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O aeroporto foi leiloado para a Zurich Airport International AG, que já opera terminais em Florianópolis (SC), Macaé (RJ) e Vitória (ES)

No primeiro leilão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, em Natal, no Rio Grande do Norte, foi arrematado por R$ 320 milhões — um ágio de 41% se considerado o lance mínimo de R$ 226,9 milhões.
Quem ganhou o direito de operar o terminal pelos próximos 30 anos foi a Zurich Airport International AG, que também já atua em cidades como Florianópolis (SC), Macaé (RJ) e Vitória (ES).
O leilão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foi realizado na sede da bolsa brasileira, a B3, em São Paulo, e também marca a primeira relicitação feita no Brasil.
O aeroporto de Natal foi o primeiro terminal privatizado do Brasil, ainda em 2011, mas começou a operar somente em 2014. Ele foi devolvido ao poder público seis anos depois, em 2020.
A disputa ocorreu entre a NK 230 Empreendimentos e Participações SA, que tem a XP Investimentos entre seus sócios, e a vencedora, num total de 26 propostas.
Segundo analistas do mercado, o leilão desta sexta-feira (19) é um termômetro importante, já que outros ativos semelhantes devem ser devolvidos à União e relicitados nos próximos anos, como os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Viracopos, em Campinas (São Paulo). Assim, acompanhar o apetite pelo certame de Natal pode ajudar as concessionárias que estiveram de olho em dois dos maiores terminais do país.
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Atualmente, o Grupo Zurich Airport, ainda que faça a administração do aeroporto da cidade que batiza a empresa, na Suíça, foca suas operações na América Latina. Além dos terminais no Brasil, ela opera outros em Bogotá, na Colômbia; na ilha de Curaçao; e nas cidades de Iquique e Antofagasta, no Chile.
Em Belo Horizonte, em Minas Gerais, o grupo suíço ainda opera o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em parceria com o Grupo CCR e a Infraero.
Desde 2019, a companhia também é responsável pelo terminal de Nova Delhi, na Índia.
Por falar em aeroportos, se você esperava um novo terminal em São Paulo em breve, pode esquecer. A CCR (CCRO3), que desde 2016 encabeçava o projeto, desistiu de continuar.
Há um mês, a companhia confirmou oficialmente que vai descontinuar o chamado Projeto NASP (Novo Aeroporto de São Paulo) — já até havia um terreno comprado para a construção do empreendimento, na região das cidades de Cajamar e Caieiras, numa região a menos de 1h de distância do centro da capital.
"A CCR reforça aos seus acionistas e ao mercado em geral que a descontinuidade do Projeto do NASP faz parte de sua estratégia contínua de crescimento qualificado e alocação racional de capital e segue atenta às oportunidades de valorização da parte remanescente do Terreno", disse a companhia, em nota.
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