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O banco suíço aumentou o preço-alvo desses papéis em 6%, passando de R$ 48 para R$ 51 em 12 meses, o que representa um potencial de valorização de 20,5%
Algumas empresas são conhecidas por serem boas pagadoras de dividendos e este é o caso da Telefônica Brasil. Cálculos do UBS BB mostram que a dona da Vivo deve continuar fazendo jus à fama, já que pode aumentar o pagamento de proventos em 30% entre 2024 e 2026. Será que é hora de colocar as ações VIVT3 na carteira?
Para o banco suíço, a resposta é sim. O UBS BB reafirmou nesta terça-feira (27) a recomendação de compra para a companhia e aumentou o preço-alvo dos papéis em 6%, passando de R$ 48 para R$ 51 — o que representa um potencial de valorização de 20,5% em relação ao fechamento de segunda-feira (26).
Por volta de 12h30, as ações da dona da Vivo subiam 0,87%, cotadas a R$ 42,70 na B3. Em junho, os papéis da empresa acumulam ganho de 6,8%. No ano, VIVT3 tem ganho de 16,2%.
O UBS BB elevou o preço de VIVT3 em 6% e reiterou a indicação de compra com base em dois pilares:
De acordo com o banco, esses dois fatores podem abrir caminho para distribuições de dividendos mais amplas no futuro, com um dividend yield de aproximadamente 6% no curto prazo, expandindo ainda mais para 7% em 2025 e mais de 8% em 2026.
O pedido à Anatel de redução de capital de R$ 5 bilhões feito também deve ajudar a Telefônica Brasil a pagar 30% mais dividendos no período de 2024 a 2026 na comparação com as estimativas feitas anteriormente pelo UBS BB — atualmente, segundo o banco, a dona da Vivo paga 6% de dividendos e esse percentual deve subir para 8% nos próximos anos.
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O novo preço-alvo de R$ 51 para as ações VIVT3 deriva de um valor da firma sobre o ebitda (EV/Ebitda) de 4,5 vezes em 2024 — em linha com a média histórica da Telefônica Brasil e um prêmio de 12% sobre o nível atual.
“Acreditamos que esse múltiplo não precifica totalmente a expansão dos lucros e uma sólida conversão de receita em geração de fluxo de caixa”, diz o UBS BB em relatório.
O banco também destaca a receita da empresa, impulsionada por uma receita corporativa maior e pelo B2B Digital — levando a impactos positivos no fluxo de caixa operacional.
O UBS BB também destaca o impacto menor do que o esperado das adições de ativos da Oi (OIBR3).
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