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No “Top 10” das empresas que mais levantaram dinheiro no período, a cifra chega a R$ 202,2 bilhões, de acordo com a Quantum Finance
Em meio a um cenário de juros ainda elevados e perspectivas mais contidas para ativos de maior risco, a renda fixa brilhou no primeiro semestre de 2024 e impulsionou a captação de fundos na primeira metade deste ano.
Considerando as dez gestoras que mais levantaram dinheiro no período, a cifra chega a aproximadamente R$ 202,2 bilhões, de acordo com levantamento da Quantum Finance que calcula a captação líquida total da indústria de fundos 555, que têm como objetivo buscar retorno no longo prazo por meio de investimentos em diversas classes de ativos, como renda fixa e ações.
A Itaú Asset Management puxou a fila das captações, com um montante de R$ 51,8 bilhões entre janeiro e junho.
Já a Absolute Investimentos ocupou a lanterna entre as dez maiores, com captação líquida de R$ 5,3 bilhões em igual intervalo.
Confira o ranking de captação total de fundos no 1º semestre:
| Rank | Gestão | Captação Líquida 1SEM24 |
|---|---|---|
| 1 | Itaú Asset Management | R$ 51.882.441.823,41 |
| 2 | BB Asset Management | R$ 45.156.886.495,58 |
| 3 | BTG Pactual Asset Management | R$ 27.279.400.474,24 |
| 4 | Bradesco Asset Management | R$ 21.307.905.486,33 |
| 5 | Sicredi | R$ 16.486.867.877,62 |
| 6 | Safra Asset Management | R$ 11.535.785.690,53 |
| 7 | Itaú Unibanco | R$ 8.348.566.343,98 |
| 8 | SulAmérica Investimentos | R$ 7.781.850.165,21 |
| 9 | REAG Investimentos | R$ 7.117.995.630,65 |
| 10 | Absolute Investimentos | R$ 5.307.883.214,64 |
Os fundos de renda fixa captaram cerca de R$ 184,8 bilhões nos seis primeiros meses do ano — ainda considerando o “Top 10” em quesito de captação líquida.
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Nesta categoria, a BB Asset Management liderou a lista de maiores captações no semestre, com um saldo positivo de R$ 48 bilhões.
Veja a lista:
| Rank | Gestão | Captação Líquida 1SEM24 |
|---|---|---|
| 1 | BB Asset Management | R$ 48.103.313.305,74 |
| 2 | Itaú Asset Management | R$ 29.347.923.604,91 |
| 3 | Bradesco Asset Management | R$ 26.359.509.493,89 |
| 4 | BTG Pactual Asset Management | R$ 22.278.369.925,22 |
| 5 | Itaú Unibanco | R$ 14.348.566.343,98 |
| 6 | Sicredi | R$ 13.990.397.202,23 |
| 7 | Brasilprev | R$ 11.432.364.777,21 |
| 8 | Banco Santander | R$ 7.072.500.000,00 |
| 9 | Santander Brasil Asset Management | R$ 5.986.002.501,98 |
| 10 | SulAmérica Investimentos | R$ 5.687.011.826,83 |
Vale destacar que o montante por segmento corresponde à soma das aplicações e resgates de cada um dos fundos 555 de cada categoria no período, já descontada a dupla contagem por meio de informações de carteira.
Enquanto a renda fixa ocupou os holofotes — e o coração dos investidores —, o mar não estava para peixe para fundos de maior risco, como os multimercados e de ações.
As duas classes de ações registraram captações mais tímidas ao longo do primeiro semestre do ano. No caso dos fundos multimercados, as dez maiores captações somam algo próximo de R$ 58,5 bilhões.
O montante foi liderado pela Itaú Asset, que conseguiu captar R$ 22,7 bilhões no primeiro semestre.
Já o saldo líquido de ações foi ainda menor: os fundos de renda variável captaram apenas R$ 15,3 bilhões na primeira metade do ano — sendo que a maior captação veio da BB Asset, com R$ 9,2 bilhões no período.
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