🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Regra de bolso

Investir na renda fixa quando a Selic paga 1% ao mês dá certo? Esta gestora fez as contas – e traz uma estratégia ainda melhor

O retorno de 1% ao mês é talvez a âncora mental mais forte do investidor brasileiro, mas investir com foco nisso vale a pena?

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
8 de maio de 2024
9:00 - atualizado às 14:02
Cofrinhos de porquinho representando investimento em poupança, CDB e renda fixa em geral
Imagem: Shutterstock

O retorno de 1% ao mês é talvez a âncora mental mais forte do investidor brasileiro, principalmente do mais conservador e afeito às aplicações de renda fixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, quando a Selic cai abaixo de 12% ao ano – fazendo com que os investimentos de menor risco deixem de oferecer a rentabilidade almejada – quem tem dinheiro guardado e muita aversão a risco costuma ficar chateado.

Mas mesmo os investidores que não se importam de tomar risco fogem da renda variável para a renda fixa quando a taxa básica de juros está mais elevada.

Hoje, o Brasil vive um ciclo de cortes de juros, que trouxe a taxa básica de 13,75% ao ano, em agosto de 2023, para os atuais 10,75%, e com expectativa de uma nova queda nesta quarta-feira (08).

Ou seja, há algum tempo os investimentos mais conservadores, que rendem 100% do CDI ou a variação da Selic, já não pagam mais aquele 1% ao mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas essa estratégia de mirar em um retorno de 1% ao mês é mesmo a mais acertada? Ou melhor, a escolha deste "número mágico" faz sentido, ou é meio arbitrária?

Leia Também

A âncora do 1% ao mês faz sentido?

Quem também se questionou sobre isso e tentou dar uma resposta a essa pergunta em sua carta mensal de maio foi a gestora de ações Ártica, responsável pelo fundo Ártica Long Term FIA.

Liderada por Ivan Barboza e Raphael Castilho, a equipe da Ártica fez, na sua comunicação com os cotistas, um exercício para verificar a eficiência da estratégia de migrar para a renda fixa sempre que a Selic esteja num patamar capaz de fazer as aplicações conservadores pagarem 1% ao mês.

A gestora parte da premissa de que boa parte dos investidores brasileiros – dos iniciantes aos mais abastados – preferem a renda fixa quando o juros estão acima de 12% ao ano e só exploram outras classes de ativos quando as taxas caem abaixo deste patamar, a fim de buscar o almejado 1% ao mês novamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A questão colocada é: há racionalidade na escolha de uma taxa de retorno fixa? E nesta de 1% ao mês, especificamente?

Segundo a Ártica, do ponto de vista histórico, a escolha do 1% ao mês até que fez sentido. A gestora lembra que, nos últimos 20 anos, a média da Selic, foi próxima de 11% ao ano, e é daí que vem a referência do 1% ao mês como sendo a taxa de retorno típica da renda fixa no Brasil.

É claro que a Selic oscilou bastante ao longo dos anos, tendo chegado inclusive a cair abaixo de 2% ao ano em 2020; também houve grande variação na taxa de juro real, isto é, a diferença entre a Selic e a inflação.

"O retorno real, o que verdadeiramente importa para investimentos, é ainda mais volátil que a Selic", escreve a Ártica. Afinal, apenas um ganho real de fato deixa o investidor mais rico, para além de apenas preservar seu poder de compra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aliás, embora o juro real tenha sido quase sempre positivo, em dois anos das últimas duas décadas ele foi negativo, como mostra o gráfico a seguir, elaborado pela Ártica e considerando a meta da taxa Selic:

Evolução da meta da Selic, da inflação pelo IPCA e dos juros reais entre 2004 e 2024
Fonte: Ártica, com dados do Banco Central e do IBGE.

A 'armadilha' da busca por 1% ao mês

Para testar se a regra intuitiva do investidor brasileiro está correta – isto é, investir em renda fixa quando os juros estão acima de determinado patamar e em bolsa quando os juros estão abaixo desta taxa –, a Ártica simulou o retorno de uma carteira de investimentos que ficasse 100% alocada em renda fixa sempre que a meta para a Selic fosse maior ou igual a 12% ao ano e 100% alocada em renda variável quando a meta da taxa básica caísse abaixo desse patamar.

O retorno adotado para a renda fixa foi a variação do CDI e, para a renda variável, o do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira.

No período entre janeiro de 2004 e março de 2024, pouco mais de 20 anos, a estratégia teve um retorno anual médio de 11,8% ao ano (ou cerca de 1% ao mês), de fato superando tanto o CDI, que rendeu 10,7% ao ano no período, quanto o Ibovespa, que rendeu 9,0% ao ano no período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja, de fato essa regra intuitiva do brasileiro deu um resultado positivo a menos nas últimas duas décadas. "Porém, não há um racional claro para usar uma taxa nominal fixa como referência em decisões de alocação ou para que 12% seja o melhor valor para essa taxa", alerta a gestora.

Em outras palavras, por que 12% e não outra taxa? Por sinal, nas simulações da Ártica, a taxa de referência que maximizaria o retorno no período considerado é 11,4% – se tivesse investido tudo em renda fixa quando a meta da Selic estivesse em 11,4% ou acima e tudo em renda variável se os juros estivessem abaixo desta taxa, o investidor teria auferido um retorno médio de 12,50% ao ano no período.

Já se fosse adotada uma taxa de 10% ou 13% como referência para mudar a alocação nessa estratégia, o retorno já teria sido inferior ao CDI.

"A sensibilidade do retorno à taxa exata usada como referência indica a natureza casuística desses resultados e o problema de adotar regras não fundamentadas. Por isso, convém buscar alguma regra mais eficiente, ainda exigindo que seja simples e prática o suficiente para qualquer investidor adotar", diz a carta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Existe renda fixa “imune” à queda da Selic? Analista recomenda títulos que podem render bem mais do que o IPCA e do que CDI. Baixe o relatório gratuito aqui.

Em busca de uma regra de bolso com base na taxa Selic

Juros altos tendem a derrubar os preços das ações, primeiro porque dificultam o crescimento econômico ao encarecer o custo do crédito, segundo porque tornam a renda fixa mais atrativa, fazendo com que o investidor passe a exigir uma taxa de retorno maior na renda variável, a fim de compensar o risco em relação à renda fixa.

Assim, se o fluxo de caixa de uma empresa permanecer o mesmo, com a Selic mais alta, os preços das suas ações precisam cair para que estes retornos fiquem atrativos. As ações, então, ficam baratas.

"Dessa maneira, a estratégia mais eficaz seria investir em renda variável quando os juros estiverem em seu patamar máximo e voltar para renda fixa no patamar mínimo dos juros. O problema é que máximas e mínimas de juros não são fáceis de se prever, tornando essa estratégia pouco implementável na prática", diz a carta da Ártica.

Assim, a gestora propõe uma alternativa mais factível a essa estratégia: priorizar o investimento em renda variável quando os juros estiverem começando a cair e priorizar a renda fixa quando as taxas estiverem começando a subir. Afinal, uma vez iniciado um ciclo, o Banco Central começa a dar mais previsibilidade sobre a trajetória dos juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A partir dessa ideia, a gestora simulou o que aconteceria se o investidor alocasse 100% da carteira em ações no início de um ciclo de cortes na meta da Selic (ou seja, com a taxa próxima da máxima) e migrasse a totalidade do seu portfólio para renda fixa quando a meta da Selic estivesse no início de um ciclo de altas (isto é, próxima da mínima) – algo contraintuitivo e diferente do que os investidores costumam fazer.

Com essa estratégia, o retorno anual médio do investidor teria sido de 16,3% ao ano nos últimos 20 anos, bem mais do que os 11,8% da estratégia do 1% ao mês. Confira o gráfico com os resultados das simulações das duas estratégias e os desempenhos do CDI e do Ibovespa no período:

Comparação entre as estratégias de investimento com base na Selic com Ibovespa e CDI feita pela gestora Ártica na sua carta aos cotistas de maio de 2024.
Fonte: Ártica

"Também ressaltamos como investir em renda variável pode levar a retornos substancialmente maiores do que apenas manter todo o patrimônio alocado em renda fixa, mesmo nessa análise em que usamos o Ibovespa como referência para retorno da renda variável", observa a gestora, na carta.

A Ártica lembra que simplesmente investir em um veículo atrelado ao Ibovespa é uma estratégia totalmente passiva, em que se seleciona apenas as ações mais negociadas do mercado, sem preocupação de escolher necessariamente as melhores empresas para se investir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em seguida, dão o exemplo do retorno do próprio fundo da casa, o Ártica Long Term FIA, que tem uma gestão ativa e apresentou um retorno médio anual de 30,5% ao ano (21,6% ao ano acima da inflação), nos seus 11 anos de existência.

VEJA TAMBÉM: O choque de realidade de CAMPOS NETO: como ficam BOLSA e RENDA FIXA? I TOUROS E URSOS

Conclusões

O exercício da Ártica leva em consideração uma alocação um tanto radical, uma vez que o investidor está sempre concentrado em uma única classe de ativos, sem qualquer diversificação entre classes, o que não é o ideal do ponto de vista do risco, embora tenha funcionado no período estudado em termos de retorno.

Ele é feliz, no entanto, em mostrar que considerar a trajetória da Selic para priorizar uma classe de ativos em relação às outras a depender da trajetória de juros pode fazer sentido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Ártica termina sua carta propondo uma estratégia de investimentos simples a partir dessa visão, mas que também leve em conta o fator risco.

Para a gestora, a melhor estratégia não é determinar uma taxa de retorno alvo fixa (por exemplo, 1% ao mês ou 12% ao ano), como o investidor pessoa física tende a fazer, intuitivamente.

Isso porque essa estratégia levaria o investidor a se acomodar na renda fixa nos momentos de juros altos, que são geralmente aqueles em que há mais oportunidades no mercado, uma vez que é quando os ativos de risco justamente ficam mais baratos.

Por outro lado, o investidor seria levado a correr riscos apenas quando os juros estão baixos, a fim de sair "em busca do 1% perdido", que é justamente quando os prêmios dos ativos de risco ficam menores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, a melhor estratégia, para os gestores da Ártica, é priorizar os ativos de risco quando o mercado estiver pessimista e os juros estiverem altos e voltar para as classes mais conservadoras, como renda fixa pós-fixada, quando o mercado estiver otimista e os juros estiverem baixos.

"Pode parecer contraintuitivo por ser o inverso do que a maioria dos investidores faz, mas lembre-se que é dos erros da maioria dos investidores que vêm os retornos extras da minoria de investidores muito bem-sucedidos", conclui a Ártica, citando frases célebres de grandes investidores que apontam neste sentido:

“Seja receoso quando os outros estão gananciosos e ganancioso quando os outros estão receosos.” – Warren Buffett

“Quando o mundo só quer comprar títulos do Tesouro, você quase pode fechar os olhos e comprar ações.” – Michael Steinhardt

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A melhor hora para comprar uma casa é quando mais ninguém quer uma.” – John Maynard Keynes

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CARTEIRA RECOMENDADA

Livres de imposto de renda: as recomendações de CRI, CRA e debêntures incentivadas para fevereiro

6 de fevereiro de 2026 - 15:05

Carteiras recomendadas de bancos destacam o melhor da renda fixa para o mês e também trazem uma pitada de Tesouro Direto; confira

REAL VS. DÓLAR

Crédito privado em reais ou em dólar? BTG destaca empresas brasileiras para investir em debêntures e em bonds

5 de fevereiro de 2026 - 19:01

Em alguns casos, o ganho de um título em dólar sobre o equivalente em real pode ultrapassar 3 pontos percentuais

SAÍDA EM MASSA

Shell e Cosan soltaram a mão da Raízen (RAIZ4)? Investidores acreditam que sim e bonds derretem com venda em massa

5 de fevereiro de 2026 - 14:01

Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell

RENDA FIXA EM DÓLAR

Bonds da Raízen (RAIZ4), Aegea e Brava (BRAV3): as escolhas do BTG para a carteira de renda fixa internacional em fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 10:45

Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas

RENDA FIXA

Títulos do Tesouro Direto ganham novos prazos: veja o que muda para o investidor

3 de fevereiro de 2026 - 15:35

Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento

RENDA FIXA

Tesouro Direto: A ‘janela de ouro’ do Tesouro IPCA+, que pode render até 91% com a queda dos juros

2 de fevereiro de 2026 - 16:45

Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa

RENDA FIXA

Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

30 de janeiro de 2026 - 17:25

O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

ENERGIA PARA A EMPRESA

Eneva (ENEV3) anuncia nova emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões; veja potencial para a ação

26 de janeiro de 2026 - 12:35

Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundos de crédito privado perdem R$ 19 bilhões em dezembro, mas gestores estão mais otimistas com debêntures neste início de ano

20 de janeiro de 2026 - 18:01

Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses

TÍTULOS PÚBLICOS

Tesouro Direto volta a oferecer retornos recordes; Tesouro IPCA+ paga 8% mais inflação e prefixados rendem mais de 13%

20 de janeiro de 2026 - 12:29

Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto

SEGUNDA CHANCE

CDBs do Master: onde reinvestir o dinheiro da garantia paga pelo FGC

19 de janeiro de 2026 - 18:05

Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras

COMPRAR OU VENDER?

Este fundo de infraestrutura, isento de IR, é eleito pelo BTG como a pechincha do setor — confira qual

19 de janeiro de 2026 - 14:41

Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos

CDBs

FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

18 de janeiro de 2026 - 17:34

Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

GANHO EM DÓLAR

BTG recomenda bond da Raízen (RAIZ4) na carteira de renda fixa internacional — e outros quatro títulos de dívida de brasileiras

14 de janeiro de 2026 - 17:45

Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto

CARTEIRA RECOMENDADA

Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+? O que dizem as recomendações de renda fixa e Tesouro Direto para janeiro

13 de janeiro de 2026 - 12:32

Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB

OURO DE TOLO

Investiu em CDBs do Master? Seu retorno pode estar abaixo de 100% do CDI! Veja quanto você já deixou de ganhar com o dinheiro parado

9 de janeiro de 2026 - 12:20

Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor

BALANÇO DA RENDA FIXA

Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

1 de janeiro de 2026 - 12:10

Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

É A VEZ DO CRÉDITO

Adeus, poupança. Olá, debêntures! Como as mudanças na renda fixa mexeram com investimentos e crédito às empresas

22 de dezembro de 2025 - 14:32

Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos

RENDA FIXA

Banco ABC Brasil lança LCIs e LCAs com pagamento de juros mensais — entenda a novidade nos títulos isentos de IR

16 de dezembro de 2025 - 17:45

Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar