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Da Ford Ranger ao Polo, elencamos os carros com maior autonomia à venda no Brasil, perfeitos para aquela viagem e para quem detesta parar no posto para abastecer
Gosta de viajar de carro? Não importa a distância, a vontade é sempre de chegar logo ao destino. E se for para abastecer, o ideal é que seja apenas para fazer um lanche rápido. Hoje, com o crescimento da venda dos carros elétricos, a autonomia passou a ser fundamental e fator decisivo para a compra de um veículo.
Até porque parar para colocar etanol, gasolina ou diesel leva pouco tempo. Mas recarregar um modelo 100% elétrico pode levar horas, dependendo do tipo de carregador.
A autonomia, que tanto se fala, significa a quilometragem que o carro faz sem parar para abastecer – a partir do tanque de combustível cheio ou 100% de carga na bateria.
Quando falamos de carros térmicos, ou a combustão, a autonomia não necessariamente representa que um modelo é eficiente. Muitas vezes ele é beberrão, mas possui um generoso tanque de combustível, o que faz com que rode muito mais.
O contrário também é verdadeiro: carros com pouca autonomia podem ser econômicos. Tudo depende da capacidade do tanque.
Os engenheiros quebram a cabeça: um tanque maior pode melhorar a autonomia, mas deixa o carro mais pesado, o que afeta seu consumo (e eficiência).
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Para saber a autonomia do carro, a conta é fácil: basta multiplicar o consumo pelo tamanho do tanque. Ou seja, um carro que faz 10 km/l de consumo com gasolina, por exemplo, e tem um tanque de 50 litros, entrega uma autonomia de 500 km.
Quanto melhor o consumo de combustível e o tamanho do tanque, o resultado é ter muitos quilômetros para rodar.
Consumo e autonomia podem variar conforme as condições de rodagem (cidade ou estrada), topografia, manutenção do veículo, clima e até a forma de dirigir.
Numa estrada plana a 90 km/h, com o ar-condicionado numa temperatura agradável, pneus calibrados, manutenção (revisões) em dia e sem acelerações bruscas, a autonomia tende a ser maior.
No levantamento exclusivo feito pelo Seu Dinheiro, as autonomias campeãs são dos modelos híbridos, com tecnologias que nem precisam de tomada.
Compactos mais acessíveis do mercado também se destacam, assim como alguns veteranos a diesel (que tendem a sumir do mercado, nos próximos anos, e ficarem mais restritos a modelos comerciais).
E os elétricos ainda têm um percurso a desbravar: as autonomias ainda são baixas e as baterias, pesadas. Outra desvantagem é a inviabilidade de usá-los em viagens longas.
Mesmo em carregadores rápidos, uma recarga não leva menos de meia hora e o motorista pode correr o risco de ter de encarar uma fila de espera no eletroposto. No ranking, destaque à BMW: dos cinco elétricos de maior autonomia, quatro são da marca bávara.
Se é autonomia que você procura em um carro, vamos elencar a seguir os veículos de maior autonomia, divididos entre diesel, flex (gasolina), híbridos e elétricos.
As medições são baseadas na tabela mais recente do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), coordenado pelo Inmetro. O critério foi multiplicar sua melhor medição de consumo (cidade ou estrada), conforme o tipo do carro, pelo tamanho do tanque.
No caso dos modelos diesel e flex ou gasolina, a medição se baseou onde o consumo é menor, ou seja, em percurso rodoviário, e com gasolina (no caso dos flex), que é um combustível de maior rendimento. Já entre os híbridos, alguns têm maior eficiência na cidade. Entre os elétricos, a autonomia é indicada pelo próprio Inmetro. Confira!
Marca/modelo | Consumo (km/l) (cidade/estrada) | Tanque (litros) | Autonomia (km) |
| 1º Ford Ranger 4x2 | 10,1/12,4 | 80 | 992 |
| 2º Mitsubishi L200 | 10,5/12,5 | 76 | 950 |
| 3º Toyota Hilux MT | 10,3/11,8 | 80 | 944 |
| 4º Ford Ranger 4x4 | 10/11,5 | 80 | 920 |
| 5º Toyota SW4 | 9,8/11,2 | 80 | 896 |
A nova geração deu um salto qualitativo à picape, que traz o novo motor 2.0 EcoBlue turbodiesel de 170 cv e transmissão automática de 6 velocidades. A Ranger usa ainda um tanque de Arla 32 para atender às regras de emissões. De toda a gama, este é o mais econômico e o que vai mais longe com um tanque de diesel.
Esta é uma das versões mais simples da picape, feita em Catalão (GO), bem voltada ao trabalho, com tração 4x4 e cabine dupla. Seu motor é o 2.4 turbodiesel de 190 cv acoplado ao câmbio manual de 6 marchas.
A picape média faz parte da família líder do segmento e nessa versão de cabine dupla e tração nas quatro rodas, traz o motor turbodiesel 2.8 de 204 cv que trabalha com o câmbio manual de 6 marchas. A combinação entrega o melhor consumo da linha.
O que a diferencia da picape mais econômica é a tração 4x4, que faz seu consumo ser um pouco maior. Traz o mesmo motor 2.0 TD de 170 cv e câmbio A6. Toda a linha Ranger é fabricada na Argentina.
Dos modelos de maior autonomia a diesel, este é o único da lista a ser um SUV grande. Traz o mesmo conjunto mecânico da picape, ambos produzidos na Argentina, com motor TD 2.8 de 204 cv.
Marca/modelo segmento | Consumo gasolina (km/l) (cidade/estrada) | Tanque (litros) | Autonomia (km) |
| 1º Ford F-150 | 6,3/8,6 | 136 | 1.170 |
| 2º Volkswagen Polo TSI 1.0 M5 | 13,7/16,1 | 52 | 837 |
| 3º BMW 320i | 10,7/13,2 | 63 | 832 |
| 4º Volkswagen Virtus TSI M5 | 13,5/15,9 | 52 | 827 |
| 5º Fiat Strada Endurance 1.3 M5 | 13,1/14,2 | 55 | 781 |
A picape grande nem é tão eficiente, mas seu imenso tanque de gasolina garante que ela chegue mais longe, em percurso na estrada. Em percurso urbano pode alcançar 857 km. Seu motor é o V8 de 5 litros que rende 405 cv. A F-150 é importada dos EUA.

O automóvel mais vendido do Brasil em 2023 também é um dos mais econômicos e de longa autonomia. O compacto usa motor turboflex 1.0 de 109 (gasolina) e 116 (etanol) cv e tem consumo excelente, acoplado ao câmbio manual de 5 marchas. Na cidade, sua autonomia é de 712 km.
Montado em Araquari (SC), este sedã vem equipado com motor de 4 cilindros 2.0 turboflex de 184 cv e transmissão automática com 8 marchas e tração traseira. Tem um excelente consumo pelo que entrega de desempenho.
A versão sedã do Polo mostra sua eficiência e faz a dobradinha entre os modelos flex de maior autonomia (na cidade chega a 702 km com um único tanque de gasolina). Repete o motor 1.0 turbo de até 116 cv do hatch.
O veículo mais vendido do Brasil há 3 anos seguidos também se destaca na autonomia. A versão de entrada, tanto de cabine simples como dupla, ganhou para a linha 2024 o motor Firefly 1.3 de até 107 cv com etanol e 101 cv com gasolina. Nesta versão, o câmbio é manual de 5 marchas.
Marca/modelo segmento | Consumo gasolina (km/l) (cidade/estrada) | Tanque (litros) | Autonomia (km) |
| 1º Ford Maverick Hybrid (HEV) | 15,7/13,6 | 67 | 1.052* |
| 2º Land Rover Discovery (MHEV) | 9,5/11,4 | 89 | 1.015 |
| 3º Land Rover Defender 110 (MHEV) | 9,9/11,4 | 89 | 1.014 |
| 4º Mercedes-Benz GLE | 10/12,8 | 85 | 1.008 |
| 5º Toyota RAV4 | 17,1/14,5 | 55 | 940* |
A primeira picape híbrida no Brasil é o destaque de autonomia nesse segmento de eletrificados. Seu motor 2.5 a gasolina rende 194 cv de potência combinada e tração 4x2. O gerenciamento entre os motores elétrico e a gasolina é automático e a picape híbrida (HEV) não precisa de recarga na tomada. Uma de suas características é ser mais eficiente na cidade do que na estrada. No percurso rodoviário, a picape chega a 911 km.
O tradicional SUV vem equipado com motor turbodiesel 3.0 Ingenium rende 300 cv de potência e que trabalha junto com um alternador, que usa a rotação do motor para gerar corrente elétrica e recuperar energia quando o carro desacelera. Por isso ele é um híbrido leve. O câmbio é automático de 8 marchas e a tração é 4x4.

A nova geração do robusto e luxuoso SUV, importada da Eslováquia, se destaca por suas habilidades 4x4. O motor é o mesmo usado no Discovery, 3.0 turbodiesel de 300 cv híbrido leve (MHEV), um pouco mais eficiente. Assim como no Discovery, seu imenso tanque de gasolina ajuda a lhe dar maior alcance.
Renovado no final 2023, o GLE Coupé 2024 traz sistema híbrido leve de 48 volts, que atua com o motor 3.0 turbodiesel de 6 cilindros em linha com 367 cv de potência, conjunto que lhe garante um longo alcance.
SUV médio HEV, importado do Japão, utiliza quatro motores: um a gasolina 2.5 de 178 cv e outros três elétricos de 120 cv. Combinados geram 222 cv de potência. O câmbio é CVT com simulação de 6 marchas, tração 4×2 (dianteira) e 4x4 elétrica (eixo traseiro com motor elétrico). A economia na cidade lhe garante a boa autonomia, enquanto na estrada ele chega a 797 km.
Marca/modelo segmento | Autonomia (km) |
| 1º BMW ix50 | 528 |
| 2º BMW i7 | 479 |
| 3º BMW i4 | 422 |
| 4º Mercedes-Benz EQS450 | 411 |
| 5º BMW iX3 | 381 |
Um dos modelos elétricos mais potentes e topo de linha da marca alemã traz dois motores. No eixo dianteiro, um elétrico de 272 cv e atrás, 340 cv. Combinados geram 523 cv e brutais 78 kgfm de torque. Segundo a BMW, faz de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos. A bateria de 111,5 kWh garante a melhor autonomia de um carro EV vendido no Brasil.
A versão elétrica da Série 7 traz dois motores elétricos, um em cada eixo, que totalizam 544 cv de potência e 76 kgfm de torque. A aceleração de 0 a 100 km/h acontece em 4,7 s. A boa autonomia conta com a bateria de 101,7 kWh (líquidos).
Focado em autonomia, o sedã tem 340 cv de potência (250 kW) e 43,8 kgfm de torque instantâneo. Com esse conjunto, acelera de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos e tem bateria de 80,7kWh, que proporcionam até 422 quilômetros de autonomia.

Este SUV de luxo vem equipado com motor traseiro, gera 360 cv de potência e 57,9 kgfm de torque alimentado por 12 módulos que totalizam 108,4 kWh. A tração é traseira. O SUV chega aos 100 km/h em 6,7 segundos.
portado da China, este SUV vem equipado com motor elétrico, posicionado no eixo traseiro, que rende 286 cv de potência e torque instantâneo de 40,8 kgfm. Com esse conjunto, o iX3 acelera de 0 a 100km/h em 6,8 segundos e tem velocidade máxima limitada a 180 km/h. Para chegar à autonomia de 381 km, o iX3 conta com conjunto de baterias de 80 kWh de capacidade.
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