra para a Embraer, com potencial revisão negativa (downside) em relação às estimativas de consenso se as tarifas permanecerem mais altas em relação ao previsto.

Por sua vez, o UBS BB prevê impacto de aproximadamente US$ 70 milhões nos custos da Embraer e de 13% na margem financeira de 2026 para cada aumento de 10% na tarifa. Isso assumindo impacto apenas sobre jatos executivos, que têm 75% das vendas totais para os EUA.

Outras ações que podem sofrer com as tarifas de Trump

Outras empresas também devem ser atingidas pelas novas tarifas, embora com impactos menores. 

A WEG (WEGE3), por exemplo, tem cerca de 25% de sua exposição voltada para os Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, os EUA se tornaram uma fonte chave de crescimento e lucratividade da "fábrica de bilionários da B3" nos últimos anos, principalmente impulsionada pela expansão no setor de infraestrutura energética, incluindo transformadores.

A empresa, no entanto, tem uma produção bem distribuída entre o Brasil, EUA e México, o que pode ajudar a mitigar os impactos negativos. 

Contudo, como grande parte de sua exportação envolve transformadores — com uma demanda global crescente —, o impacto deve ser mais limitado.

"Acreditamos que as tarifas e os riscos geopolíticos podem pesar nas ações da Embraer e da WEG no curto prazo, ou pelo menos trazer alguma clareza política à relação entre os dois países", escreveu o BTG Pactual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O UBS BB aponta que a WEG poderia ter um impacto negativo de até 0,7 ponto percentual na sua margem. 

Além de WEG e Embraer, outras empresas de bens de capital sofrem com a sobretaxa de Trump

Ainda no setor de bens de capital, o Itaú BBA prevê um impacto negativo de até 14% das receitas para a Tupy (TUPY3). Porém, a empresa poderia mitigar parte do efeito negativo ao transferir a produção para o México, onde já possui capacidade ociosa, além de repasses de preços em contratos.

A Mahle Metal Leve (LEVE3) também está na lista de potenciais prejudicadas, já que em torno de 10% da receita vem dos EUA, com produtos fabricados no Brasil. Nesse caso, porém, a empresa não possui flexibilidade para realocar produção, já que a fábrica na Argentina não produz os mesmos componentes.

Outras ações como Iochpe-Maxion (MYPK3) e Marcopolo (POMO4) teriam um impacto neutro, segundo os analistas. Isso porque, embora tenha exposição à América do Norte, a produção da companhia é, em grande parte, realizada no México e nos EUA, o que deve reduzir os efeitos da nova tarifa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Qual o impacto para as ações de commodities?

De olho nas petroleiras e mineradoras

No caso das empresas de commodities, como as petroleiras, a reação pode ser menos significativa. Embora o Brasil dependa de importações dos EUA para derivados de petróleo e gás natural, muitos desses fluxos podem ser redirecionados para outros mercados. 

É por isso que a Petrobras (PETR4) seria pouco afetada, uma vez que apenas 4% do petróleo exportado foi para os EUA no primeiro trimestre.

Já a Prio (PRIO3) possui uma exposição maior, com cerca de 13% da receita vinda dos EUA, segundo o Bradesco BBI. Mesmo assim, o banco destaca que a empresa tem capacidade de redirecionamento. Também não está claro se o petróleo cru está incluído nas novas tarifas.

No caso de empresas como a Braskem (BRKM5), a XP vê como oportunidade a alta no preço das resinas plásticas e sua maior participação no mercado nacional, diante de um cenário de tarifas elevadas e de retaliação pelo governo brasileiro, segundo a XP.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As empresas de aço já estavam sujeitas a uma tarifa setorial de 50% e provavelmente não serão mais afetadas pela nova medida. Isso limita impactos diretos nos lucros das siderúrgicas.

Uma lupa sobre o agronegócio

Já para a maioria das empresas do agronegócio, os produtos são menos relevantes nas importações dos EUA.

O BTG destaca a Jalles Machado (JALL3), que cerca de 50% das suas exportações de açúcar orgânico direcionadas para os EUA, correspondente a 5% da receita total.

No setor de alimentos, as exportações para os EUA representam apenas 2% e 5% das receitas da Marfrig (MRFG3) e Minerva (BEEF3), respectivamente. Enquanto isso, a BRF (BRFS3) e a JBS praticamente não têm exposição, o que mantém os impactos financeiros bem contidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, uma tarifa de 50% tornaria as exportações de carne bovina do Brasil para os EUA praticamente inviáveis, de acordo com o BTG.

É por isso que a Minerva é vista pela XP como a mais diretamente impactada entre as gigantes das proteínas, uma vez que aproximadamente 15% de suas receitas brutas dos últimos 12 meses foram geradas por exportações para os EUA.

"Apesar de acreditarmos que a companhia será capaz de redirecionar volumes para outros mercados, isso provavelmente ocorrerá em detrimento das margens", escreveram os analistas.

A Minerva embarcou cerca de R$ 800 milhões em estoques para os EUA no 1T25, que podem se beneficiar de preços mais altos após a tarifa. Mas a XP avalia que provavelmente não o suficiente para compensar totalmente a possível queda de volume.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Minerva afirmou nesta quinta-feira que a nova política tarifária do mercado norte-americano pode ter um impacto potencial máximo de cerca de 5% da receita líquida da companhia.

Ação da Suzano (SUZB3) sofre com novas tarifas

Segundo os analistas, o setor de celulose se destaca como um dos mais expostos às novas tarifas dos EUA. Porém, o impacto não é uniforme entre as empresas e há a possibilidade de redirecionamento dos fluxos.

A Klabin (KLBN11) parece estar em grande parte protegida, com menos de 5% de sua receita proveniente dos EUA, o que sugere um impacto mínimo. Já a Suzano (SUZB3) está mais exposta, com cerca de 15% de sua receita vinda dos Estados Unidos, segundo os analistas.

Para o Goldman Sachs, a Suzano é uma das maiores vítimas das tarifas anunciadas por Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Sua exposição relativamente alta aos EUA, com 19% das vendas líquidas totais, é grande demais para ser facilmente redirecionada para outras regiões e exigiria um esforço comercial e logístico significativo, além de potenciais pressões de preços no processo", escreveram os analistas.

Além disso, o banco avalia que a empresa também possui contratos de longo prazo com compradores importantes na região, o que dificulta potenciais modificações.

O Goldman avalia que, entre a cobertura de ações, a Suzano tem a maior exposição aos EUA, seguida pela CSN, Vale, Klabin, Gerdau e Dexco, embora as demais empresas tenham maior facilidade para redirecionar as vendas para outros mercados.

Enquanto isso, as ações citadas pelos analistas da XP Investimentos com potencial de sentir impacto das tarifas, mas menor exposição são: Suzano (SUZB3), CBA (CBAV3), Alpargatas (ALPA4), Minerva (BEEF3), Jalles (JALL3) e Tupy (TUPY3). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A guerra tarifária vai prejudicar a boa toada da bolsa brasileira?

Para Marcelo Inoue, head de Equities Research da Perfin Equities, o primeiro impacto será uma reação negativa do mercado, mas, a longo prazo, o efeito prolongado nos lucros das empresas brasileiras será limitado. 

“O Brasil, na média, possui poucas empresas listadas com grande volume de produtos exportados para os Estados Unidos. Portanto, poucas linhas de negócio seriam muito vulneráveis à tarifação”, afirmou ao Seu Dinheiro.

De acordo com o BTG Pactual, os setores mais expostos aos EUA são:

  • Produtos semiacabados de ferro e aço (71,8% das exportações vão para os EUA), que já estão sujeitos a tarifas setoriais (superando 50%) e não devem ser impactados pelo anúncio;
  • Aeronaves (63,2%);
  • Materiais de construção (57,9%); e
  • Produtos de papel e celulose (43,2%).

Além disso, há a possibilidade de que essa tarifa gigantesca de 50% não se concretize totalmente, segundo Inoue.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Considerando o histórico de anúncios de Trump, o que geralmente vemos são bravatas e declarações midiáticas, seguidas de um tempo até a poeira baixar. O ponto-chave agora é o que realmente vai acontecer no fim das contas, em termos do percentual de tarifas. Se esses 50% se concretizarem, o impacto será significativo. Mas a grande questão é se isso realmente vai se materializar ou não”, afirmou o gestor.

De toda forma, o impacto imediato nas tarifas também afeta diretamente a curva de juros de longo prazo, elevando o custo de financiamento no Brasil. Isso pode desacelerar ainda mais os investimentos e o apetite pela bolsa brasileira.

Diante desse cenário, a Perfin avalia que se abrirá uma janela de oportunidade para comprar ações a preços descontados em meio ao susto do mercado.

A gestora hoje prefere manter o portfólio alocado em ações do setor elétrico, commodities e no Itaú Unibanco (ITUB4).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
IGNORANDO A GRAVIDADE

Bolsa brasileira melhor que o S&P 500: Ibovespa faz história e analistas veem espaço para o rali continuar

10 de abril de 2026 - 12:23

Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos

MENOR PATAMAR EM DOIS ANOS

Dólar abaixo de R$ 5? O que precisa acontecer para a moeda cair ainda mais — e o que poderia atrapalhar isso

9 de abril de 2026 - 16:29

Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização

DE VOLTA AO JOGO

Como a Petrobras (PETR4) recuperou R$ 27 bilhões perdidos na véspera e ajuda o Ibovespa a passar dos 195 mil pontos

9 de abril de 2026 - 14:42

Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira

MUDANÇAS NO PORTFÓLIO

Riza Arctium Real Estate (RZAT11) anuncia venda de imóveis, e cotistas vão sair ganhando; veja os detalhes das operações

9 de abril de 2026 - 12:00

O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas

VEJA OS DESTAQUES DA PRÉVIA OPERACIONAL

Tenda (TEND3) ‘faz a festa’ fora do Ibovespa após prévia operacional, mas calcanhar de Aquiles segue o mesmo. O que fazer com as ações?

8 de abril de 2026 - 16:40

A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores

SEGURANÇA E DEFESA

O superciclo de investimento de US$ 2,6 trilhões que sobrevive à trégua de Trump com o Irã e está apenas começando

8 de abril de 2026 - 14:12

Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.

UM DOS GRANDES PROBLEMAS

Maior alta do Ibovespa: Hapvida (HAPV3) dispara mais de 10% com possível venda bilionária de ativos

8 de abril de 2026 - 12:37

Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline

MERCADO IMOBILIÁRIO

FIIs colocam Pague Menos e Amazon na mira, e emissão milionária rouba a cena; veja o que movimenta os fundos imobiliários hoje

8 de abril de 2026 - 11:12

Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir

MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos

6 de abril de 2026 - 18:02

Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?

NOVOS PATAMARES

Qual o próximo passo da JBS na bolsa norte-americana, segundo o BTG? Veja qual a vantagem para o investidor

6 de abril de 2026 - 15:01

Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações

FII DO MÊS

Fundo imobiliário com carteira ‘genuinamente híbrida’ é o favorito para investir em abril — e ainda está com desconto 

6 de abril de 2026 - 6:04

O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro

CARTEIRA RECOMENDADA

Small caps: Minerva Foods (BEEF3) e Azzas 2154 (AZZA3) entram na carteira de abril da Terra Investimentos; veja quem sai

5 de abril de 2026 - 17:52

Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)

OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia