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Banco Central divulgou o primeiro Boletim Focus do ano; em 2023, resultados para os principais indicadores econômicos foram bem diferentes das previsões iniciais
Se a taxa de câmbio foi criada para humilhar os economistas, como diz o ditado, desde a pandemia tem sido difícil para esses profissionais acertarem também outras estimativas, como a do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Mas será que em 2024 eles finalmente vão acertar?
Foi divulgada nesta terça-feira (02) o primeiro Boletim Focus do novo ano, pesquisa do Banco Central feita semanalmente com os economistas das instituições financeiras do país, com coleta de dados efetuada na última semana de 2023.
Recentemente, comparamos os dados de PIB, inflação, câmbio e taxa Selic no fim do ano passado com o que previa o primeiro Focus de 2023 e constatamos que, quando o ano começou, as estimativas dos economistas para o Brasil eram bem mais pessimistas. Explicamos por que os números acabaram saindo melhores que o esperado nesta reportagem.
Assim, vale a pena ficar de olho agora para ver se, assim como ocorreu no ano passado, a visão dos economistas pode acabar mudando ao longo de 2024, e se algum acontecimento pode levar o resultado do ano a ficar bem diferente do inicialmente esperado.
Veja as previsões das instituições financeiras para 2024, segundo o primeiro Boletim Focus do ano:
Para 2024, os economistas esperam uma inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) de 3,90%, apenas ligeiramente abaixo da estimativa da semana passada, de 3,91%.
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Lembrando que a meta da inflação oficial caiu de 3,25% em 2023 para apenas 3,00% neste ano, com uma tolerância de 1,50 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, ela pode variar de 1,50% a 4,50%.
Isso significa que as instituições financeiras esperam uma inflação ainda um pouco acima do centro da meta, mas dentro do intervalo de tolerância.
Para 2023, a estimativa é de um IPCA de 4,46%, também acima da meta de 3,25%, mas dentro do intervalo de tolerância, que vai até 4,75%. A inflação de 2023 será divulgada pelo IBGE no dia 11 de janeiro.
Já para o crescimento do PIB é esperada uma desaceleração em relação a 2023. Enquanto para o ano passado a estimativa é de alta de 2,92% (o PIB de 2023 será divulgado no dia 1º de março), para 2024 os economistas esperam um crescimento econômico de apenas 1,52%, mesma estimativa da semana passada.
A meta para a Selic encerrou 2023 a 11,75% ao ano, mas no início do ano, os economistas ouvidos pelo Focus esperavam que a taxa básica chegasse ao fim de dezembro em 12,25%.
Para 2024, a estimativa das instituições financeiras é de que o ciclo de corte de juros prossiga até a Selic atingir 9,00% ao fim do ano. Há ainda uma expectativa de que os cortes prossigam em 2025, até que a taxa básica chegue a 8,50% no fim do ano. Ambas as estimativas são as mesmas da semana passada.
Eis o indicador mais difícil de acertar, dadas as inúmeras variáveis que afetam as taxas de câmbio. No início de 2023, os economistas ouvidos pelo Focus esperavam que o dólar terminasse o ano cotado a R$ 5,28. O resultado foi bem diferente: R$ 4,85 na cotação à vista e R$ 4,84 na cotação PTAX.
Para 2024, a estimativa das instituições financeiras é de um dólar cotado a R$ 5,00 no fim do ano, ou seja, com uma apreciação em relação ao patamar atual.
Se já é difícil acertar o que vai acontecer com as principais variáveis econômicas daqui a um ano, que dirá para prazos maiores. Mas como todos precisamos de um norte para tomar decisões de investimento, o Focus também traz as previsões dos economistas para 2025 e 2026. Confira:
| Indicador | 2025 | 2026 |
| IPCA | 3,50% | 3,50% |
| Crescimento do PIB | 2,00% | 2,00% |
| Selic | 8,50% | 8,50% |
| Dólar | R$ 5,03 | R$ 5,10 |
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