🔴 CRIPTO VOLTOU? VEJA COMO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 214 VEZES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

LEVANTAMENTO DA ANBIMA

Sem IPOs, empresas apostam na renda fixa e captam valor recorde de R$ 542 bilhões no mercado de capitais neste ano; debêntures e FIDCs são destaques

Do total captado até setembro, a grande maioria veio da classe, cujo ativo de maior destaque são as debêntures, especialmente de infraestrutura

renda fixa inflação ipca títulos debêntures crédito privado
Imagem: Montagem Canva Pro

Com o ano difícil para emissões na bolsa, as empresas aumentaram a aposta na renda fixa como uma forma para levantar dinheiro para o caixa. A classe foi a grande responsável pelo recorde de captação já registrado pelas companhia em 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As empresas captaram R$ 541,9 bilhões no mercado de capitais entre janeiro e setembro. O valor é o maior para o período e também supera em 15,9% todo o ano de 2023, segundo dados divulgados na nesta terça-feira (22) pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Desse total, a maioria, ou R$ 480,7 bilhões, veio de papéis de renda fixa, com as debêntures como o principal destaque dentro da categoria. As empresas levantaram R$ 315 bilhões nos primeiros nove meses de 2024 por meio de títulos do tipo, número maior que a soma captada em 2023 inteiro, de R$ 236 bilhões.

  • VEJA TAMBÉM: EQI Research libera carteira recomendada com títulos para buscar 1% ao mês de retorno na renda fixa; acesse gratuitamente

Debêntures de infraestrutura são destaque

Setores ligados à infraestrutura responderam por 45,7% do volume captado em debêntures este ano, de acordo com a Anbima. Esse tipo de ativo é incentivado, ou seja, tem algum benefício tributário. No caso das debêntures de infraestrutura, a vantagem é a isenção de Imposto de Renda.

Além disso, outra característica que marcou o período é que as empresas de capital fechado aumentaram as captações com debêntures e notas comerciais e já estão entre os principais emissores. Em quantidade, esse tipo de companhia respondeu por mais de 50% das emissões este ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o prazo médio dos papéis vendidos no mercado tem sido de 7,9 anos, abaixo dos 8,6 anos de 2023, enquanto as emissões de debêntures têm crescido em valor. Foram 110 ofertas neste ano acima de R$ 1 bilhão cada, contra 74 no ano passado. Ao todo, 448 empresas fizeram emissões este ano.

Leia Também

OLHO NO PIX

IRPF 2026: dinheiro de lote de restituição da malha fina do imposto de renda cai hoje na conta

SEM DESCONTO

Greve na Caixa: Justiça do Trabalho toma decisão e banco anuncia quando as agências reabrem

Os fundos de investimento estão entre os maiores compradores dos ativos, animados pelo fluxo de investimentos nesse tipo de aplicações. Eles responderam pela aquisição de 51,1% dos papéis no terceiro trimestre, ante 27,2% no mesmo período do ano passado.

  • Não é LCI, nem LCA, nem LCD: analista de renda fixa recomenda outros títulos para aproveitar o ciclo de alta dos juros no Brasil; veja quais

FIDCs lideram em número de operações

Após as debêntures, os fundos de recebíveis (FIDC) foram outro destaque em captações dentro da renda fixa, com R$ 48,2 bilhões de janeiro a setembro. Os fundos do tipo também lideram em número de operações nos nove meses de 2024, com 625 novos produtos criados.

Em seguida aparecem os certificados de recebíveis imobiliários (CRI), com R$ 42 bilhões captados, e os agrícolas (CRA), com R$ 29 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"É um ano para ser comemorado e com as perspectivas cada vez mais positivas", disse o diretor da Anbima, César Mindof, em conversa com jornalistas.

Já as ofertas de ações continuam decepcionando. Somaram R$ 21,8 bilhões este ano, puxadas pela privatização da Sabesp. A queda em volume levantado foi de 25% na comparação com o mesmo período de 2023. Em número de ofertas, houve recuo de 53%.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 29 de setembro de 2026 - 9:59
Lotofácil tem ganhadores na beira do mar. 29 de setembro de 2026 - 7:25
Celular com homem usando plataformas de apostas online 28 de setembro de 2026 - 17:16
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 28 de setembro de 2026 - 12:00
Novo RG terá tecnologia blockchain 28 de setembro de 2026 - 9:27
Bill Gates 27 de setembro de 2026 - 17:01
Especialistas discutem cenário para o Brasil durante o Inter Invest Summit. Foto: Divulgação 26 de setembro de 2026 - 17:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 26 de setembro de 2026 - 16:08
Dolphin Mini 26 de setembro de 2026 - 15:00
26 de setembro de 2026 - 11:24
IA, Dinheiro, lucro, Esquecido 26 de setembro de 2026 - 9:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar