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Com destaque para a BYD, as marcas chinesas chegam com força. Mas as montadoras tradicionais também pretendem avançar nesse mercado
Na segunda parte da série especial do Seu Dinheiro sobre os lançamentos no mercado brasileiro em 2024, chegou a vez dos carros elétricos e híbridos.
Com destaque para a BYD, as marcas chinesas chegam com força. Mas as montadoras tradicionais como Fiat e GM também pretendem avançar nesse mercado.
Destaque ainda para a Volvo, que promete trazer seus modelos elétricos com “preço chinês” ao país.
Então confira a seguir os principais lançamentos de carros elétricos e híbridos para este ano:
Os dois SUVs da Fiat vão estrear no segundo semestre os motores híbridos-flex leves, ou sistema Bio-Hybrid, conjunto que já atende às novas normas de emissões Proconve P8, que entram em vigor a partir de 2025.
Este será o primeiro passo do grupo Stellantis na eletrificação nacional, que avançará para níveis mais elevados. Os motores a combustão serão os atuais 1.0 e 1.3 turbo, que vão operar com o sistema elétrico.
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Com essa tecnologia chamada de MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle), um motor elétrico alimentado por uma bateria de pequena capacidade auxilia o motor flex em situações como partida, acionamento de sistemas elétricos e em acelerações.
Além da redução de consumo de combustível e emissões, o veículo ganha em desempenho.
Antes de iniciar a produção do híbrido plug-in Song Plus em Camaçari (BA), a BYD vai importar em 2024 a versão Pro do Song, que aqui no Brasil será a opção de entrada do SUV chinês.
Com design atualizado e menos cupê, ele é um pouco maior em comprimento, mas tem entre-eixos 5 cm menor.
Conjunto mecânico e elétrico terão menos potência e a bateria, menor alcance. Ao ter a produção do híbrido nacionalizada, o Song Plus receberá o estilo atualizado, além de opções mais potentes de motor e baterias de maior capacidade.
A retomada do imposto de importação para eletrificados fez a GWM direcionar seus esforços inicialmente aos SUVs híbridos que já traz da China e são sucesso de vendas.
A linha de produção da fábrica em Iracemápolis (SP) começa a ser adaptada para receber a família Haval H6, para que consiga manter sua estratégia agressiva de preços.
Em princípio, os modelos nacionais seriam montados em regime CKD (quase todos os componentes vindos da China e apenas montados aqui), sem grandes mudanças em relação aos atuais modelos Haval H6 (HEV, PHEV e GT) importados.

Com a nova geração do SUV grande, a Honda completa o portfólio prometido em 2022 para o Brasil e com mais um modelo híbrido, além de Civic e Accord.
Para ser seu novo topo de linha, o CR-V deve desembarcar nos três primeiros meses do ano no país, vindo do México.
O conjunto motriz é o mesmo e:HEV de 2 litros aspirado de 147 cv que atua em velocidades mais altas. A partir da transmissão e-CVT, funcionam dois motores elétricos, um como gerador e outro para tração com 184 cv. O sistema é híbrido autorrecarregável.
Antes mesmo do início da produção do Yaris Cross, é possível que Corolla Cross e o sedã Corolla recebam atualizações em seu motor 1.8 junto a uma nova geração do sistema híbrido autorrecarregável, com baterias mais eficientes, o que elevará a potência do SUV e sedã eletrificados.

Apresentado ano passado na China, o QX é o primeiro veículo híbrido plug-in da JAC e será vendido no Brasil este ano. O motor a gasolina é o 1.5 de 110 cv, curiosamente fornecido pela BYD.
Junto com o propulsor elétrico, a autonomia combinada chega a cerca de 1.000 km. Apenas no modo elétrico, segundo a JAC, o SUV roda 110 km. Em porte, aqui no Brasil vai brigar com o BYD Song Plus e o GWM Haval H6, ambos híbridos plug-in.

Há mais tempo no mercado com proposta de eletrificação do portfólio, a JAC quer medir forças com as conterrâneas BYD e GWM.
Aguardado para o primeiro semestre, o Yiwei 3 (ou JAC EV3) é a resposta a Dolphin e Ora 03. Acima do subcompacto EJS-1, o novo compacto elétrico da JAC se destaca pelos faróis e lanternas arredondados, capô arqueado e maçanetas embutidas.
Entre os diferenciais, autonomia superior aos rivais (cerca de 500 km) e ampla tela multimídia de 15,6”. As novas baterias de sódio prometem maior eficiência com custo de produção menor.

A próxima cartada da chinesa BYD já foi anunciada: a marca que faz sucesso com o 100% elétrico Dolphin, vai trazer ainda no primeiro trimestre o Seagull ou Dolphin Mini, como deve ser chamado o seu elétrico de entrada.
Embora seja importado e tenha em seu custo o imposto de importação, a BYD deve vir com uma estratégia agressiva de preços.
Com 3,78 m de comprimento, ou 20 cm menor que o Dolphin, o Seagull é um subcompacto urbano. O motor elétrico entrega 74 cv de potência e bateria com capacidade um pouco menor do que a do Dolphin, capaz de levá-lo a cerca de 300 km de autonomia.
Conforme sua recepção, o Dolphin Mini também poderá ter produção na Bahia, junto com o Dolphin, Yuan Plus e Song Plus.

Anunciado oficialmente pela GM no ano passado, o Blazer EV é esperado para o Brasil em meados de 2024 e pode atrasar. Isso porque as vendas foram suspensas nos EUA por um problema no software que afeta sistemas elétricos e chegou a causar pane em algumas unidades naquele país.
O SUV elétrico, produzido no México, utiliza a plataforma modular Ultium, que permite diferentes combinações de motores e baterias com uma composição química mais avançada, segundo a marca.
O atual Blazer em nada lembra o utilitário vendido no Brasil entre 1996 e 2011. O SUV elétrico exibe design moderno e pode ter motor que supera os 500 cv e autonomia acima de 400 km.
Outro elétrico aguardado para 2024, o novo SUV chega depois do Blazer EV e também em nada lembra o atual Equinox à venda por aqui. Dotado da plataforma Ultium, o SUV será produzido no México, após atrasos em seu cronograma.
Maior que o Blazer, deverá chegar ao Brasil na versão de entrada, 4x2, com motor de 213 cv de potência e autonomia de 330 km. De acordo com a própria GM, o Equinox EV virá ocupar o posto de mais acessível desta nova família de elétricos da marca no Brasil.

A importadora que representa a marca sul-coreana no Brasil já anunciou a chegada do SUV elétrico para o primeiro semestre de 2024.
Com design ousado e futurista, 5 metros de comprimento e espaço para 7 ocupantes, o EV9 vem equipado com motor elétrico que conforme a versão pode render de 204 a 384 cv de potência. Mas a Kia ainda não anunciou qual modelo trará.
Por dentro, o painel de instrumentos se junta numa peça só com o imenso multimídia, enquanto câmeras atuam nos espelhos retrovisores. A disposição dos assentos é modular: é possível montar três fileiras com 2 poltronas ou ainda girar os bancos da segunda fileira e formar uma espécie de sala de estar.

O SUV elétrico da marca sueca representará um novo capítulo de sua história desde quando eletrificou seu portfólio. E também vai revolucionar os elétricos no país por sua proposta ousada.
Com o EX30, a pretensão é dobrar as vendas no Brasil – dos atuais 7.500 para 15 mil unidades ao ano. Para isso, seu SUV de entrada ou “baixo custo”, já em pré-venda, vai custar perto de R$ 240 mil (considerando o repasse do imposto de importação), com chegada prevista em maio.
O preço é praticamente chinês, de onde sai a produção — afinal a marca sueca pertence à Geely. Com porte de SUV compacto, o EX30 terá bateria de 51 ou 69 kWh para o mesmo motor de 276 cv. O que muda é a autonomia: 240 km ou 330 km conforme a capacidade da bateria.
Diferentemente do EX30, o EX90 representa o que há de mais moderno na marca sueca em eletrificação. Aliás, essa é uma evolução do XC90, agora sobre nova plataforma e tecnologias avançadas de direção, conectividade e segurança.
Com previsão de estrear no Brasil no segundo semestre, o SUV de 7 lugares conta, na versão topo de linha, com dois motores com potência combinada de 517 cv, enquanto a bateria de 111 kWh tem estimativa de lhe dar alcance de 420 km.
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