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Metal precioso sobe mesmo com juros americanos elevados e pode atingir US$ 2.500; saiba o que está por trás do movimento
Considerado reserva de valor, o ouro é o ativo no qual os investidores globais procuram se refugiar em tempos de crise. Recentemente, o metal precioso vem testando a máxima histórica intradiária de US$ 2.072,50 atingida em agosto de 2020, sendo negociado acima dos US$ 2 mil em alguns momentos.
Mas os analistas veem espaço para mais, e há quem acredite que o ouro spot possa chegar aos US$ 2.500 até o fim de 2024, o que representaria em uma valorização de quase 30% em dólar ante o fechamento da última sexta-feira (11).
Neste ano, o ouro spot sobe 4,87% em dólar, atingindo alta de 6,77% em 12 meses. O desempenho em reais é negativo em 1,16% no ano e positivo em apenas 0,98% em 12 meses em razão da queda do dólar em relação ao real.
Embora se apresente também como proteção contra a inflação, em tempos de juros altos nos países ricos, como o que estamos vivendo agora, o ouro não costuma ter boa performance.
É que ele perde atratividade em relação aos títulos públicos mais seguros do planeta, como os do Tesouro americano, por não pagar juros.
Assim, a proteção contra a inflação costuma funcionar melhor antes de os bancos centrais começarem os procedimentos de aperto monetário para controlar a alta dos preços.
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Então por que o ouro está subindo agora que os juros americanos estão no seu maior patamar em 22 anos, na faixa de 5,25% a 5,50%, e com perspectivas de subir mais?
Segundo analistas ouvidos pela CNBC, a alta do ouro se deve à aposta dos investidores de que o Federal Reserve, o banco central americano, irá pausar em breve o movimento de aumento nas taxas de juros.
E isso pode acontecer até antes de os EUA alcançarem sua meta de inflação de 2%, resultando num cenário de estagflação - dificuldade de crescimento e inflação persistente, entre 3% e 5% nos próximos anos.
Dois dos analistas ouvidos pela reportagem preveem que o ouro chegará aos US$ 2.500 até o fim de 2024. Outro analista vê o ouro a US$ 2.100 no fim de 2023, e um quarto especialista acredita que o metal só chega em US$ 2.100 no segundo trimestre do ano que vem.
"Muito disso tem a ver com o fato de que as forças recessivas podem predominar mais para frente neste ano e ganhar corpo em 2024", disse à CNBC David Neuhauser, fundador da Livermore Partners.
Os investidores globais já começaram a manifestar temores em relação a uma recessão nos EUA e até em nível mundial, e a alta do ouro tem a ver com isso.
Diante de uma contração econômica, os juros não teriam mais espaço para subir e talvez precisem até cair, mesmo que a inflação ainda não esteja de volta à meta, um cenário perfeito para o ouro brilhar - com perdão do trocadilho.
Outro fator que puxa o preço da commodity para cima é a demanda pelo ouro físico, que está elevada. Conforme alguns analistas ouvidos pela CNBC apontaram, a demanda dos bancos centrais por ouro continua forte, assim como a dos consumidores chineses e indianos por joias, com a retomada do varejo nesses países.
Outro movimento que aumenta a demanda por ouro é a tendência de "desdolarização" dos países emergentes, cujos bancos centrais procuram o ouro para suportar suas moedas.
*Com informações da CNBC
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