🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Basicamente, um ‘guia’ para identificar negócios fora da curva

Nesta coluna de João Piccioni, o CIO da Empiricus Gestão explica a importância de identificar certos pilares nas ações antes de montar um portfólio.

20 de março de 2024
14:17 - atualizado às 11:01
analista de ações
ações para o mês de outubro segundo as casas de análise - Imagem: Shutterstock

Montar portfólios e analisar ações são coisas diferentes no universo dos investimentos. Apesar da simbiose das disciplinas, o ângulo sob o qual o financista deveria observar a parte e o todo é diferente. Comprar ações sem filtro, só observando a performance do mercado e ignorando as nuances dos negócios, por vezes, amplia as incertezas das escolhas. E aglutinar essas seleções sem considerar as vicissitudes da montagem de um portfólio diminui drasticamente o potencial de retornos de longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Explico…

Sob qualquer ótica, adquirir ações sem realizar antes uma boa análise pode ser extremamente nocivo. Isso porque sem ela o comportamento do investidor se torna ainda mais inquieto. 

A dúvida é o preço da pureza, e os efeitos de se apoiar em narrativas simplistas ou análises rasas quase sempre são perniciosos, por estimular negociações frequentes nas ações. 

Quanto menos suporte houver, maior a insegurança do investidor e mais propenso ele fica para se livrar de suas posições (especialmente após ganhos ou perdas importantes).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A estratégia de fatiar a análise de ações em blocos quase sempre gera bons resultados e permite ao investidor ampliar sua confiança na hora de defender uma posição. 

Leia Também

Foco na geração de receitas da empresa

Para mim, o ponto nevrálgico da construção da tese de investimento deve ser calcado na identificação da estratégia de geração de receitas da companhia.

Tome, por exemplo, o Mercado Livre. Fundamentalmente, sua operação consiste em interligar as pontas entre vendedores e compradores da maneira mais eficaz possível. 

Boa parte da monetização do seu negócio é proveniente dessa conexão, e é possível afirmar que a expansão dos seus negócios adjacentes (segmento financeiro, braço logístico, “super app”) fortalece ainda mais o novelo dessa cadeia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No decorrer do tempo, seus usuários se sentem tão familiarizados com o negócio, que ele praticamente se torna uma extensão da linha de raciocínio quando o assunto é adquirir produtos.

Uma vez compreendido, o núcleo central da tese de investimento elimina a tensão sobre manter ou não a ação na carteira.

A empresa é rentável ao longo do tempo?

A segunda parte da análise está ligada justamente à comprovação: o núcleo da tese é rentável? Aqui não se deve olhar para a linha do lucro líquido, e sim para a escalabilidade do negócio ao longo da história. A margem bruta se mantém estável ou cresce ao longo do tempo? Ou ainda, a proporção entre os custos e as despesas operacionais em relação às receitas se reduzem ao longo do tempo? Esses são pontos-chave da identificação do sucesso da estratégia das companhias.

Somente depois de verificadas as condições acima é que o analista deveria se preocupar com o valuation, múltiplos e preço em tela. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de importante sob a ótica da construção da tese, essas abordagens não devem deter papel decisório na seleção dos ativos. Isso porque é algo simples de ser replicado e verificado. 

Apenas observar um monte de números na planilha e chegar a qualquer conclusão sobre valor sem ter compreendido o negócio é uma abordagem extremamente simplista no mundo dos investimentos. 

Confesso que já fui traído por essa linha de pensamento inúmeras vezes e posso afirmar categoricamente: ela não funciona.

De forma geral, a boa análise qualitativa é a única capaz de identificar negócios fora da curva. É por meio dela que descobrimos as verdadeiras “pérolas” do mercado, aquelas companhias capazes de se multiplicar por diversas vezes. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E quando identificamos um modelo de negócio vencedor com um valuation atrativo, aí temos uma conjunção de fatores importantes para ser capturada.

Pois bem, esses vetores, entretanto, não se coadunam diretamente com a construção de portfólios. Não basta identificarmos ações que possuam características fora da curva. 

Para se construir um portfólio vencedor no longo prazo, é preciso avaliar a questão do “sizing” (tamanho da posição), equilibrar o grau de risco do portfólio — tanto sob a ótica de concentração quanto sob a ótica dos negócios que nele estão inseridos —, alocar recursos em vetores de prismas diferentes e compreender como tudo funciona em conjunto. 

Às vezes, por aqui, nos pegamos utilizando o termo “carteira encaixada”, que, na minha visão, é reflexo de um comportamento dentro das expectativas para o conjunto dos vetores (por exemplo, se o dólar se desvaloriza, o que esperamos é um comportamento mais forte da Bolsa brasileira, ou ainda, um avanço das empresas de tecnologia lá fora).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na gestão dos fundos de investimentos, o balanço da matriz de riscos precisa ser avaliado constantemente. A análise dos custos de oportunidade (tradeoff) entre os ativos precisa ser feita de forma recorrente.

Nos fundos que utilizam estratégias de alocação (Books), tal dimensão fica ainda mais evidente: tomando como exemplo o Empiricus Money Rider Hedge Fund FIM IE, foi o bom balanço entre as posições em ações de valor (DXJ — ETF de ações japonesas, Berkshire Hathaway e HCA Healthcare); de tecnologia (ETF SMH) do bitcoin que empurrou a carteira para cima nesse começo de ano. Isso sem deixar de lado o excelente desempenho das ações da Instacart, que se destacam no ano — (+57%).

Até a última segunda-feira (18), o fundo avançava 1,75% em março e 7,07% no ano. O caminho para um ano sólido vai se formando.

O comportamento dos mercados em março e os ajustes nas carteiras

Os mercados acionários globais terminaram a semana passada sob os sinais de alerta provenientes da inflação global. A curva de juros recuperou sua força e voltou a subir em todos os vértices. Lá fora, a taxa do Treasury que vence em 10 anos (US10y) voltou a tocar a casa dos 4,30%, gerando a faísca para um possível reapreçamento dos juros mundo afora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os juros mais elevados na economia americana têm sido lidos como função de uma economia mais vibrante. Os sinais de que o setor industrial pode ter feito seu piso — não há como duvidar de que ao longo do ano passado tivemos uma recessão no setor —, agora trazem um pouco de gordura à ideia de que os juros realmente podem ficar em níveis mais elevados por mais tempo. No final, o que se descobriu — ou ainda se descobre — é que a reestruturação dos alicerces no pós-pandemia os tornaram mais robustos e capazes de aguentar mais desaforo. Como pontuado pela Steno Research, as recessões econômicas estão cada vez mais curtas e a quantidade de meses nos quais as economias transitam por esse estágio é cada vez menor.

Sob esse ambiente mais resiliente, de forma geral, as Bolsas globais não arredaram o pé. Tanto na Ásia quanto na Europa, os retornos mensais ainda continuam bem dentro do campo positivo, à espera das decisões dos Bancos Centrais.

Após o BoJ (Bank of Japan) determinar o fim dos juros negativos e o encerramento do Yield Curve Control, ferramenta que buscava determinar as taxas de juros dos títulos de 10 anos na noite de terça (18), os olhos se voltarão para o discurso de Jerome Powell, que acontece hoje à tarde.

É provável que o banqueiro mantenha o tom mais duro e que dê um pouco de fôlego para os Bears, que já estão abandonando a ideia de um provável início de afrouxamento do ciclo monetário no mês junho e postergando-o para julho — talvez a última data disponível para se iniciá-lo antes das eleições presidenciais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do lado corporativo, finalmente o dia que todos esperavam ansiosamente chegou. Na última segunda-feira (18), Jensen Huang, CEO da Nvidia, levou mais de 300 mil espectadores ao êxtase ao divulgar os novos lançamentos da empresa.

A nova GPU, lançada com o nome de Blackwell, em homenagem ao matemático americano David Blackwell, promete ser a divisora de águas naquilo que Huang definiu como “computação acelerada”. Os números são impressionantes: frente ao seu predecessor, o Hopper H100 GPU, ela oferece um desempenho 30 vezes melhor no processo de inferência e uma eficiência energética 25 vezes maior. Mais uma vez, a “Lei de Moore” se prova bastante viva.

A reação dos investidores, entretanto, pareceu neutra em um primeiro momento. Após oscilarem entre perdas e ganhos no pregão, as ações fecharam ontem (19) aos US$ 893, ou 1,07% de alta. A concorrência foi quem mais sofreu, dado o posicionamento superior dos produtos da Nvidia. As ações da AMD caíram mais de 4% no dia e as perdas acumuladas frente às máximas atingidas no começo do ano já superam os 20%. 

Aqui no Brasil, o Ibovespa ainda não engrenou. No mês, o principal índice da Bolsa brasileira perde 1,6% (até o fechamento de ontem), puxado pelas ações da Petrobras e Vale, que desvalorizam 9,47% e 5,02%, respectivamente. Sem grandes novidades no front empresarial, o destaque, por ora, tem ficado com as ações da Caixa Seguridade que avançam mais de 14,54% na esteira do bom desempenho do programa Minha Casa Minha Vida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar das oscilações nessa primeira metade de março, a maior parte dos nossos fundos se encontram no campo positivo ou acima do seu benchmark. A partir dessa edição, vamos publicar semanalmente os resultados das principais estratégias da casa, nas janelas mensal, anual, semestral e anual. Caso você deseje conferir algum outro fundo que não esteja presente nesta lista, visite o nosso site: www.empiricusgestao.com.br .

Forte abraço,

João Piccioni

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Pausa para um anedótico — janeiro crava o ano para o Ibovespa? 

25 de fevereiro de 2026 - 19:58

Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar