O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com o governo, a Força Nacional de Segurança Pública tem efetivo composto por bombeiros, policiais civis, militares e peritos, com atuação em 11 Estados
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, assinou no último sábado (07) uma portaria que autoriza a atuação da Força Nacional em Brasília. Dino alega que o governo está diante de manifestações que são"ameaças veiculadas contra a democracia".
Segundo o ministro, que publicou a informação nas redes sociais, a unidade irá auxiliar nos "próximos dias" as forças federais de segurança que já atuam na capital federal. A determinação, contudo, não constitui estado de sítio ou de exceção, como alegam opositores nas redes sociais.
"Além de todas as forças federais disponíveis em Brasília, e da atuação constitucional do Governo do Distrito Federal, teremos nos próximos dias o auxílio da Força Nacional. Assinei agora Portaria autorizando a atuação, em face de ameaças veiculadas contra a democracia", escreveu o ministro.
Mais cedo, Dino já havia recorrido às redes sociais para comunicar que transmitiu orientações à Polícia Federal (PF) e à Polícia Rodoviária Federal (PRF) sobre o que chamou de "suposta 'guerra' que impatriotas" planejam fazer em Brasília.
Ele também teve conversas com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) e com o ministro da Defesa, José Mucio, sobre o assunto.
"Sobre uma suposta 'guerra' que os impatriotas dizem querer fazer em Brasília, já transmiti as orientações cabíveis à PF e PRF. E conversei com o governador Ibaneis e o ministro Múcio", disse há pouco no Twitter.
Leia Também
Circulam nas redes sociais o agendamento de atos em Brasília por aqueles que não aceitam o resultado das eleições que deram vitória a Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com incitação a ações golpistas, que falam em "tomada de poder".
De acordo com o governo, a Força Nacional de Segurança Pública tem efetivo composto por bombeiros, policiais civis, militares e peritos, com atuação em 11 estados na preservação da ordem pública, na segurança de pessoas e de patrimônio e em emergências e calamidades públicas.
A portaria assinada autoriza a atuação da Força Nacional em Brasília por três dias, entre sábado e segunda-feira (09).
As manifestações tiveram início próximo do segundo turno, em outubro de 2022. O então candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria Jair Bolsonaro (PL) no dia 30 daquele mês.
Os manifestantes alegam que o presidente Bolsonaro teria vencido o pleito e pedem a intervenção das Forças Armadas para fazer valer esse suposto fato. No entanto, órgãos nacionais e internacionais já disseram não haver qualquer sinal de que as eleições tenham sido fraudadas.
Além disso, o pedido de intervenção militar é inconstitucional. Vídeos circulam pela internet de agentes das polícias desfazendo as manifestações pouco a pouco.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras