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Apoiado pelo governador Helder Barbalho, candidato do MDB é favorito para ser novo prefeito da capital do Pará
Igor Normando (MDB) confirmou o favoritismo nas pesquisas e é o novo prefeito de Belém.
No segundo turno, o emedebista derrotou o delegado Eder Mauro (PL).
Depois de receber 45,05% dos votos no primeiro turno, Igor Normando manteve a dianteira no tira-teima diante de Eder Mauro e alcançou mais de 56% da preferência dos eleitores.
O prefeito eleito de Belém conta com o apoio do governador do Pará e primo, Helder Barbalho.
Por Normando ser considerado um político novo e relativamente inexperiente, o apoio do governador tornou-se uma parte importante da campanha, já que os índices de aprovação de Barbalho são bem altos no estado. Em 2022, ele foi reeleito com mais de 70% dos votos.
Do outro lado, Mauro, apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, surpreendeu ao alcançar 31,60% dos votos no primeiro turno, mas não conseguiu reverter a desvantagem para Normando.
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Veja os números da apuração do 2º turno das eleições municipais de Belém:
Igor Normando teve a seu favor um grande número de partidos que decidiram apoiá-lo nesta etapa das eleições. Os partidos PT, PV e PC do B declararam apoio ao emedebista, um cenário esperado devido à boa relação entre os petistas e o governo de Barbalho no Pará.
O atual prefeito da cidade, Edmilson Rodrigues (PSOL), que ficou em terceiro na disputa municipal, também manifestou sua preferência por Normando, com a ressalva de que se trata de um "apoio crítico".
"Este é um apoio estratégico, uma escolha para impedir que forças reacionárias utilizem nossa cidade como um trampolim para o retrocesso em todo o país", diz a nota publicada pelo PSOL.
Thiago Araújo (Republicanos), que disputou a prefeitura no primeiro turno e alcançou 7,8% dos votos, foi outro nome que se mostrou favorável ao candidato do MDB, citando a "juventude" como um ponto positivo de Normando.
“Está na hora de a juventude ter uma oportunidade. Nós somos jovens, defendemos a democracia, e acredito que o Igor pode implantar a mudança que Belém tanto precisa", declarou.
Já Eder Mauro conseguiu o apoio de outros dois ex-candidatos: Jefferson Lima (Podemos) e Ítalo Abati (Novo).
Em nota divulgada alguns dias depois do primeiro turno, o Podemos justificou o apoio a Mauro, enfatizando a vontade de ter "uma Belém mais segura, justa e atenta às necessidades da população".
Abati manifestou-se através de um vídeo no Instagram, afirmando que sua decisão foi tomada baseado em uma oposição à "perpetuação de poder e oligarquia familiar" – uma referência à forte presença da família Barbalho na política paraense.
Por natureza, a questão climática é sempre uma dos principais temas quando se fala de eleições nos estados amazônicos.
Acontece que Belém tem um fator a mais para considerar agora: ano que vem, a COP 30, um dos eventos ambientais mais importantes do mundo, será sediada na cidade.
Há muitas expectativas para a conferência, especialmente por parte do presidente Lula, que pretende reforçar o protagonismo do Brasil na discussão climática, colocando a Amazônia em evidência.
“Uma coisa é discutir a Amazônia no Egito, outra coisa é discutir a Amazônia em Paris. Agora, não. Agora nós vamos discutir a importância da Amazônia dentro da Amazônia”, declarou o presidente.
O governo federal já investiu quase R$ 5 bilhões em obras de melhoria na capital do Pará.
Apesar da proximidade da COP 30, os candidatos não colocaram o tema do clima como o principal tópico das campanhas eleitorais. A conferência foi abordada mais como uma oportunidade para fomentar o turismo, a geração de empregos e investir na infraestrutura.
Por outro lado, a discussão sobre saneamento básico, um serviço em estado crítico em Belém, ganhou bastante força. Um dos motivos para a alta rejeição do atual prefeito Edmilson Rodrigues é justamente os problemas na coleta de lixo na cidade.
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