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Na hora de comprar um carro zero, vale a pena planejar a revenda para daqui a cinco anos. Então, é importante saber que algumas ofertas hoje podem trazer dor de cabeça no futuro
Não é sempre fácil decidir pela compra de um carro, seja novo ou usado. Além das dezenas de opções, versões, idades, faixa de preços e outros quesitos, é preciso pensar num fator importante para quem não quer perder dinheiro, ou melhor, perder menos dinheiro: o preço de revenda.
Por isso, vamos dar algumas dicas para você melhorar suas margens e não comprar hoje um carro novo que pode ser mico amanhã. Fique ligado porque amanhã vamos falar sobre o que não pode mais faltar em um modelo usado.
A primeira dica para quem pretende comprar um carro novo é não ultrapassar os cinco anos de uso. Esse é o tempo médio para o veículo apresentar defeitos de desgaste natural.
É o caso, por exemplo, de borrachas e plásticos, que podem sofrer com as variações de temperaturas e ficarem menos elásticos, como pneus, mangueiras, vedações de janelas, buchas, etc.
Ou seja, um carro nessa idade vai demandar idas mais frequentes à oficina, além das manutenções básicas e preventivas que todos devem fazer a cada ano ou quilometragem.
Em outras palavras, na hora de comprar um carro zero hoje procure planejar a revenda para até 2028.
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A depreciação de um carro tem uma ampla possibilidade de variações, antes mesmo de notar suas condições próprias: depende do modelo, se aquele carro mudou recentemente e de problemas mecânicos que eventualmente aquela versão trazia, entre outros.
Uma das referências que o mercado usa é a tabela Fipe, que baliza também as seguradoras. Ou seja, em caso de perda total, sua indenização será baseada na tabela Fipe.
Na vida real, não é bem assim e as revendedoras costumam levar outros critérios caso você leve seu usado para vender numa delas.
Uma das melhores maneiras de precificar seu carro é olhar as principais plataformas de classificados (Webmotors, Mercado Livre, OLX, Mobiauto, iCarros) e checar os preços mais altos e mais baixos daquele modelo específico.
Ali a tabela Fipe pode até bater com os valores, mas ainda haverá margens para cima e para baixo.
A revenda é uma das maiores preocupações para quem compra um modelo zero-km atualmente. Ninguém quer perder dinheiro ou demorar muito tempo para revender seu carro. Então, é importante saber que algumas ofertas hoje, sem itens que você pode nem ligar, podem te trazer dor de cabeça na revenda.
Hoje eles podem passar como fúteis ou desnecessários, mas em cinco anos eles estarão tão presentes nos carros que seu usado (novo hoje) precisará ter.
Pode ser um item comprado em loja de acessórios, desde que bem instalado. Independentemente o carro ser pequeno e, principalmente, grande, tornou-se fundamental nas manobras cada vez mais apertadas em vagas de comércios e garagens de prédios. Por isso, é valorizado pelo mercado.
Tenha certeza que na escolha de um carro usado em 2028, quem tiver multimídia venderá melhor seu carro do que um modelo sem. Se hoje todos estão conectados com seus celulares, com bluetooth e aplicativos a bordo, é inimaginável pensar que isso não será mais do que necessário no futuro. Melhor para os modelos que pareiam sem fio. Até porque os celulares evoluem mais rapidamente do que os carros.
Se hoje somos dependentes das tomadas por causa dos smartphones, é impossível não ter essas entradas no veículo. Elas já são exigidas até no banco de trás. Ideal que tenham opções USB-A e USB-C (essas cada vez mais comuns nos celulares) e menos daquelas 12V (redondas). Ou ainda, já há picapes e SUVs com tomadas 110V na caçamba ou porta-malas.
Se os multimídias são a bola da vez, eles geralmente já trazem em sua tela as câmeras para auxiliar nas manobras de estacionamento. Certamente elas virão antes da necessidade de carros com park assist.
Os consumidores também valorizam itens como sensores crepusculares (que acendem faróis automaticamente na entrada de um túnel ou quando escurece) e sensor de limpador de para-brisa. Em carros mais novos, os sensores de calibragem de pneu são bem-vindos, e encontrados até em modelos mais acessíveis.
Outro item valorizado seja original ou não, de origem animal ou sintética. Pelo conforto térmico e facilidade de limpeza, eles valorizam qualquer tipo de carro.
Alguns itens considerados estéticos tornam-se cada vez mais relevantes por sua funcionalidade. Além de serem mais econômicos e duráveis, são bonitos e iluminam melhor do que as lâmpadas halógenas. Carros mais modernos hoje já possuem conjunto ótico full LED, então o mínimo que tenha já é algo a mais.
Este é um dos primeiros itens a serem reparados por quem gosta mesmo de carro. E a indústria investe pesado em seus desenhos. Pode colocar dois carros da mesma marca e ano lado a lado: o de rodas de alumínio vai ser mais valorizado e vender mais rapidamente do que aquele com rodas de ferro e calotas.
Os tamanhos também ganham destaque: quanto maiores, melhor. Hoje, eles extrapolam os aros de 15 polegadas e já se apresentam em tamanhos 16 e 17”.

Se nos carros novos de hoje eles “perdem pontos” se não estiverem disponíveis, imagina em cinco anos? Além da esportividade, eles dão a sensação de amplitude. Quanto maiores, melhor. Mas atenção: devem vir de fábrica original e não colocados em lojas independentes, mais vulneráveis a corrosão e infiltrações.
Você pode até achar as chamadas cores de lançamento atraentes, mas na revenda tende a encontrar problemas de aceitação. Motoristas brasileiros são conservadores nas cores e preferem escolher por modelos prata, preto, cinza ou branco. Fora disso, pode ter dificuldade.
Com a obrigatoriedade de airbags e freios com ABS desde 2014, as montadoras foram agregando outros itens de segurança passiva (que agem para mitigar efeitos da colisão) e outros de assistência ao motorista.
Entre eles, alertas de colisão, de ponto cego, de saída de faixa e de tráfego cruzado, além de faróis altos inteligentes. Outros atuam como sistemas semiautônomos de correção, como assistente de centralização em faixa, frenagem automática e piloto automático adaptativo (que reduz a velocidade conforme o fluxo do trânsito).
Hoje esses itens já começam a surgir em carros compactos (Hyundai HB20 e Honda City) e certamente vão ficar cada vez mais comuns, conhecidos e exigidos em todas as categorias.
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