O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Valor investido por pessoas físicas ultrapassou a marca pela primeira vez, e participação da renda fixa viu crescimento substancial com a alta dos juros; fundos multimercados tiveram queda inédita em volume
O valor investido pelas pessoas físicas ultrapassou os R$ 5 trilhões pela primeira vez no ano passado, um crescimento de 11,7% em relação a 2021.
Foram, mais precisamente, R$ 5,055 trilhões distribuídos em diversas classes de ativos por investidores dos segmentos private (mais de R$ 3 milhões investidos), varejo alta renda e varejo dos bancos e corretoras brasileiros.
E, com a continuidade da alta da Selic, a renda fixa acabou sendo o destino de mais de 60% desses recursos, na busca do investidor por rentabilidade com baixo risco, à medida que a renda variável se tornava menos atrativa com juros tão altos e incertezas macroeconômicas, inclusive no exterior.
Segundo números divulgados nesta quinta-feira (09) pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), foi a primeira vez que a alocação em renda fixa cresceu significativamente na série histórica iniciada em 2017.
Nos primeiros quatro anos - de 2017 a 2020 - a participação da renda fixa na carteira dos investidores vinha recuando, o que coincidiu com a queda da Selic; ao mesmo tempo, a parcela de renda variável vinha aumentando, até atingir a máxima de 20% em dezembro de 2020.
Em 2021, com o início da escalada dos juros no último ciclo de alta, houve pequeno aumento na participação da renda fixa nas carteiras das pessoas físicas, com leve recuo na renda variável, em relação ao ano anterior. Em 2022, porém, a participação da renda fixa subiu de 56,8% para 60,3%, enquanto a da renda variável caiu de 19,5% para 17,1%.
Leia Também

Os títulos de renda fixa isentos de imposto de renda apresentaram alguns dos maiores crescimentos de volume no ano passado. Segundo Ademir Correia Junior, presidente do Fórum de Distribuição da Anbima, a procura por esses investimentos tem sido tão grande que tem faltado lastro para a emissão de papéis.
Títulos como Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e Letras Imobiliárias Garantidas (LIG) dependem de haver operações imobiliárias ou do agro para serem financiadas com os recursos obtidos junto aos investidores.
Os papéis isentos de IR que viram o maior crescimento em volume no ano passado foram as LCIs (+67,6%, para R$ 87,6 bilhões), LCAs (+76,0%, para R$ 137,1 bilhões) e LIGs (+87,7%, para R$ 40,5 bilhões).
Veja o crescimento da popularidade dos títulos isentos de IR nos últimos anos:

Porém, entre os títulos nos quais as pessoas físicas mais investiram diretamente, LCAs e LCIs aparecem apenas em terceiro e quarto lugares, respectivamente.
O primeiro lugar foi “tomado de assalto” pelos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), títulos emitidos por bancos que não dependem de lastros específicos e que costumam pagar um percentual do CDI. Eles foram o destino de R$ 715,9 bilhões das pessoas físicas no ano passado, crescimento de 25,5% ante 2021.
Os CDBs ultrapassaram as ações, que até 2021 eram o principal investimento das pessoas físicas em volume, quando considerados apenas os títulos nos quais os brasileiros investem diretamente. O volume investido em ações no ano passado totalizou R$ 619 bilhões, queda de 4,2% em relação ao ano anterior.

Assim, entre os títulos e valores mobiliários, a participação das ações caiu de 34,2% para 26%, a dos CDBs meio que permaneceu em 30%, a das LCAs saltou de 9,6% para 13,4% e a das LCIs avançou de 6,9% para 9,1% entre dezembro de 2021 e dezembro de 2022.
Entre os fundos de investimento, os multimercados - que podem investir em quaisquer classes de ativos, utilizando diversas estratégias - continuaram como o principal destino dos recursos dos brasileiros, totalizando R$ 672,2 bilhões.
No entanto, esse tipo de fundo viu queda no volume pela primeira vez na série histórica, de 2,1%. Já os fundos de renda fixa, que ficaram em segundo lugar entre os fundos, viram alta de 12,9%, para R$ 512,1 bilhões.
Em terceiro lugar vieram os fundos de ações, com alta de 3,5%, para R$ 222,4 bilhões. Destaque também para os fundos imobiliários, que tiveram um crescimento de 14,1% de dezembro de 2021 para dezembro de 2022, totalizando R$ 92,3 bilhões. Eles foram o quarto tipo de fundo em volume de investimentos no ano passado.

Com isso, entre os fundos de investimento, a participação da renda fixa subiu de 30,7% para 33,2%, enquanto a dos multimercados caiu de 46,5% para 43,6%, entre 2021 e 2022. A participação dos fundos de ações manteve-se na faixa dos 14%.
Crise com o will bank, apostas de bilionários e análises de mercado estiveram entre os assuntos mais lidos no Seu Dinheiro nos últimos dias
Flamengo, campeão do Brasileirão, e Corinthians, vencedor da Copa do Brasil, se enfrentam neste domingo (1º), no Mané Garrincha, para decidir a Supercopa d Brasil
Mega-Sena não teve ganhador no sorteio de sábado (31), e os resultados das demais loterias da Caixa também já estão disponíveis
Do Pé-de-Meia ao novo Gás do Povo, veja como ficam as datas e regras dos principais benefícios federais em fevereiro de 2026
Viação Garcia passa a operar cabine premium em ônibus de longa distância, com foco em conforto, silêncio e privacidade
Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos
Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA
Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028
Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO