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A fala do presidente indicando que um rombo de 0,5% ou 0,25% não é nada pegou mal e vários ministros precisaram entrar em cena para acalmar os ânimos

Depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a meta de déficit fiscal zero dificilmente seria alcançada, os ministros correram para tentar apagar o incêndio provocado pelo petista.
O primeiro a fazer o rescaldo foi Fernando Haddad, que comanda a Fazenda. Ele se reuniu com Lula na segunda-feira (30) e fez questão de enfatizar que a meta de déficit fiscal zero em 2024 está mantida.
“A 'minha meta' está mantida para buscar equilíbrio fiscal de todas as formas justas e necessárias para que tenhamos um País melhor”, disse Haddad.
Logo depois entrou em cena o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que negou a falta de sintonia entre a equipe econômica, liderada por Haddad, e o presidente.
Na ocasião, Padilha ainda mandou um recado ao mercado dizendo que “quem especular que não há sintonia” entre o presidente e o ministro da Fazenda “vai perder dinheiro de novo”.
Nesta sexta-feira (3) foi a vez de o próprio Lula convocar uma reunião ministerial para tratar do assunto.
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Quem contou como foi o encontro foi o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Segundo ele, Lula reforçou o objetivo do governo com a eficiência do gasto público e disse que não há possibilidade de aumentar despesas fora do planejamento econômico.
"O que o presidente disse hoje é que quer eficiência no gasto público. Se tem escola ou hospital iniciado, tem que ser concluído, servir à população. Porque não adianta ficar com dinheiro no caixa do ministério", afirmou.
O objetivo da agenda que incluiu os demais ministros do setor de infraestrutura foi ouvir o que já foi feito para o Novo PAC em 2023, além de discutir o orçamento diante de dúvidas sobre a meta fiscal do próximo ano.
Rui Costa é um dos principais defensores da mudança da meta. O objetivo de Costa e de parte da ala política é impedir que haja contingenciamento de verbas do Orçamento no próximo ano, o que poderia inviabilizar a realização de obras em período eleitoral.
Além do ministro da Casa Civil, estiveram presentes na reunião com Lula os ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, dos Transportes, Renan Filho, das Cidades, Jader Filho, de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, além do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Apesar do reiterado compromisso de Haddad com o resultado fiscal equilibrado em 2024, Lula admitiu na última sexta-feira (27) que o governo “dificilmente chegará à meta zero”, até porque o chefe do Executivo “não quer fazer cortes em investimentos e obras”.
Na visão do presidente, um rombo de 0,5% ou 0,25% não é "nada". Ele reforçou que vai tomar a decisão "que seja melhor para o Brasil".
"Tudo que a gente puder fazer para cumprir a meta fiscal, a gente vai fazer. O que posso dizer é que ela não precisa ser zero. A gente não precisa disso. Eu não vou estabelecer uma meta fiscal que me obrigue a começar o ano fazendo um corte de bilhões nas obras que são prioritárias nesse país", disse Lula.
No fim de agosto, o governo apresentou o projeto de lei orçamentária de 2024 ao Congresso. A peça prevê superávit de R$ 2,8 bilhões em 2024 — 0% do Produto Interno Bruto (PIB) —, mas depende da arrecadação de R$ 168,5 bilhões em medidas extras, entregues ao Parlamento junto com o Orçamento.
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