Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

HIDRELÉTRICAS

R$ 4,1 bilhões em concessões renovadas: Copel (CPLE6) garante energia para o Paraná até 2054 — e esse banco explica por que você deve comprar as ações 

Companhia paranaense fechou o contrato de 30 anos referente a concessão de geração das usinas hidrelétricas Foz do Areia, Segredo e Salto Caxias

Micaela Santos
Micaela Santos
19 de novembro de 2024
15:12
Funcionários da Copel
Funcionários da Copel - Imagem: Divulgação

Na última segunda-feira (18), após o fechamento do mercado, os investidores da Copel (CPLE6) receberam a já aguardada notícia sobre a renovação da concessão das usinas hidrelétricas Foz do Areia, Segredo e Salto Caxias, em diferentes cidades do Paraná

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a companhia paranaense, o montante do contrato é de aproximadamente R$ 4,1 bilhões, renovando a concessão das três usinas por um prazo de 30 anos. 

Na sessão seguinte ao anúncio, as ações da Copel operavam em leve alta nesta terça-feira (19). Por volta das 14h50, os papéis preferenciais CPLE6 subiam 0,95%, a R$ 9,58. Já as ações CPLE3 subiam 1,06%, a R$ 8,55. A empresa vale R$ 26,97 bilhões na bolsa.

Privatização da Copel dá frutos

A renovação das concessões era negociada há mais de um ano e foi confirmada por meio de contratos assinados com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)

A necessidade de arrecadar os recursos necessários para quitar as outorgas foi um dos fatores que motivaram o governo do Paraná a privatizar a Copel no ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A concessão de Foz do Areia, maior hidrelétrica da Copel, estava prevista para expirar no final de 2024. As concessões de Segredo e Salto Caxias, por sua vez, venceriam nos próximos oito anos, mas foram renovadas antecipadamente. Segundo a empresa, a decisão busca garantir maior "previsibilidade na geração de energia" para o estado do Paraná.

Leia Também

As hidrelétricas possuem, juntas, uma capacidade instalada total de 4.176 MW, o que representa 64% de toda a capacidade de geração de energia elétrica da Copel.

De acordo com a companhia, a renovação desses contratos "demonstra o compromisso da Copel com a continuidade do negócio e a sustentabilidade na produção de energia".

Por que comprar as ações da Copel, segundo o Goldman Sachs

Apesar de esperado, o anúncio da Copel representa mais um marco importante para a companhia recentemente privatizada, segundo analistas do banco Goldman Sachs. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em análise divulgada nesta terça-feira (19) os analistas Bruno Amorim, Guilherme Bosso e Guilherme Costa Martins mantiveram a recomendação de compra para os papéis da Copel, destacando que a companhia paranaense está entre as favoritas do Goldman Sachs para o setor de utilidades, ao lado da Equatorial (EQTL3) e da Sabesp (SBSP3). 

O preço-alvo para a ação preferencial CPLE6 é de R$ 12,90, equivalente a um potencial de valorização de 36% sobre o fechamento anterior. Já o preço-alvo para os papéis CPLE3 é de R$ 11,60, o que indica um potencial da valorização de 37% sobre o fechamento anterior. 

GRÁTIS: Reportagens, análises e tudo o que você precisa saber pós temporada de balanços para investir melhor; cadastre-se gratuitamente para acessar

Uma combinação atrativa

Segundo o Goldman Sachs, as ações da Copel oferecem uma combinação atrativa de valuation (13% de taxa interna de retorno real) e crescimento dos dividendos. Fatores que são impulsionados pela redução de custos, venda de ativos e espaço para alavancagem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por falar em alavancagem, os analistas estimam que os novos contratos firmados pela companhia devem aumentar a alavancagem da Copel de 1,5x para 2,2x até o final de 2024. 

O banco ainda estima um Dividend Yield — indicador que mede a rentabilidade dos dividendos de uma empresa em relação ao preço de suas ações — para a Copel de 6% em 2024, 10% em 2025, e 13% em 2026. Com isso, os acionistas podem esperar um retorno crescente em forma de proventos nos próximos anos, baseado no preço atual das ações.

Vale lembrar que, no mês de setembro, a companhia aprovou o pagamento de R$ 485,1 milhões em dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas. 

