O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Great Wall Motors, ou GWM, tem planos de transformar fábrica no Brasil em centro de exportação de veículos eletrificados
A Caoa Chery lidera a invasão do mercado automobilístico brasileiro por carros chineses. Mas ela está longe de ser a única responsável por esse movimento.
Muito da mudança de rota da Caoa Chery no Brasil tem a ver com a chegada de outras duas gigantes chinesas ao país: a GWM e a BYD.
Hoje o Seu Dinheiro dá continuidade à série de reportagens "A invasão dos carros chineses".
Você já conheceu a história da Caoa Cherry.
Mais conhecida como GWM, a montadora foi fundada em 1984, produzindo apenas caminhões e picapes. Em 2003, abriu seu capital e apenas em 2010 passou a fabricar veículos leves, com exportações para diversos países.
A largada para a eletrificação foi dada em 2016, época em que a fabricante criou divisões conforme o tipo de carro, como a Haval para SUVs; Poer, de picape; Ora, de compactos elétricos, e Tank para SUVs off-road.
Leia Também
Mesmo sem vender carros aqui, em 2021, a chinesa comprou as instalações da Mercedes-Benz em Iracemápolis, no interior de São Paulo.
O investimento anunciado nesta operação é de R$ 10 bilhões, montante que inclui a importação de veículos e a produção de eletrificados.
A fábrica começa a operar com previsão 20 mil a 30 mil unidades por ano a partir de 2024, mas a planta tem capacidade para produzir 100 mil veículos. É a única fábrica, por enquanto, da GWM no Ocidente, e a intenção é torná-la um centro de exportação de veículos eletrificados.
Os líderes da marca, vindos de grandes montadoras e empresas de tecnologia, dizem que os modelos a serem produzidos por aqui ainda estão em estudo, mas já deixaram escapar que um deles será uma picape.
Em outra conversa com a reportagem, um dos executivos disse que a empresa trabalha fortemente para desenvolver tecnologias flex eletrificadas. A inovação seria lançar por aqui um inédito motor flex híbrido plug-in.
Entre nacionais e importados, a meta da GWM é lançar 10 veículos no Brasil até 2025. A estreia foi definida com a linha Haval, com os modelos H6.
São três propostas diferentes: começa pelo H6 Premium HEV (sigla de híbrido convencional), um SUV autorrecarregável, com motor de 243 cv e consumo médio de 13 km/l, pelo competitivo preço de R$ 209 mil.
Briga de perto com o Toyota Corolla Cross Hybrid, mas ganha em preço, desempenho, tecnologias de conectividade e segurança deste e também de concorrentes flex que são mais caros – como o brasileiro Jeep Compass S e o argentino Volkswagen Taos.
Acima dele, o H6 Premium PHEV (sigla de híbrido plug-in) custa R$ 269 mil, traz potência de 393 cv, sua tecnologia denominada e-Traction prioriza o uso dos motores elétricos (um em cada eixo) junto ao motor turbo a gasolina de 1,5 litro. Sozinha, a propulsão elétrica tem autonomia de 170 km (a concorrência não chega a 50 km).
No conjunto, seu alcance supera mil quilômetros. O consumo divulgado é de 28,7 km/l na cidade e 25,3 km/l na estrada. Com essas características, o H6 briga com os importados Jeep Compass 4xe e Toyota RAV4 (este híbrido convencional). O chinês leva vantagem em preço, desempenho, autonomia e equipamentos.
O topo de linha da GWM, Haval H6 GT é um SUV cupê com o mesmo conjunto motriz do H6 Premium PHEV e estilo mais esportivo. Custa R$ 299 mil e concorre com modelos híbridos plug-in do naipe de Volvo XC60, BWM X3 e Audi Q5.
Além do design arrojado, os três modelos H6 oferecem acabamento refinado e condução agradável. A segurança conta com o sistema Adas, que inclui ACC (piloto automático inteligente), estacionamento automático e uma função Auto Reverse, só vista em BMWs topo de linha.

Neste primeiro momento, a aposta da GWM é pela tecnologia híbrida, enquanto o mercado brasileiro ainda não está preparado para absorver elétricos em alto volume.
Os H6 plug-in usam bateria de 34 kWh, com a qual um carregador rápido consegue abastecê-la 80% em até meia hora. Num wallbox de 7 kWh, energiza 100% em 6 horas. Se for uma tomada de 220V, leva 10 horas.
Para crescer em volume, a GWM oferece durante a pré-venda, até 31 de março, um conjunto de benefícios que chama de “Pacote de Tranquilidade de 2 anos”, que inclui duas primeiras revisões gratuitas, pacote de conectividade com internet nativa grátis, TAG de pedágio, carregador portátil de 3,6 kWh e proteção da bateria com troca por qualquer motivo nesse período de 24 meses. No total, a bateria dos plug-in tem 8 anos de garantia.
A reserva é feita pela plataforma Mercado Livre com entrada de R$ 9 mil e entregas em abril. Se o cliente desistir, recebe o valor de volta.
O novo modelo de negócio da GWM prevê formas disruptivas de comercialização a custos mais enxutos.
As concessionárias são tratadas como partners, formados por grandes grupos regionais do varejo automotivo e garantindo cobertura por todo os país.
Eles terão showrooms e outros espaços de venda como em shopping centers, por exemplo, além de terem seus próprios centros de distribuição de veículos e peças e assistência técnica.
A entrega do modelo escolhido, em versões únicas, é feita na casa do cliente, em qualquer cidade. A manutenção vai operar no sistema “leva e traz” assim como as revisões – uma representante da marca busca o carro em casa.
Em caso de falta de peça por mais de 24h do conserto, a GWM oferece um carro reserva.
A garantia dos veículos GWM é de 5 anos, sem limite de quilometragem e, para o sistema híbrido, 8 anos ou 200.000 km, o que ocorrer primeiro.
A marca também vai oferecer um sistema de assinatura e um programa de recompra, ambos ainda a serem detalhados.
Agora você já está por dentro das histórias da Caoa Chery e da GWM, amanhã será dia de conhecer o sonho de mobilidade da BYD.
Antes de se inscrever para centenas de processos seletivos, conheça quais pontos de atenção que podem evitar problemas no futuro
Os investidores acompanharam os novos desdobramentos do caso Master, as atualizações da corrida eleitoral e as publicações de indicadores econômicos
Município com pouco menos de 15 mil habitantes segue à risca o limite de 55 decibéis, estabelecido por lei
A assinatura, no entanto, não faz o acordo valer imediatamente. Após o evento, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país do Mercosul
Para fugir de criminosos, o FGC alerta que não solicita o pagamento de qualquer taxa ou o depósito prévio de valores
Enquanto os apostadores se preparam para o sorteio da Mega-Sena, outras quatro loterias também voltam a correr neste sábado
Entenda os pontos sob investigação e o que o empresário diz sobre sua relação com o banco
O indicador da atividade industrial foi um dos que registrou as maiores altas; veja como a divulgação movimenta o mercado hoje
Entenda como a China está mudando a percepção sobre energia nuclear e explorando novas tecnologias com seu ‘sol artificial’
Confira os 6 melhores locais para se refugiar das altas temperaturas da estação mais quente do ano
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela segunda vez na semana. Com isso, a Quina promete o maior prêmio desta sexta-feira (16).
Relatório da Global X compilou as tendências globais dos próximos anos e fala como os ETFs podem viabilizar a participação nesses investimentos
Avesso aos holofotes, o empresário morreu aos 45 anos após lutar contra um câncer e deixou como último grande projeto a Cidade Center Norte
O Orçamento aprovado no Congresso prevê aproximadamente de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares
A corretora atua no setor financeiro e de câmbio desde 1999 e possui filial nos Estados Unidos
Os ganhadores do concurso 3587 da Lotofácil efetuaram suas apostas por meio dos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal
Trump volta aos holofotes ao suspender temporariamente o processamento de vistos de 75 países, meses antes da Copa do Mundo
O microempreendedor individual pode se regularizar por meio do parcelamento dos débitos com a Receita Federal
Vitor Sousa, analista da Genial Investimentos, fala no podcast Touros e Ursos sobre os impactos da situação da Venezuela e do Irã no mercado petroleiro
Investidor conhecido por apostas agressivas, o polêmico empresário agora é citado em investigações sobre o Banco Master; entenda o fio que conecta o investidor à polêmica