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Embora tenha ficado bem perto do teto da meta, inflação oficial fechou 2023 em 4,62%, desacelerando em relação aos 5,79% de 2022

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, provavelmente respirou aliviado ao ver o resultado do IPCA de 2023, divulgado na manhã desta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Pela primeira vez desde a concessão de autonomia formal ao BC, em 2021, a inflação oficial no Brasil fechou o ano passado dentro da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Diante disso, Campos Neto não precisará se explicar diretamente ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e à ministra do Planejamento, Simone Tebet — e indiretamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Isso porque a legislação determina que, quando o BC não cumpre a meta de inflação (como aconteceu em 2021 e 2022), o presidente da autarquia precisa enviar uma carta aos demais integrantes do CMN explicando por que isso ocorreu.
O IPCA de dezembro veio um pouco mais salgado do que se esperava, impactado pela alta nos preços dos alimentos e dos transportes.
O indicador acelerou de +0,28% para +0,56% na passagem de novembro para dezembro. Analistas esperavam uma alta de 0,49% na leitura mensal.
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Já no acumulado do ano, a inflação oficial fechou em 4,62%. Embora tenha vindo acima da mediana das expectativas (+4,55%), o índice desacelerou na comparação com novembro (+4,68%) e permaneceu abaixo do teto da meta para 2023. A saber, 4,75%.
Com o resultado, 2023 marcou o segundo ano seguido de desaceleração do índice de preços ao consumidor.
Em 2021, sob o impacto da pandemia de covid-19, o IPCA fechou o ano em 10,06%, maior índice desde 2015 bem acima da meta de 3,75%.
Em 2022, em meio a acelerado processo de aperto monetário que levou a taxa básica de juros a 13,75% ao ano, a inflação oficial desacelerou para 5,79%, mas ainda acima da meta para aquele ano.
Em agosto de 2023, depois de considerar que o processo de desinflação enfim estava consolidado, o Comitê de Política Monetária do BC começou a cortar os juros.
Mesmo assim, a inflação seguiu em desaceleração e finalmente fechou o ano dentro da meta, embora bem perto do teto.
O desafio do Banco Central agora é fazer com que a inflação embarque em uma viagem para o centro da meta.
Na última edição do boletim Focus, a mediana das estimativas dos economistas de mercado mostra a inflação fechando 2024 em 3,90%.
Apesar de representar mais uma desaceleração e de estar no escopo do alvo para este ano, que vai de 1,50% a 4,50%, o caminho para o centro da meta (3,00%) ainda é longo e tende a manter os diretores do BC atentos e cautelosos em relação a cortes mais ousados nos juros ao longo deste ano.
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