Apesar do marco importante para os negócios da Copel, o Goldman Sachs ainda aponta alguns riscos, como maior fiscalização da qualidade do serviço pelas autoridades reguladoras e pelo governo federal, além da interferência indevida do governo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o banco, os investidores também devem ficar atentos a outros fatores, como a abertura do mercado de distribuição, encargos setoriais, impacto do crescimento da geração solar distribuída, excesso de oferta de energia, energia descontratada e possíveis reduções no componente financeiro da Rede Básica Sistema Existente (RBSE).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DIRETO PARA O BOLSO

Tim (TIMS3) pagará R$ 390 milhões em JCP aos investidores; veja quem recebe o benefício

19 de março de 2026 - 10:03

O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026

DÍVIDAS

CSN (CSNA3) confirma fase final de negociação de empréstimo, com a venda da CSN Cimentos como garantia

19 de março de 2026 - 9:22

A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas

BALANÇO

PicPay apresenta o primeiro resultado desde o IPO, com lucro 136% maior no 4T25

18 de março de 2026 - 19:51

O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024

DISPUTA NO LAST MILE

Na guerra do e-commerce, vence o mais rápido: FII fecha contrato com Mercado Livre (MELI34) para galpão logístico sob medida em São Paulo

18 de março de 2026 - 16:01

O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo

INVESTOR DAY

Rombo do FGC bate à porta de banco capixaba: Banestes terá que desembolsar R$ 120 milhões após crise no Master, diz CFO

18 de março de 2026 - 15:33

Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração

VEM MAIS UM RESFRIADO AÍ?

Hapvida (HAPV3) cai até 6% com prévia da ANS e expectativa pessimista para o balanço do 4T25; o que pesou nas ações?

18 de março de 2026 - 15:05

O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo

ADEUS AO BRASIL?

Café com pipoca: 3corações compra marcas Yoki e Kitano por R$ 800 milhões, e General Mills deixa operações no Brasil

18 de março de 2026 - 9:39

3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil

NOVOS CEOS NO PEDAÇO

Cury (CURY3): troca no comando depois de três décadas traz algum risco? BTG Pactual responde

17 de março de 2026 - 18:39

Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia

DESDOBRAMENTO DAS CRISES

Adeus, Raízen (RAIZ4) e Pão de Açúcar (PCAR3): dupla com recuperações extrajudiciais é cortada do Ibovespa

17 de março de 2026 - 17:45

Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado

REPORTAGEM ESPECIAL

Oncoclínicas (ONCO3) tenta mais um resgate — agora com a Porto — enquanto perde CFO que lideraria o turnaround

17 de março de 2026 - 17:16

Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?

AFOGADA EM DÍVIDAS

CSN (CSNA3): com mais dívidas até 2027 que dinheiro em caixa, situação segue em deterioração, diz BB Investimentos

17 de março de 2026 - 15:04

Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco

CRÉDITO TRAVADO

Consignados do C6 Bank em xeque: INSS barra novos empréstimos — e banco terá que devolver R$ 300 milhões a aposentados

17 de março de 2026 - 11:07

Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça

O PIOR FICOU PARA TRÁS

Natura (NATU3) reverte prejuízo, lucra R$ 186 milhões no 4T25, demite 1.400 funcionários e relança Avon; agora vai?

17 de março de 2026 - 11:02

O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente

FICOU PARA FORA DO CAMPO

Brava Energia (BRAV3) tem compra de ativos cancelada após decisão da Petrobras (PETR4); entenda

17 de março de 2026 - 9:35

A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados

SEM SAÍDA?

Fim da linha: Banco Central decreta liquidação do Banco Master Múltiplo

17 de março de 2026 - 8:23

Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo

REORGANIZAÇÃO

O novo modelo de administração da Cury (CURY) após 35 anos terá dois copresidentes

16 de março de 2026 - 19:55

A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração

DE VOLTA PARA A DONA

Petrobras (PETR4) vai às compras e paga US$ 450 milhões por fatia da Petronas em dois campos

16 de março de 2026 - 19:45

Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio

CHUVA DE PROVENTOS

Dividendos e JCP: saiba quando Itaúsa (ITSA3) pagará R$ 1,3 bilhão aos acionistas

16 de março de 2026 - 19:38

O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses

RELAÇÃO MAIS PRÓXIMA

Nubank recebe aprovação unânime para fazer parte da Febraban

16 de março de 2026 - 18:02

A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): mesmo com concorrência sem misericórdia e poucos gatilhos à vista, ação guarda oportunidade rara, diz Itaú BBA

16 de março de 2026 - 15:33

Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar