🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Recomendações

Tesouro Direto na bolsa: 3 ETFs de renda fixa para comprar agora, segundo a Guide e a Genial

Isentos de IOF e come-cotas, fundos de índice negociados em bolsa reinvestem os recursos automaticamente e ainda podem ter IR menor que o Tesouro Direto

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
22 de agosto de 2024
15:10 - atualizado às 14:15
Baú de moedas representando o Tesouro Direto
Imagem: Adobe Firefly

Além do Tesouro Direto, o investidor pessoa física pode investir em títulos públicos via bolsa de valores. Mas em vez de comprar os papéis do Tesouro individual e diretamente, é preciso adquirir cotas de fundos que investem em títulos públicos: os fundos de índice ou ETFs de renda fixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, a B3 disponibiliza 12 ETFs de renda fixa, sendo nove deles de títulos públicos. Por serem fundos de índice negociados em bolsa, esses ativos não têm IOF nas aplicações inferiores a 30 dias e nem come-cotas, como ocorre com os fundos de investimento abertos comuns, ofertados em plataformas.

Além disso, sua taxa de administração costuma ser bem baixa (no caso dos ETFs de títulos públicos, não ultrapassa o 0,20% ao ano de taxa de custódia do Tesouro Direto); e, em alguns casos, o imposto de renda, aplicado apenas no resgate, é de apenas 15%, independentemente do prazo de aplicação.

Os ETFs também têm a vantagem de sempre manterem o patrimônio investido exposto a títulos de uma mesma espécie e prazo. Para o investidor de longo prazo, esse reinvestimento automático retira a necessidade de decidir o que fazer com os recursos quando o título vence ou paga juros (cupom), além de ser isento de IR, o que potencializa os ganhos.

Mas o investimento via ETFs também possibilita alocações mais táticas e pontuais para aquele investidor que deseja, por exemplo, apostar na alta ou queda de juros no curto, médio ou longo prazo, sem a necessidade de se expor a apenas um vencimento de papel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, escolher em qual cesta de títulos públicos investir por meio de um ETF pode não ser muito trivial para o investidor pessoa física, que tende a preferir comprar os papéis individualmente no Tesouro Direto, casando o vencimento com os seus objetivos.

Leia Também

Quais ETFs de renda fixa comprar agora?

Em razão disso, algumas corretoras passaram a incluir os ETFs nas suas carteiras de recomendações de renda fixa. Nesta semana, por exemplo, a Guide e a Genial recomendaram a compra do It Now IMA-B5 P2 (B5P211), fundo que investe em títulos públicos indexados à inflação (Tesouro IPCA+ ou NTN-B) com prazos de até cinco anos.

Com taxa de administração de 0,20% ao ano, equivalente à taxa de custódia obrigatória do Tesouro Direto, o B5P211 mantém o prazo médio de repactuação da sua carteira sempre superior a dois anos, de modo que a alíquota de imposto de renda quando há lucro na venda das cotas é sempre de 15%.

A Guide também destacou o Investo Teva Tesouro IPCA+ 0 a 4 anos (NTNS11), que investe em títulos públicos indexados à inflação com prazos de até quatro anos, e indicou ainda o Investo Teva Tesouro Selic (LFTS11), que aloca o patrimônio em títulos públicos indexados à Selic (Tesouro Selic ou LFT).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O NTNS11 tem taxa de administração de 0,19% ao ano e alíquota de IR de 15% em qualquer prazo; já o LFTS11 também tem taxa de administração de 0,19% ao ano, mas a alíquota de IR é de 25% em qualquer prazo.

Por que Guide e Genial recomendam esses fundos de índice

As escolhas da Guide se devem ao fato de que a corretora diz preferir, no momento, os títulos públicos prefixados e indexados à inflação de médio prazo, com vencimentos entre 2027 e 2029, além dos papéis pós-fixados de até três anos.

No caso das duas recomendações primeiras recomendações de ETFs de renda fixa da corretora, o NTNS11 tem maior exposição a papéis mais curtos, com vencimentos em 2026 e 2027, enquanto o B5P211 tem uma alocação um pouco mais longa, com vencimentos que se concentram em 2026 e 2028.

"Analisando o ambiente externo, os números da maior economia do mundo (EUA) continuam indicando
um afrouxamento do mercado de trabalho e uma melhor dinâmica inflacionária, combinação que
ampliou as apostas de mais cortes de juros pelo Federal Reserve este ano", diz a corretora, em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa perspectiva de queda nos juros nos EUA, combinada com a alta volatilidade no mercado de juros futuros local – que agora precifica uma alta da Selic no Brasil no curto prazo –, levam os analistas a preferirem os papéis mais curtos, menos expostos às oscilações mais bruscas do mercado.

Além disso, por um lado, os ETFs que investem em Tesouro IPCA+ podem se beneficiar de uma possível alta dos títulos decorrentes de uma queda nos juros futuros com o afrouxamento monetário americano, somada a uma inflação controlada no Brasil com a possível ciclo de alta da Selic, que deve ser breve.

Por outro, o ETF de Tesouro Selic (LFTS11) pode se beneficiar justamente desse aumento pontual da taxa básica de juros.

A Genial também justifica a sua preferência pelo ETF B5P211 pela manutenção da sua visão construtiva para os ativos indexados ao IPCA com vencimento intermediário, "observando ainda um movimento de queda na inflação implícita", isto é, a parcela da taxa de juros nominal que corresponde à inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"No entanto, permanecemos cautelosos em relação aos títulos de vencimento mais longo, considerando que o mercado tende a focar cada vez mais nos detalhes fiscais, o que representa um risco para os ativos de duração mais longa", diz a corretora, em na sua carteira recomendada de renda fixa de agosto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SAÍDA EM MASSA

Shell e Cosan soltaram a mão da Raízen (RAIZ4)? Investidores acreditam que sim e bonds derretem com venda em massa

5 de fevereiro de 2026 - 14:01

Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell

RENDA FIXA EM DÓLAR

Bonds da Raízen (RAIZ4), Aegea e Brava (BRAV3): as escolhas do BTG para a carteira de renda fixa internacional em fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 10:45

Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas

RENDA FIXA

Títulos do Tesouro Direto ganham novos prazos: veja o que muda para o investidor

3 de fevereiro de 2026 - 15:35

Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento

RENDA FIXA

Tesouro Direto: A ‘janela de ouro’ do Tesouro IPCA+, que pode render até 91% com a queda dos juros

2 de fevereiro de 2026 - 16:45

Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa

RENDA FIXA

Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

30 de janeiro de 2026 - 17:25

O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

ENERGIA PARA A EMPRESA

Eneva (ENEV3) anuncia nova emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões; veja potencial para a ação

26 de janeiro de 2026 - 12:35

Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundos de crédito privado perdem R$ 19 bilhões em dezembro, mas gestores estão mais otimistas com debêntures neste início de ano

20 de janeiro de 2026 - 18:01

Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses

TÍTULOS PÚBLICOS

Tesouro Direto volta a oferecer retornos recordes; Tesouro IPCA+ paga 8% mais inflação e prefixados rendem mais de 13%

20 de janeiro de 2026 - 12:29

Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto

SEGUNDA CHANCE

CDBs do Master: onde reinvestir o dinheiro da garantia paga pelo FGC

19 de janeiro de 2026 - 18:05

Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras

COMPRAR OU VENDER?

Este fundo de infraestrutura, isento de IR, é eleito pelo BTG como a pechincha do setor — confira qual

19 de janeiro de 2026 - 14:41

Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos

CDBs

FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

18 de janeiro de 2026 - 17:34

Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

GANHO EM DÓLAR

BTG recomenda bond da Raízen (RAIZ4) na carteira de renda fixa internacional — e outros quatro títulos de dívida de brasileiras

14 de janeiro de 2026 - 17:45

Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto

CARTEIRA RECOMENDADA

Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+? O que dizem as recomendações de renda fixa e Tesouro Direto para janeiro

13 de janeiro de 2026 - 12:32

Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB

OURO DE TOLO

Investiu em CDBs do Master? Seu retorno pode estar abaixo de 100% do CDI! Veja quanto você já deixou de ganhar com o dinheiro parado

9 de janeiro de 2026 - 12:20

Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor

BALANÇO DA RENDA FIXA

Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

1 de janeiro de 2026 - 12:10

Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

É A VEZ DO CRÉDITO

Adeus, poupança. Olá, debêntures! Como as mudanças na renda fixa mexeram com investimentos e crédito às empresas

22 de dezembro de 2025 - 14:32

Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos

RENDA FIXA

Banco ABC Brasil lança LCIs e LCAs com pagamento de juros mensais — entenda a novidade nos títulos isentos de IR

16 de dezembro de 2025 - 17:45

Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado

RENDA FIXA

Como garantir retorno de 1% ao mês antes do corte da Selic? Veja simulações de taxas e títulos de renda fixa

11 de dezembro de 2025 - 6:02

O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo

CARTEIRA RECOMENDADA

Última chamada do ano para maiores retornos na renda fixa: carteira de dezembro vai de CRAs da Minerva a CDB prefixado de 14% ao ano

8 de dezembro de 2025 - 14:58

BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar