O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar da atenção aos servidores, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), demonstrou preocupação com as contas públicas, defendendo cortes de gastos e celeridade na regulamentação da Reforma Tributária
A terça-feira (5) foi movimentada em Brasília, com a expectativa da chegada do novo pacote de cortes de gastos do governo Lula. Pela manhã, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reuniu-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros ministros para alinhar pontos iniciais sobre as medidas.
Já no início da tarde, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, juntou-se a Haddad e aos ministros da Previdência Social, Carlos Lupi; do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; e do Desenvolvimento Social e Gestão e Inovação, Esther Dweck, em uma nova rodada de discussões sobre as propostas, que serão anunciadas ao longo da semana.
Diante dessa movimentação, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), não quis ficar de fora e se posicionou sobre a questão, defendendo a necessidade de discutir as medidas de cortes de gastos.
No entanto, Pacheco manteve seu apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que concede reajustes salariais a servidores públicos de alto nível por tempo de serviço.
Conhecida como PEC do Quinquênio, a medida prevê aumentos salariais a cada cinco anos para esses servidores, o que pode elevar os gastos do governo e gerar um grande impacto às contas públicas.
"O governo está discutindo a questão de corte de gastos, sobre quais seriam as iniciativas. Estamos aguardando essas diretrizes. Sou um defensor de uma política eficiente nesse ponto de limitar gastos, considero muito importante, não só do ponto de vista fiscal, mas ético. Com relação aos supersalários, é evidente que precisam ser combatidos e extintos, o que não significa que precisamos desestruturar carreiras", disse Pacheco na saída do 2º Simpósio da Liberdade Econômica, que ocorre em Brasília.
Leia Também
Para o presidente do Senado, uma série de carreiras do serviço público, como juízes, procuradores e promotores do Ministério Público, auditores fiscais, delegados da Polícia Federal, policiais civis e militares, merecem o benefício.
“Corte de gastos não pode significar que essas carreiras sejam aviltadas e que a iniciativa privada seja muito mais estimulante que a carreira pública. É essa conciliação que precisamos estabelecer, sem populismo e demagogia. Corte de gastos é importante e acabar com supersalários é importante, mas valorizar servidor público também é. Precisamos desse equilíbrio", declarou.
Pacheco também afirmou que acredita ser possível votar ainda este ano o segundo projeto de regulamentação da reforma tributária.
O Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/24 propõe a criação do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS), órgão responsável pela administração do IBS — um novo tributo estadual que substituirá o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).
A meta é ambiciosa, pois o projeto chegou recentemente ao Senado, onde os parlamentares estão atualmente concentrados na primeira fase da regulamentação tributária, com votação prevista para o início de dezembro.
"O primeiro projeto é mais desafiador, mais complexo. O relator Eduardo Braga está se dedicando muito a ele. O segundo projeto trata mais de procedimentos e de complementar o que já foi feito no primeiro. Por isso, acredito fortemente na aprovação de ambos até o final do ano", declarou Pacheco.
*Com informações da Agência Brasil e Estadão Conteúdo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras