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Ao jornal O Estado de S. Paulo, o prefeito afirmou que há diversas associações e movimentos por moradia que não apoiam Boulos
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), fez no último sábado (11) um gesto aos movimentos populares por moradia, área historicamente ligada ao seu principal potencial adversário na eleição do ano que vem, o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP), ligado ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
Em ato em frente à Prefeitura, Nunes anunciou que vai lançar um edital em dezembro para atender associações de moradores que compram terrenos para fazer loteamentos de interesse social.
A medida será uma nova categoria dentro do Programa Pode Entrar Entidades, que já prevê outras modalidades, como o Executivo municipal comprar moradias construídas pela iniciativa privada.
Tanto Nunes quanto Boulos são cotados como candidatos à prefeitura de São Paulo nas eleições de 2024. Ambos reacendem uma velha disputa entre direita e esquerda na capital paulista.
Ao jornal O Estado de S. Paulo, o prefeito afirmou que há diversas associações e movimentos por moradia que não apoiam Boulos.
"Essas entidades que são ligadas a ele fazem muito barulho, têm muita repercussão na imprensa porque tem invasão", disse Nunes. "A gente tem várias entidades ligadas a nós, mas entidades organizadas que respeitam as leis."
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O ato foi promovido pela Associação dos Trabalhadores Sem Terra de São Paulo (ATST). Batizado de "Moradia Sim, Invasão Não", o evento procurou opor Nunes e a ATST a Boulos e ao MTST.
Uma das táticas do movimento liderado por Boulos para ter as reivindicações atendidas pelo poder público é a ocupação de prédios e terrenos.
A ATST representa cerca de 40 movimentos por moradia da região norte de São Paulo.
"A gente só consegue ter progresso com a ordem. É necessário que as pessoas ajam respeitando as leis sem fazer invasões", discursou Nunes no ato.
O prefeito afirmou que combinou com os partidos aliados que a discussão sobre quem será seu candidato a vice na chapa à reeleição ficará para o próximo ano.
Segundo ele, notícias e especulações em torno do tema estavam atrapalhando sua rotina na Prefeitura. "Acho que o PL tem mais condições de indicar porque é o maior partido. Se tiver um bom nome, ele fica muito forte para poder fazer a indicação."
O jornal O Estado de S. Paulo procurou Boulos por meio de sua assessoria de imprensa, mas ele não havia se manifestado até a noite do sábado.
O pré-candidato do PSOL se reuniu com líderes religiosos na Lapa, zona oeste, pela manhã.
Na agenda constava a participação em uma plenária no bairro Butantã, à tarde. O deputado federal pretende visitar todas as 32 subprefeituras da cidade até o fim do ano.
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