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Luiz Barsi participou nesta quarta-feira do BTG Talks e deu dicas valiosas para quem quer começar a investir em renda variável
Luiz Barsi mantém um perfil discreto. Também por isso, cada aparição pública do chamado “Rei da Bolsa” é acompanhada com atenção, principalmente por quem quer aprender a investir.
Não foi diferente hoje. Acompanhado da filha Louise, o maior investidor individual da B3 participou no início da tarde de desta quarta-feira (27) do BTG Talks.
Hoje aos 84 anos, Luiz Barsi tem patrimônio de aproximadamente R$ 2 bilhões somente em ações. De algumas das maiores empresas da B3, ele é o maior acionista individual depois dos controladores, o que faz dele um “pequeno dono”.
Ao longo do painel, Luiz e Louise compartilharam com o público algumas de suas estratégias à frente da plataforma AGF, idealizada pelo pai e cofundada pela filha.
Antes de tudo, é preciso definir um objetivo de investimento. “Desde o início, meu objetivo era desenvolver uma carteira de renda mensal”, disse Luiz Barsi.
Além de saber o que você quer para seus investimentos, é preciso saber também o que você não quer. “É preciso saber descartar aquilo que não vai atender à sua meta, seja uma ação ou algum outro produto financeiro.”
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Você já tem um objetivo e também sabe o que não quer. Agora precisa escolher as ações que vai comprar. “Até hoje eu leio os jornais e os comunicados” divulgados pelas empresas nas quais investe, contou Barsi. “Não faço nada sem analisar profundamente.” Ele lembrou ainda que hoje a assimetria de informação no mercado financeiro brasileiro é muito menor do que quando ele começou, há meio século.
“Na bolsa, você escolhe de quem vai ser sócio”, resumiu Louise, filha de Luiz Barsi. A procura deles é por “boas ações de boas empresas, a bons preços e que paguem bons dividendos ao longo do tempo”.
Estabelecidas as prioridades, outra dica de Barsi é radicalizar o foco. “Qual era o meu foco? Desenvolver uma carteira de renda mensal. Se eu quero formar essa carteira, por que vou ficar vendendo se isso vai afetar minha renda?”, questionou ele.
“Investir é uma maratona, não é uma corrida de 100 metros.”
Barsi fala também sobre a necessidade de resistir a caprichos e administrar o ego. “Eu posso ter um carro confortável, mas prefiro ter meu dinheiro comigo. Não quero ser patrocinador da Porsche ou da Mercedes. Eu patrocino a minha carteira.”
Louise Barsi chama a atenção para a necessidade de se buscar conhecimento sobre como funcionam as finanças pessoais. “Para ter uma renda passiva lá na frente, você tem que ter renda ativa”, afirma ela.
“Não quero ser sócio minoritário, mas um pequeno dono. O dono não vende as ações dele. Por que eu vou vender?”
Barsi abriu parte de sua carteira, embora certamente não a tenha revelado por inteiro. Klabin (KLBN4), Banco do Brasil (BBAS3), Santander (SANB11) e Unipar (UNIP6) são algumas das empresas das quais Barsi é um “pequeno dono” atualmente.
Segundo Luiz Barsi, um bom investidor precisa ter estratégia, disciplina e paciência. Também precisa ter a disposição de aprender com os acertos e erros decorrentes da jornada. “Cinquenta anos na bolsa e ainda estou aprendendo.”
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