🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

PASSOU LONGE DO LITIGIOSO

A Natura (NTCO3) pode valer mais para o acionista? A separação amigável que deve render bons dividendos e faz as ações dispararem

A gigante da beleza anunciou na noite de segunda-feira (5) que estuda a cisão das operações da América Latina e da Avon em negócios independentes; entenda como essa mudança pode ser vantajosa para quem tem os papéis da empresa — quem não tem, deve comprar?

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
6 de fevereiro de 2024
12:23 - atualizado às 14:42
Fachada de loja da Natura (NATU3)
Fachada de loja da Natura (NATU3) - Imagem: Divulgação/Natura

Ninguém casa pensando em separar e, quando se trata das empresas, pode-se dizer o mesmo. Quando a Natura comprou a The Body Shop (TBS), a Aesop e uniu as operações da América Latina e da Avon sob um mesmo guarda-chuva, a ideia era criar uma gigante da beleza com um pé em vários mercados e segmentos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que o tempo passou e a relação da Natura com todas as marcas ficou complicada. Por isso, desde o ano passado, a companhia vem desfazendo os matrimônios. 

Os papéis de venda da Aesop e da TBS já foram assinados e, nesta terça-feira (6), a Natura deu mais um passo na direção da separação. 

Dessa vez, a empresa iniciou estudos para tornar a Natura&Co América Latina (Latam) e a Avon negócios independentes — tudo de forma amigável. 

Prova disso é que o mercado recebeu bem a notícia e as ações NTOC3 lideram os ganhos do Ibovespa hoje. Por volta de 11h40, os papéis subiam 6,29%, cotados a R$ 17,07. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A separação de bens da Natura

A Natura informou na noite de segunda-feira (5) que recebeu autorização do conselho de administração para avaliar uma possível separação da operação da Natura na América Latina da Avon. A ideia é criar duas companhias independentes e de capital aberto

Leia Também

Segundo a própria Natura, a potencial separação dos dois ativos está em linha com a estratégia de simplificar sua estrutura corporativa e proporcionar mais autonomia para as unidades. 

O possível spin-off ainda está sendo avaliado, mas a Natura diz que a ideia é que as duas companhias tenham planos de negócio próprios, governança independente e equipes de gestão específicas. 

Atualmente, as duas empresas têm abrangências geográficas diferentes e, de acordo com a Natura, essa diferença se estende aos perfis dos consumidores e também às consultoras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Os balanços do 4T23 já estão sendo publicados: receba em primeira mão a análise dos profissionais da Empiricus Research e saiba quais ações comprar neste momento. É totalmente gratuito – basta clicar aqui.

Natura: uma separação sem traumas

Não é raro que a separação deixe traumas no casal e nos filhos. No caso da Natura, no entanto, essa cisão não só foi bem recebida pelo mercado como também é vista com bons olhos pelos analistas.

O Citi, por exemplo, diz que a separação é consistente com a estratégia da diretoria executiva de simplificar a Natura — que originalmente consistia em quatro negócios diferentes.

De acordo com o banco, a Latam autônoma deve comandar múltiplos mais altos, dada a margem elevada — 12% a 13% de margem Ebitda esperada para 2023 contra 7% para a Avon —, maior potencial de crescimento (via marca Natura) e negócios simplificados e de menor risco em geral. 

Nos cálculos do Citi, supondo que a Avon seja negociada a 5-6 vezes, a Latam chegaria a 7-8 vezes o múltiplo  valor da firma sobre o ebitda (EV/Ebitda) esperado para 2024 — o que ainda é um grande desconto para os players globais de beleza como Coty, L'Oreal, Shiseido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Em nosso preço-alvo, a Latam estaria próxima de 10 vezes o EV/Ebitda", dizem os analistas do Citi. 

ONDE INVESTIR EM FEVEREIRO: AÇÕES, DIVIDENDOS, FIIS, BDRS E CRIPTOMOEDAS - MELHORES INVESTIMENTOS

A XP avalia que a potencial separação dos negócios da América Latina e da Avon reforça a estratégia da companhia de simplificar a estrutura corporativa e destravar valor, com expectativa de que o preço sobre o lucro (P/L) diminua ante os múltiplos atuais de 20 vezes o esperado para 2024, excluindo alocação de preço de compra (PPA).

"Apesar de vermos potenciais custos relacionados ao legado da Natura, provavelmente relacionados a royalties/taxas sobre a Avon, acreditamos que esse impacto deve ser mais que compensado pela remoção da estrutura pesada da Avon Internacional", afirmam os analistas.

A corretora acredita ainda que a separação, se levada adiante, deve ser materializada em uma janela de tempo relativamente curta, uma vez que a Natura levou entre três e seis meses para anunciar as vendas da Aesop e The Body Shop, respectivamente, do dia em que os estudos foram anunciados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o Bradesco BBI estima que a potencial cisão deve gerar um impulso positivo para as ações da Natura, à medida que a gestão continua avançando na agenda de simplificação do grupo. 

Para o BBI, as complexidades da Avon International, como a ampla dispersão geográfica, a exposição aos mercados desenvolvidos e a lucratividade limitada, têm prejudicado os números consolidados da Natura e impulsionaram a decisão de a companhia iniciar estudos para a cisão.

"Em nossa opinião, as operações da Natura&Co na América Latina poderiam guiar múltiplos mais elevados como uma entidade separada", afirmam os analistas. 

Eles estimam que se a nova empresa latino-americana for negociada a um múltiplo superior a 6 vezes o EV/Ebitda da Natura — em linha com a média histórica da empresa entre 2016 e 2017 — pode haver um aumento no valor para os acionistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale a pena comprar as ações da Natura agora?

A resposta para essa pergunta é sim. O Citi tem recomendação de compra para as ações da Natura, com preço-alvo de R$ 21 — o que representa um potencial de valorização de 30,8% em relação ao fechamento de segunda-feira (5).

A XP reiterou hoje a recomendação de compra para Natura, considerando valuation atrativo e potenciais valores a serem destravados, por exemplo com a separação da Avon Internacional e com o pagamento de um dividendo extraordinário para ajustar a estrutura de capital.

O BBI também reiterou a recomendação de compra para a ação da Natura, com preço-alvo de R$ 23 — o que representa um potencial de valorização de 43,2% sobre o último fechamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DEPOIS DA OPA

Sabesp (SBSP3) reforça aposta na Emae e desembolsa R$ 171,6 milhões por nova fatia

13 de março de 2026 - 10:32

Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação

SINAL DE ALERTA

Oncoclínicas (ONCO3) à beira de um calote? Por que a Fitch rebaixou o rating da empresa pela 2ª vez no mês

13 de março de 2026 - 9:54

Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida

JÁ NÃO ESTÁ BARATO

Voar vai ficar (ainda) mais caro: alta do petróleo afeta passagens aéreas, diz presidente da Gol (GOLL54)

13 de março de 2026 - 9:34

O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens

MAIS PROVENTOS

Privatização no horizonte e dinheiro no bolso: Copasa (CSMG3) aprova novo JCP aos acionistas; veja quem tem direito ao pagamento

13 de março de 2026 - 8:30

Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta

NOVA FASE

Magazine Luiza (MGLU3) inicia novo ciclo e quer acelerar o e-commerce — mas ainda se recusa a entrar na guerra de Shopee e Mercado Livre

12 de março de 2026 - 19:05

Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços

BALANÇO

Selic ainda aperta o Magazine Luiza (MGLU3): lucro cai 55% no 4T25 com pressão das despesas financeiras; lojas físicas seguram vendas

12 de março de 2026 - 19:01

O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados

REESTRUTURAÇÕES EM ALTA

Quando a conta chega: por que gigantes como Raízen, Oi, GPA e Americanas recorreram à recuperação para reorganizar bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 18:01

As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras

MINERAÇÃO

CSN (CSNA3) despenca após resultado, com queima de caixa e dívida ainda maior: China e até guerra afetam a companhia

12 de março de 2026 - 15:40

A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil

NA MODA

O que Safra e BB Investimentos viram na Lojas Renner (LREN3)? Veja por que a ação pode subir até 40%

12 de março de 2026 - 15:15

“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra

BRIGA DE GIGANTES

A ameaça da Shopee: Mercado Livre (MELI34) é rebaixado pelo JP Morgan por preocupações com a concorrência, e ações caem

12 de março de 2026 - 12:45

O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026

CENÁRIO INCERTO

Casas Bahia (BHIA3) virou a página da sua dívida, mas cenário ainda é preocupante: entenda o que mexe com a empresa agora

12 de março de 2026 - 12:15

A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.

NA CORDA BAMBA

CSN (CSNA3) volta ao vermelho no 4T25 e prejuízo dispara 748% em um ano. O que pesou no balanço?

12 de março de 2026 - 10:01

Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas

VAI PAGAR?

Raízen (RAIZ4): S&P Global rebaixa rating para ‘calote seletivo’ após pedido de recuperação de R$ 65 bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 9:43

O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária

RESULTADO

Casas Bahia (BHIA3) corta prejuízo em 82% no 4T25, mas ainda amarga perda bilionária no ano; veja os destaques do balanço

12 de março de 2026 - 7:57

Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação

DEPOIS DA RE

Nada é tão ruim que não possa piorar: Citi abandona ações do GPA (PCAR3) e Fitch corta rating

11 de março de 2026 - 19:47

O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C

CRESCIMENTO ESTRUTURAL

Já deu para a WEG (WEGE3)? Por que analistas veem menos gatilhos para a ação no curto prazo mesmo com tese positiva

11 de março de 2026 - 19:23

Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo

SD ENTREVISTA

Espaçolaser (ESPA3) tem lucro maior no 4T25, vê ano de virada e quer estar pronta para a volta das small caps na bolsa, diz CFO

11 de março de 2026 - 19:07

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores

VAI PINGAR NA CONTA?

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3) vêm aí — mas há condição para o pagamento aos acionistas

11 de março de 2026 - 18:45

A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos

AMIGOS, AMIGOS, NEGÓCIOS À PARTE

Cobrança de R$ 170 milhões da Casas Bahia empurrou o Grupo Pão de Açúcar para a recuperação judicial; entenda a discussão entre as ex-parceiras

11 de março de 2026 - 17:33

“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar

VACAS MAGRAS

Além do Oriente Médio, EUA e China também afetam os frigoríficos e até o preço da carne do seu churrasco

11 de março de 2026 - 15:07

Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar