Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

DOIS DEDINHOS

Campos Neto Mãos de Tesoura: Copom passa a navalha nos juros e corta a Selic em 0,50 ponto, a 13,25%; veja os detalhes da decisão

Conforme esperado, o Copom cortou a Selic e deu início ao ciclo de alívio nos juros — e já partiu para uma redução mais agressiva

Victor Aguiar
Victor Aguiar
2 de agosto de 2023
18:47 - atualizado às 20:42
Montagem mostrando Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, vestido como Edward Mãos de Tesoura, numa alusão ao início do ciclo de corte de juros e da Selic pelo Copom
Juros grandes demais? Campos Neto Mãos de Tesoura pode cortar um dedo ou dois - Imagem: Montagem: Andrei Morais; Imagens originais: Raphael Ribeiro/BCB, Filme Edward Mãos de Tesoura

A Selic sentou-se em frente ao espelho do Copom: suas longas madeixas, cultivadas por um ano, chamavam a atenção de todos — uma franja curtinha cairia bem, diziam. Pois Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, pegou suas tesouras e decidiu que era hora do corte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, já que estamos aqui, vamos fazer mudanças radicais no visual. Conforme esperado, o Copom baixou a Selic, cedendo aos pedidos insistentes de autoridades, empresários e setores diversos da sociedade — e as navalhas do BC estavam afiadas, cortando bem mais que um dedinho da taxa básica de juros.

Sendo mais preciso: o Copom reduziu a Selic em 0,50 ponto percentual (p.p.), de 13,75% para 13,25%, num movimento considerado arrojado por parte do mercado — pesquisas apontavam para uma visão dividida, com parte relevante dos agentes financeiros apostando num corte menos intenso, de 0,25 p.p.

  • QUAIS ATIVOS SE DÃO BEM COM O CORTE DA SELIC? Acesse análises de mercado e recomendações de investimentos de graça no canal do YouTube do Seu Dinheiro. Clique aqui e se inscreva!

O corte parece dialogar com os indicadores macroeconômicos divulgados desde a última reunião do Copom, em junho. Os índices de inflação continuaram mostrando alívio nos preços, já convergindo para a meta de 2023, de 3,25% ao ano e teto em 4,75%.

A atividade econômica, por outro lado, dá sinais de fraqueza: o IBC-Br de maio, indicador do Banco Central considerado uma "prévia" do PIB, caiu 2% em maio em relação a abril — e os juros altos foram imediatamente apontados por especialistas como um fator sufocante para a economia brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E Campos Neto Mãos de Tesoura não deve parar por aqui: o comunicado da decisão do Copom dá a entender que, daqui para frente, as visitas da Selic ao salão de cabeleireiro serão mais comuns — e com um novo corte já pré-agendado para setembro.

Leia Também

"Em se confirmando o cenário esperado, os membros do Comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário", diz o documento.

Selic a 13,25%: decisão dividida do Copom

Vale lembrar que esta foi a primeira reunião do Copom com a participação dos membros indicados pelo governo para o BC: Gabriel Galípolo, homem de confiança do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, assumiu a diretoria de política monetária, e Ailton de Aquino ficou com a diretoria de fiscalização.

Os dois novos integrantes fizeram coro à postura do governo, votando a favor do corte de 0,50 p.p. e foram fundamentais para a queda mais intensa da Selic — a decisão foi dividida, com cinco votos defendendo a redução mais intensa e quatro optando por uma redução de apenas 0,25 ponto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como votou cada membro?

  • Corte de 0,50 p.p.: Roberto Campos Neto (presidente), Ailton de Aquino (fiscalização), Carolina de Assis Barros (administração), Gabriel Galípolo (política monetária) e Otávio Damaso (regulação);
  • Corte de 0,25 p.p.: Diogo Guillen (política econômica), Fernanda Guardado (assuntos internacionais ), Maurício Moura (relacionamento, cidadania e supervisão de conduta) e Renato Dias de Brito Gomes (organização do SFN).

Os detalhes da decisão

Como sempre, o Copom lista os fatores favoráveis e desfavoráveis à dinâmica inflacionária, tanto no Brasil quanto no exterior. Mas há um resumo simples na segunda metade do documento: os efeitos dos juros sobre a economia e a queda das expectativas para inflação nos prazos mais longos fizeram a diferença.

A decisão recente do Conselho Monetário Nacional sobre a meta para a inflação é apontada como um dos fatores que ajudaram a ancorar as projeções inflacionárias — e tudo isso, em conjunto, permitiu ao BC acumular a confiança necessária para iniciar um ciclo gradual de flexibilização monetária.

"O Comitê reforça a necessidade de perseverar com uma política monetária contracionista até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas", diz o Copom, no comunicado da decisão desta quarta (2).

Mas e o dilema entre a magnitude do corte? O Copom diz que optou pela redução de 0,50 ponto dada a melhora do quadro inflacionário, mas que, mesmo com a decisão de hoje e os cortes futuros já sinalizados, continuará mantendo uma política monetária contracionista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isto é: os juros estão baixando, mas o objetivo de manter os preços sob controle ainda está sendo perseguido — o cenário atual, segundo o BC, é de um estágio desinflacionário que tende a ser mais lento combinado a uma reancoragem parcial das expectativas futuras.

Ou, nas palavras do próprio comunicado do Copom:

A conjuntura atual [...] demanda serenidade e moderação na condução da política monetária.

Comunicado de decisão de política monetária do Copom, de 2 de agosto

Copom e Selic: e agora, o que vem por aí?

As mãos de tesoura do presidente do BC tendem a ficar ocupadas nos próximos meses, de acordo com os sinais transmitidos na reunião de hoje: se o quadro se mantiver como esperado, as próximas reuniões devem manter os cortes de 0,5 ponto na Selic — atenção para o plural em "próximas reuniões".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Copom ainda irá se reunir mais três vezes neste ano: 19 e 20 de setembro, 31 de outubro e 1º de novembro, e 12 e 13 de dezembro. Sendo assim, a comunicação do BC dá a entender que, ao menos, a Selic irá cair para 12,75% no próximo encontro e 12,25% no seguinte, caso tudo corra como planejado.

Caso o termo "próximas reuniões" ainda inclua o último encontro de 2023, teríamos a Selic encerrando o ano em 11,75%. Naturalmente, os planos do Copom passam por revisões e não necessariamente são cumpridos à risca; mas, ao menos, há uma sinalização por parte da autoridade monetária.

E, vale lembrar: mesmo com os novos cortes, o BC ressalta que a política monetária irá se manter em território contracionista, de modo a consolidar o processo de desinflação.

"O Comitê ressalta ainda que a magnitude total do ciclo de flexibilização ao longo do tempo dependerá da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica, das expectativas de inflação, em particular as de maior prazo, de suas projeções de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos", diz o documento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os cenários do Copom

O comunicado com a decisão do Copom cita o termo "incerteza" ainda em sua primeira linha — um indício da divisão acirrada entre os membros do colegiado quanto à magnitude do corte na Selic. A tal dúvida refere-se ao cenário externo.

Lá fora, há desinflação na margem, mas com núcleos da dinâmica de preços ainda elevados e mercado de trabalho resiliente — um quadro que parece descrever a economia americana, que ainda está num ciclo de alta de juros.

Mas, aqui dentro, o Copom vê um cenário menos complexo, com os indicadores recentes apontando para uma desaceleração econômica nos próximos trimestres e um alívio no front dos índices de inflação ao consumidor.

Nem tudo são flores, no entanto: por mais que o IPCA acumulado em 12 meses esteja num processo de desaceleração, como o gráfico no começo da matéria deixa claro, o Copom ressalta que, ao longo do segundo semestre, o índices deve voltar a aumentar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja como estão as projeções de inflação do Copom em seu cenário de referência, que usa a taxa de juros do Focus, câmbio em R$ 4,75, petróleo seguindo a curva futura no curto prazo e aumentando 2% ao ano num horizonte mais longo e bandeira tarifária verde ao fim de 2023, 2024 e 2025:

  • 2023: 4,9%
  • 2024: 3,4%
  • 2025: 3,0%

Em 2023, o CMN manteve o centro da meta de inflação em 3,25%, com margem de tolerância que vai de 1,75% a 4,75%; para 2024 e 2025, o centro é de 3%, também com 1,5 ponto de margem para mais ou para menos — a partir de 2025, será adotado o modelo contínuo, com a meta sendo perseguida por um horizonte mais longo que um ano.

Selic a 13,25%: as reações do mercado

Alberto Ramos, diretor de pesquisa macroeconômica do Goldman Sachs

"O balanço de riscos para a inflação sofreu mudanças significativas, mas permaneceu amplamente neutro. A previsão condicional para a inflação ao fim de 2024 não melhorou (permaneceu em 3,4%, isto é, ainda acima da meta de 3% para o fim do ano). Considerando tudo, esperamos que o Copom corte a Selic num ritmo de 50 p.p. nas três reuniões restantes, levando a Selic para 11,75% ao fim de 2023."

Mirella Hirakawa, economista sênior da AZ Quest

"Chama a atenção, entre os diretores que votaram por corte de 0,25 p.p., o fato de que Fernanda [Guardado] e Maurício [Moura] terem mandatos que acabam em dezembro. Em janeiro do ano que vem, novos membros devem compor [o BC], o que deve rebalancear ainda mais a composição para, possivelmente, mais dovish que a atual."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leonardo Costa, economista da ASA Investments

"[A decisão] frustra a nossa expectativa e a da mediana do mercado, que projetava redução de 0,25 p.p. A taxa terminal de 2023 deve ser um pouco menor do que a nossa projeção atual, de 12%; além disso, o BC tenta manter alguma credibilidade perante a "ancoragem parcial" das expectativas e torce pela redução mais rápida da inflação."

Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master

"É importante registrar o voto do Campos Neto, alinhado ao grupo que votou por corte de 0,5 ponto

"A inflação, segundo o modelo do BC com taxa de juros do Focus, aponta para 3% ao final de 2025, ou seja, dentro da meta. Lá fora, já tivemos uma reação bem positiva, com o EWZ [o principal ETF de ativos do Brasil em Nova York] subindo mais de 2%. O mercado deve gostar da decisão."

Daniel Wainstein, sócio sênior da Seneca Evercore

"A partir de amanhã, outras expectativas serão formadas sobre quando virão novas reduções na nossa taxa básica. E, sem dúvida, temos ainda muito espaço para novas reduções significativas em futuro próximo."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura Investimentos

"A afirmação de que 0,5 p.p. é o ritmo apropriado, mas que a decisão de set/23 dependerá dos próximos dados, nos fazem crer que um corte de 0,75 p.p. é provável. De forma preliminar, mantivemos nossas projeções de três cortes de 0,50 p.p. até dez/23, com a taxa Selic fechando o ano em 11,75%, mas reconhecemos que há um viés de baixa."

Alexandre Lohmann, Economista Chefe da Constância Investimentos

"Decisão dovish de hoje, deve provocar uma queda na parte curta da curva de juros e o mercado pode começar a precificar um corte mais amplo, de 0,75 ponto, nas próximas reuniões."

José Filippo, Diretor Vogal do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) de São Paulo

"A medida é positiva para a melhoria do cenário econômico brasileiro, devendo influenciar na elevação da oferta de linhas de crédito e financiamentos. Para 2024, os reflexos do corte da taxa Selic poderão contribuir para o aquecimento da economia o que deve elevar os níveis de emprego no mercado de trabalho."

Adriana Dupita, economista sênior para Brasil e Argentina na Bloomberg Economics

"Como esperávamos, a decisão não foi unânime e os formuladores de políticas elaboraram uma linguagem para conter as apostas em cortes maiores em reuniões futuras. Revisamos nossa projeção de taxa de final de ano ligeiramente para 11,75%."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VAI PESAR NO BOLSO

Conta de luz vai subir o dobro da inflação em 2026 — e o motivo está “escondido” na sua fatura

18 de março de 2026 - 16:50

Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais

SOB PRESSÃO

Com greve dos caminhoneiros no radar, governo quer zerar ICMS do diesel e dividir conta bilionária

18 de março de 2026 - 14:55

Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações

PREÇO JUSTO?

Com greve de caminhoneiros à porta, Petrobras (PETR4) bate o pé e reforça política de preços e alta do diesel

18 de março de 2026 - 10:45

A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período

GOSTO AMARGO

O chocolate vai desaparecer? Entenda a crise do cacau que pode acabar com o doce no mundo até 2050

18 de março de 2026 - 10:15

Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores

TRABALHO DE GRAÇA?

Você treinou robôs sem saber enquanto jogava Pokémon Go — e quem vai ganhar com isso é a inteligência artificial

18 de março de 2026 - 9:32

Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Com números repetidos, Mega-Sena 2985 faz a festa de 3 ganhadores com quase R$ 35 milhões para cada um; Lotofácil 3638 e Quina 6978 também fazem novos milionários

18 de março de 2026 - 6:45

Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).

SD ENTREVISTA

Mesmo com petróleo a US$ 100, Selic não deveria ser 15%, diz Luciano Sobral, da Neo Investimentos

18 de março de 2026 - 6:03

Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje

BENEFÍCIO DO GOVERNO

Caixa inicia hoje o pagamento do Bolsa Família de março; confira o calendário completo

18 de março de 2026 - 5:01

Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes

FREIO DE MÃO PUXADO

Os caminhoneiros ameaçam parar: saiba quando pode começar a greve contra a alta do diesel e pressão sobre fretes

17 de março de 2026 - 18:10

A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas

PRÉ-COPOM

Vai dar zebra com a Selic? A expectativa do mercado para os juros agora é outra — e manutenção também paira no ar

17 de março de 2026 - 13:35

Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário

OPERAÇÃO CONCORRÊNCIA SIMULADA

Fraude em concursos públicos: Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva

17 de março de 2026 - 12:48

Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger

PRODUTOS DE BELEZA

Anvisa determina o recolhimento de esmalte em gel, fitas de clareamento dental e tônico capilar por presença de substância proibida e promessas irreais; veja quais marcas

17 de março de 2026 - 11:26

Anvisa recolhe produtos de beleza devido a presença de substância proibida e irregularidades

É AMANHÃ

Bolsa Família inicia nova rodada de pagamentos amanhã (18); veja o calendário de março e as regras do benefício

17 de março de 2026 - 10:23

Os repasses do Bolsa Família seguem um cronograma escalonado de acordo com o dígito final do NIS; o valor mínimo é de R$ 600

APORTES PARA CRESCER

Pouco mais da metade das indústrias planeja investir em 2026

17 de março de 2026 - 10:10

Intenção cai em relação a 2025, quando 72% das empresas investiram

ORIGEM DESCONHECIDA

De onde é o passaporte da San Olivetto? Anvisa proíbe venda e recolhe azeite importado incerteza quando à procedência do produto

17 de março de 2026 - 9:40

Anvisa proíbe a venda de azeite da marca San Olivetto devido a irregularidades apontadas nas ações da distribuidora e da fabricante

SÓ DEU ELA DE NOVO

Lotofácil 3637 cria atalho para 3 vencedores ficarem mais perto de um saldo bancário de sete dígitos; Mega-Sena 2985 promete mais de R$ 100 milhões hoje

17 de março de 2026 - 6:52

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (16). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.

EMPIRICUS+

11 assinaturas pelo preço de 1: Empiricus lança serviço que reúne carteiras de investimentos em diferentes classes

16 de março de 2026 - 18:33

Rodolfo Amstalden, CEO da casa de análise, criou um serviço para facilitar o investimento em renda fixa e variável, além de ajudar no acesso à educação financeira

ALERTA BB

Banco do Brasil reitera alerta para golpes em meio a notícias sobre possível concurso

16 de março de 2026 - 15:27

Comunicado oficial alerta candidatos, mas expectativa por novo concurso cresce — mesmo sem previsão confirmada pelo banco

FIM DA EVASÃO ESCOLAR?

Pé-de-Meia: um em cada quatro jovens não abandona os estudos graças a programa, segundo estudo da Insper

16 de março de 2026 - 14:47

Estudo do Insper indica que bolsa do Pé-de-Meia reduz abandono escolar entre jovens de famílias mais vulneráveis

A RIVALIDADE ESTÁ NO AR

Companhia chinesa de tecnologia disputa os céus do Brasil com a Starlink de Elon Musk

16 de março de 2026 - 11:30

Após quatro anos sem concorrência, a Starlink, projeto da SpaceX de Elon Musk, ganha um forte concorrente no mercado brasileiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar