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Pela primeira vez, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotou o horário unificado nas eleições municipais
Neste domingo (27), 51 municípios têm segundo turno das eleições para prefeito — dentre eles, 15 são capitais. A nova rodada de votação é realizada em cidades com mais de 200 mil eleitores onde nenhum candidato teve mais da metade dos votos no último dia 6. É o caso, por exemplo, de São Paulo, Fortaleza, Belo Horizonte e Porto Alegre.
O PL é o partido com mais presença nas disputas do segundo turno, com 22 candidatos. Depois vem o PT, com 13, União Brasil, com 11, MDB e PSD, com 10 candidatos cada.
As urnas estarão abertas entre 8h e 17h, no horário de Brasília. Os municípios em regiões com fusos horários diferentes devem seguir o horário unificado para todo o país.
Neste segundo turno, apenas Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT) abrangem outro fuso, e a votação vai das 7h às 16h (horário local).
Se houver filas, o mesário entregará senhas, começando pelo último, para que todos presentes na seção eleitoral possam votar.
São Paulo (SP) - Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL)
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Fortaleza (CE) - Evandro Leitão (PT) e André Fernandes (PL)
Belo Horizonte (MG) - Bruno Engler (PL) e Fuad Noman (PSD)
Porto Alegre (RS) - Sebastião Melo (MDB) e Maria do Rosário Nunes (PT)
Manaus (AM) - David Almeida (Avante) e Capitão Alberto Neto (PL)
Curitiba (PR) - Eduardo Pimentel (PSD) e Cristina Graeml (PMB)
Goiânia (GO) - Fred Rodrigues (PL) e Mabel (União)
Belém (PA) - Igor Normando (MDB) e Éder Mauro (PL)
Campo Grande (MS) - Adriane Lopes (PP) e Rose Modesto (União)
João Pessoa (PB) - Cícero Lucena (PP) e Marcelo Queiroga (PL)
Natal (RN) - Paulinho Freire (União) e Natália Bonavides (PT)
Cuiabá (MT) - Abilio Brunini (PL) e Lúdio Cabral (PT)
Aracaju (SE) - Emília Corrêa (PL) e Luiz Roberto (PDT)
Porto Velho (RO) - Mariana Carvalho (União) e Léo (Podemos)
Palmas (TO) - Janad Valcari (PL) e Eduardo Siqueira Campos (Podemos)
Dentre os outros 36 municípios que têm segundo turno nestas eleições, quase metade (17) está localizada em São Paulo. O PL é a legenda com mais candidaturas no Estado: a sigla disputa em São José dos Campos, Franca, Guarulhos, Jundiaí, Santos e São José do Rio Preto. O PT tem candidatos em Mauá, Sumaré e Diadema.
São Paulo - Barueri, Diadema, Franca, Guarujá, Guarulhos, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santos, São Bernardo do Campo, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sumaré, Taboão da Serra, Taubaté, Jundiaí, Limeira e Mauá.
Rio Grande do Sul - Canoas, Caxias do Sul, Santa Maria e Pelotas
Rio de Janeiro - Petrópolis e Niterói
Pernambuco - Olinda e Paulista
Goiás - Anápolis e Aparecida de Goiânia
Paraná - Londrina e Ponta Grossa
Outros - Camaçari (BA), Campina Grande (PB), Caucaia (CE), Imperatriz (MA), Santarém (PA), Serra (ES) e Uberaba (MG).
Uso de celular na cabine - O uso de celulares, câmeras fotográficas e filmadoras dentro da cabine de votação é proibido, mesmo que o equipamento esteja desligado. Se o eleitor se recusar a entregar o aparelho, não será autorizado a votar e, se necessário, a mesa poderá acionar a força policial.
Porte de arma - O porte de armas será proibido para qualquer cidadão com porte de arma ou licença estatal, inclusive colecionadores, atiradores e caçadores (CACs), no período de 48 horas antes do pleito a até 24 horas após o encerramento das votações.
A exceção é para agentes de segurança pública que estiverem em serviço no dia das eleições, mas eles deverão permanecer a pelo menos 100 metros das seções eleitorais, salvo quando houver ordem judicial ou convocação da autoridade eleitoral.
Boca de urna - Qualquer tentativa de persuasão de eleitores nos locais de votação é proibida, como a distribuição de santinhos, camisetas, adesivos, bonés ou brindes eleitorais.
Pedido de voto na internet - A publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de posts pedindo voto para candidatos é considerado crime eleitoral. É possível manifestar a preferência por determinado candidato ou partido, mas não é permitido o pedido explícito de voto.
Comícios e carros de som - Também é considerado crime eleitoral usar alto-falantes e amplificadores de som, realizar comícios e carreatas em favor de partidos e candidatos.
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