O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Companhia paranaense fechou o contrato de 30 anos referente a concessão de geração das usinas hidrelétricas Foz do Areia, Segredo e Salto Caxias
Na última segunda-feira (18), após o fechamento do mercado, os investidores da Copel (CPLE6) receberam a já aguardada notícia sobre a renovação da concessão das usinas hidrelétricas Foz do Areia, Segredo e Salto Caxias, em diferentes cidades do Paraná.
Segundo a companhia paranaense, o montante do contrato é de aproximadamente R$ 4,1 bilhões, renovando a concessão das três usinas por um prazo de 30 anos.
Na sessão seguinte ao anúncio, as ações da Copel operavam em leve alta nesta terça-feira (19). Por volta das 14h50, os papéis preferenciais CPLE6 subiam 0,95%, a R$ 9,58. Já as ações CPLE3 subiam 1,06%, a R$ 8,55. A empresa vale R$ 26,97 bilhões na bolsa.
A renovação das concessões era negociada há mais de um ano e foi confirmada por meio de contratos assinados com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
A necessidade de arrecadar os recursos necessários para quitar as outorgas foi um dos fatores que motivaram o governo do Paraná a privatizar a Copel no ano passado.
A concessão de Foz do Areia, maior hidrelétrica da Copel, estava prevista para expirar no final de 2024. As concessões de Segredo e Salto Caxias, por sua vez, venceriam nos próximos oito anos, mas foram renovadas antecipadamente. Segundo a empresa, a decisão busca garantir maior "previsibilidade na geração de energia" para o estado do Paraná.
Leia Também
As hidrelétricas possuem, juntas, uma capacidade instalada total de 4.176 MW, o que representa 64% de toda a capacidade de geração de energia elétrica da Copel.
De acordo com a companhia, a renovação desses contratos "demonstra o compromisso da Copel com a continuidade do negócio e a sustentabilidade na produção de energia".
Apesar de esperado, o anúncio da Copel representa mais um marco importante para a companhia recentemente privatizada, segundo analistas do banco Goldman Sachs.
Em análise divulgada nesta terça-feira (19) os analistas Bruno Amorim, Guilherme Bosso e Guilherme Costa Martins mantiveram a recomendação de compra para os papéis da Copel, destacando que a companhia paranaense está entre as favoritas do Goldman Sachs para o setor de utilidades, ao lado da Equatorial (EQTL3) e da Sabesp (SBSP3).
O preço-alvo para a ação preferencial CPLE6 é de R$ 12,90, equivalente a um potencial de valorização de 36% sobre o fechamento anterior. Já o preço-alvo para os papéis CPLE3 é de R$ 11,60, o que indica um potencial da valorização de 37% sobre o fechamento anterior.
GRÁTIS: Reportagens, análises e tudo o que você precisa saber pós temporada de balanços para investir melhor; cadastre-se gratuitamente para acessar
Segundo o Goldman Sachs, as ações da Copel oferecem uma combinação atrativa de valuation (13% de taxa interna de retorno real) e crescimento dos dividendos. Fatores que são impulsionados pela redução de custos, venda de ativos e espaço para alavancagem.
Por falar em alavancagem, os analistas estimam que os novos contratos firmados pela companhia devem aumentar a alavancagem da Copel de 1,5x para 2,2x até o final de 2024.
O banco ainda estima um Dividend Yield — indicador que mede a rentabilidade dos dividendos de uma empresa em relação ao preço de suas ações — para a Copel de 6% em 2024, 10% em 2025, e 13% em 2026. Com isso, os acionistas podem esperar um retorno crescente em forma de proventos nos próximos anos, baseado no preço atual das ações.
Vale lembrar que, no mês de setembro, a companhia aprovou o pagamento de R$ 485,1 milhões em dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas.
Apesar do marco importante para os negócios da Copel, o Goldman Sachs ainda aponta alguns riscos, como maior fiscalização da qualidade do serviço pelas autoridades reguladoras e pelo governo federal, além da interferência indevida do governo.
Segundo o banco, os investidores também devem ficar atentos a outros fatores, como a abertura do mercado de distribuição, encargos setoriais, impacto do crescimento da geração solar distribuída, excesso de oferta de energia, energia descontratada e possíveis reduções no componente financeiro da Rede Básica Sistema Existente (RBSE).
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado, com geração de caixa insuficiente e dependência de medidas emergenciais para manter a operação
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança