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Para o chairman do banco de investimentos, o mercado está “ressabiado” após a perda de credibilidade do governo quanto à questão fiscal
Às vésperas de mais uma decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), André Esteves, chairman e sócio sênior do BTG Pactual, afirmou que Roberto Campos Neto, presidente do BC, está correto a respeito da precificação exagerada do mercado sobre o atual cenário fiscal brasileiro.
“Eu acho que o presidente Roberto Campos está certo. O mercado brasileiro está mais pessimista do que os fundamentos sugerem. Teve uma perda de credibilidade e o mercado está meio ressabiado”, disse Esteves nesta segunda-feira (4) durante o AgroForum, evento para profissionais e investidores do agronegócio promovido pelo banco de investimentos.
Vale relembrar que a expectativa é que Campos Neto e os demais dirigentes do Copom elevem a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano na próxima quarta-feira (6). Além da provável aceleração no ritmo de aperto monetário de curto prazo, os juros futuros dispararam na semana passada em quase toda a curva.
As taxas registraram um alívio na sessão de hoje com a expectativa de que o governo irá anunciar um novo pacote de corte de gastos ainda na noite desta segunda-feira. Mas ainda exibem percentuais acima dos 13% nas pontas de médio e longo prazo.
“Todos nós reclamamos dos juros altos. Precisamos dar um passinho a mais e, como sociedade, temos que continuar ajudando a nossa classe política a entender que o equilíbrio fiscal leva a juros neutros mais baixos”, afirmou Esteves.
Antes da reunião de Campos Neto e os demais membros do Copom, o evento mais importante para a economia global nesta semana é a eleição dos Estados Unidos, marcada para a próxima terça-feira (5). Para Esteves, porém, o mercado tem uma visão “um pouco minimalista” sobre o pleito.
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“Se o Trump for eleito teremos tarifas, se a Kamala for eleita veremos o dólar mais fraco. Eu acho que vai muito além disso, as implicações são mais de médio e longo prazo do que essa visão curto-prazista”, afirmou ele.
Na visão do chairman do BTG Pactual, uma possível vitória de Harris continuaria guiando os Estados Unidos para políticas intervencionistas, mas com mais previsibilidade. Por outro lado, Esteves criticou a ausência de membros com experiência empresarial na equipe econômica.
“Do lado do Trump eu vejo uma coisa claramente negativa que é essa visão pessoal do Trump sobre tarifas muito ligada à China, mas que tem chance de desarranjar o mercado global. Por outro lado, tem uma equipe mais experiente”, argumentou.
Citados os prós e contras de ambos os lados, Esteves afirma que sua grande preocupação nos Estados Unidos atualmente é um denominador comum entre os dois candidatos: a ausência de discussão sobre o déficit norte-americano.
“É incrível que os EUA estejam em um all time high de déficit para tempos de paz e não se discute. Aqui no Brasil temos uma situação parecida, mas está todo dia no jornal, o déficit está na pauta.”
Apesar da preocupação com as contas públicas, Esteves destaca que a economia norte-americana está “dando show”. “O que mais influencia o dólar é o microeconômico, a pujança dos EUA tem sido tão grande que está atraindo dinheiro de todo lugar”.
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