Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
MACROECONOMIA

O que está no caminho da queda da inflação no mundo? Campos Neto revela os obstáculos globais — e os riscos para o Brasil

Apesar da preocupação do Copom em relação ao cenário externo ter aumentado, esse crescimento não mudou o balanço de risco do BC

campos neto small caps ações selic copom bolsa
Imagem: Freepik/Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, revelou nesta sexta-feira, 17, os obstáculos para a continuação da queda da inflação no mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A inflação cheia mundial teve um repique de energia e depois voltou a cair. Havia um entendimento de que, pelos conflitos globais, o preço do petróleo podia subir muito, mas isso durou dois ou três dias e voltou a cair", afirmou Campos Neto, durante participação em evento.

Segundo o presidente do BC, entre os riscos para a desinflação, está o mercado de trabalho "apertado" no mundo inteiro.

"Não tem sobra no mercado de mão-de-obra. Há uma subida de salários reais em alguns lugares, portanto, não vai haver uma grande desinflação de salários."

Além disso, o chefe do BC citou a volatilidade causada pela guerra entre Israel e Hamas e os efeitos sobre o mercado de commodities.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Outro argumento para a desinflação global era que o preço das commodities iria cair, mas talvez isso não seja tão fácil assim. Temos um conflito grande no Oriente Médio que gera volatilidade grande, e se o Irã entrar na guerra pode haver outros desdobramentos."

Leia Também

LOTERIAS

Um brasileiro acordou R$ 30 milhões mais rico neste fim de semana; veja onde saiu a aposta vencedora da Mega-Sena 3015

AMOR NÃO ESTÁ NO AR

O Dia dos Namorados no Brasil foi criado pelo pai de João Doria — e a história é pouco romântica

Sobre a desinflação de alimentos, Campos Neto argumentou que o mundo entrou em uma "curva exponencial de desastres naturais".

"Não dá para dizer que os preços de alimentos vai subir, mas dá para dizer que será mais volátil, ou seja, com mais incerteza. Por isso, precisamos prestar atenção", destacou.

Outro fator para a redução da inflação global seria o fim da reorganização das cadeias produtivas internacionais. "Só que essa reorganização, com friendshoring, tem significado mais custo para as empresas. Do lado de custos, temos esse desafio."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Inflação no exterior aumenta riscos no Brasil?

O presidente do Banco Central ainda afirmou que, apesar da preocupação do Copom (Comitê de Política Monetária) em relação ao cenário externo ter aumentado, esse crescimento não foi suficiente para alterar o balanço de risco do comitê.

No começo do mês, o Copom reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 0,50 ponto porcentual, para 12,25% ao ano.

"Elucidamos na ata que teve um diretor que achava que sim, que o externo tinha mudado a ponto de alterar o balanço de riscos, mas essa não foi a opinião majoritária", afirmou.

Campos Neto reforçou que o cenário externo ficou mais desafiador, mas por outro lado a inflação corrente também melhorou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não temos uma relação mecânica com fatores de risco do balanço. A questão é como esses fatores afetam as variáveis usadas para tomar decisão."

Em relação aos juros, o presidente do BC repetiu os argumentos usados pelo Copom para não traçar uma trajetória para o ciclo de afrouxamento.

"A função do forward guidance é tentar diminuir a volatilidade. Mas toda vez que você fala o que vai acontecer na frente, se você errar o guidance, há um custo de credibilidade em refazer a mensagem", afirmou.

Campos Neto reforçou que o "guidance" do Copom é dizer que a Selic deve continuar no campo restritivo devido aos patamares atuais de inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não vamos desenhar uma trajetória, porque achamos que há tanta incerteza que esse desenho não teria o valor esperado positivo em termos de comunicação", completou.

*Com informações de Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
6 de junho de 2026 - 11:00
5 de junho de 2026 - 14:36
Jato 5 de junho de 2026 - 12:29
pix zelle 5 de junho de 2026 - 12:11
5 de junho de 2026 - 10:44
bolsa de valores bolsa brasileira B3 (1) 5 de junho de 2026 - 6:12
Sisu 2026 aceitará notas dos três últimos Enem 4 de junho de 2026 - 7:10
ID da foto:2235183314 3 de junho de 2026 - 10:38

PSEUDOMONAS AERUGINOSA

Anvisa recolhe lote de água mineral após detecção de bactéria

3 de junho de 2026 - 10:38
corpus-christi-folga-trabalho-abre-e-fecha-do-feriado 3 de junho de 2026 - 6:06
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar