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A biodiversidade local e o clima são fatores que colocam o país na vanguarda de um novo universo da economia que se abre

O Brasil participa neste momento do encontro da COP 28 para debater as mudanças climáticas e encontrar soluções sustentáveis para os problemas do futuro. Diferentemente de outras nações, a biodiversidade local e o clima são fatores que colocam o país na vanguarda de um novo universo da economia que se abre.
Estamos falando da chamada bioeconomia, uma nova frente que busca unir a ciência dos recursos naturais com tecnologia para criar produtos e serviços sustentáveis.
Dentro desse contexto, o Brasil pode se tornar uma potência do setor, como afirma Paulo Hartung, ex-governador do Espírito Santo (2003-2010 e 2015-2018).
“Se fizer o dever de casa, o Brasil pode ter protagonismo nesse cardápio de soluções. Podemos transformar isso em bons empregos, renda e vida para a nossa juventude”, comenta Hartung, que hoje é presidente executivo na Ibá (Indústria Brasileira de Árvores).
Ele fala em “cardápio de soluções” porque acredita que a saída para os problemas climáticos não será por uma única via. Isso porque o mercado de carbono atual — estamos falando de petróleo e carvão — é muito grande e conectado com o modelo econômico atual.
“O carro elétrico não é uma ‘bala de prata’ que vai solucionar todos os problemas. Vamos continuar desenvolvendo etanol também. Eu conheci uma planta de produção [de etanol] de segunda geração, ele pode ajudar a descarbonizar até o transporte aéreo, que é um teste que já estão fazendo.”
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Paulo Hartung conversou com Felipe Miranda, sócio-fundador da Empiricus, em uma série de lives para celebrar os 14 anos da casa de análise. Confira a conversa:
O ex-governador comenta que o Brasil já perdeu uma oportunidade no passado, com o fechamento da janela demográfica — momento em que a população economicamente ativa supera o restante.
Segundo o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), o auge desse bônus demográfico coincidiu com a pandemia de covid-19 e essa janela deve se fechar perto de 2030.
Em outras palavras, pouco a pouco o país deve começar a ver problemas envolvendo previdência, populações que necessitam de assistência governamental, entre outras.
O que pode mitigar esses problemas é surfar na onda da bioeconomia. “Nós podemos resolver o atraso histórico com o uso da tecnologia. Só não podemos desperdiçar esse momento”, diz Hartung.
Confira a conversa completa aqui:
COBRANÇA DE DÍVIDAS
ESTÁ CHEGANDO A HORA
PONTOS DE PARTIDA DIFERENTES
POLÍTICA MONETÁRIA
MERCADO DE TRABALHO
FOOTBALL VS SOCCER
OZEMPIC, MOUNJARO E... SERTRALINA
REDES SOCIAIS ‘PLUS’
COMPASSO DE ESPERA
ANOTE NO CALENDÁRIO
SORTEIOS DO DOMINGO
ESTÁ CHEGANDO A HORA
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O SÉTIMO DÍGITO ESTÁ LOGO ALI