O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A possibilidade de um pagamento de dividendos extraordinários já anima os analistas do Bank of America e do BTG Pactual
A Petrobras (PETR4) foi do céu ao inferno nos últimos meses. Os temores de uma potencial interferência do governo Lula na empresa fizeram muitos investidores e casas de análise retirarem as ações da petroleira da carteira.
Acontece que uma das maiores “vacas leiteiras” da bolsa brasileira (e do mundo) pode voltar a distribuir fartos proventos — e a possibilidade de um pagamento de dividendos extraordinários já anima os analistas.
Com uma visão mais otimista para o futuro da estatal, o Bank of America e o BTG Pactual elevaram as recomendações para os papéis.
A Petrobras figura entre as maiores altas do Ibovespa nesta manhã. Por volta das 12h15, os papéis PETR3 subiam 5,08%, a R$ 35,20, enquanto as ações PETR4 avançavam 4,38% no mesmo horário, negociadas a R$ 31,95.
O Bank of America está otimista com o futuro da estatal e elevou a recomendação dos papéis da Petrobras, tanto das ações PETR4 quanto das ADRs listadas no exterior (PBR), de “neutro” para “compra”.
Além disso, os analistas elevaram o preço-alvo dos ativos, de R$ 33 por ação para R$ 45 por papel PETR4, e de R$ 13,2 por ADR para R$ 18 por ativo. Os novos valores implicam em um potencial de alta superior a 45%, considerando a cotação no fechamento anterior.
Leia Também
A visão mais otimista do banco norte-americano se baseia justamente na probabilidade de a Petrobras pagar dividendos extraordinários aos acionistas, já que a estatal não pode reter caixa e que o governo brasileiro apóia dividendos extraordinários devido à sua situação fiscal.
Os analistas do BofA também estimam um retorno com dividendos (dividend yield) de 19% no segundo semestre de 2023 e de 22% no próximo ano.
Os economistas também ressaltam que a nova política de preços de combustíveis da estatal, mais alinhada com os preços internacionais, reduz as preocupações com a influência do governo.
Para o BTG Pactual, os principais riscos estão desaparecendo gradualmente para a Petrobras (PETR4), como os temores de que a estatal iria comprometer os dividendos de curto prazo e registrar uma menor geração de caixa
“As ações da administração não apenas demonstraram um grau razoável de racionalidade, como também evitaram colocar em risco algumas das grandes fortalezas financeiras e operacionais da Petrobras”, afirma o banco, em relatório.
Os analistas acreditam que a alocação de capital da empresa preservará os resultados e o balanço patrimonial da estatal, além de melhorar as perspectivas de dividendos fortes por mais tempo.
“Foi anunciada uma robusta política de distribuição de dividendos e os aumentos de preço da gasolina e do diesel na semana passada reforçaram que, embora a nova política de preços não seja clara, ela não se desvinculará totalmente dos preços de mercado, reduzindo os riscos de perdas nas importações”, destaca o BTG.
Na análise do banco de investimentos, a percepção de risco para Petrobras deve cair ainda mais nos próximos meses, à medida que a estatal apresentar um plano de negócios sem surpresas e os investidores retomarem a confiança de que a alocação de capital não mudará muito.
O BTG Pactual elevou a recomendação das ADRs da Petrobras para “compra”, com preço-alvo de US$ 16 por papel, implicando em um potencial de valorização de 29% para os próximos 12 meses.
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou