Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

MARKET MAKERS #46

Adeus, dólar? Nada disso! Por que a China não vai conseguir roubar o lugar dos EUA como moeda internacional

No episódio #46, Roberto Dumas Damas, do Insper, e o gestor da Dahlia Capital, José Rocha, revelam por que o dólar não deve ser substituído no mundo

Camille Lima
Camille Lima
26 de maio de 2023
15:57 - atualizado às 15:58
O professor de Economia no Insper, Roberto Dumas Damas, e o gestor da Dahlia Capital, José Rocha, falam sobre dólar e yuan
O professor de Economia no Insper, Roberto Dumas Damas, e o gestor da Dahlia Capital, José Rocha. - Imagem: Reprodução

Os últimos capítulos da história dos Estados Unidos causam calafrios nos investidores. O mercado, que até então tratava o dólar como reserva de valor, agora cogita um possível fim do reinado da moeda norte-americana — e a China está na lista de ‘competidores’ favoritos dos investidores para assumir a posição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, com uma dívida trilionária e o risco de um calote inédito dos EUA, não é de se espantar que o mercado procure uma nova alternativa ao dólar para se proteger.

Entretanto, apesar dos rumores entre o mercado financeiro, a China está longe de ‘roubar’ o lugar dos EUA como principal moeda global — e existem alguns motivos para isso, de acordo com os convidados do episódio #46 do Market Makers.

A edição do podcast contou com a presença do mestre em economia chinesa e professor de Economia no Insper, Roberto Dumas Damas, e o gestor da Dahlia Capital, José Rocha. A gestora independente possui mais de R$ 7 bilhões em ativos sob gestão.

Confira a conversa na íntegra aqui:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É o fim do dólar?

Na visão do professor Roberto Dumas Damas, a probabilidade de existir um processo de “desdolarização” para os próximos 10 anos é “muito, muito difícil”.

Leia Também

Em conversa com os apresentadores Renato Santiago e Thiago Salomão, Damas destaca que o primeiro motivo para a manutenção do dólar como moeda internacional deve-se inteiramente à força dos Estados Unidos.

“Os Estados Unidos são o mercado financeiro mais desenvolvido, mais regulado e o país é considerado um porto seguro para o mundo inteiro”, conta.

Enquanto isso, José Rocha, da Dahlia Capital, afirma que os EUA são a superpotência dominante do mundo devido a uma série de razões, que incluem a geografia do país, a qualidade das instituições e a vantagem tecnológica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Se o teu país tem a vantagem demográfica, tecnológica e das instituições e ele tem a vantagem geográfica de ser independente em energia e em comida, é natural que o seu país tenha a moeda de reserva do mundo”, argumenta Rocha.

China vs EUA: O yuan vai substituir o dólar?

Os convidados do Market Makers ainda revelaram os motivos que explicam o porquê de a China não conseguir emplacar o renminbi — nome oficial do dinheiro chinês, popularmente chamado de yuan — como moeda internacional.

O professor do Insper, que é especialista em economia chinesa, afirma que, para ser uma moeda conversível — isto é, ser aceita por todo o mundo —, é preciso, antes de tudo, ter livre movimentação de capitais.

Porém, na visão do economista, a China não possui a livre movimentação de capital — e nem tem intenção de fazê-lo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“É importante que a conta capital seja aberta. Mas quando ela vai ser aberta? Quando o Partido Comunista Chinês e o governo deixarem de usar os bancos chineses como braço parafiscal para legitimar o governo. E quando isso vai acontecer? É difícil, porque a gente sabe que economia, política e sociedade são uma coisa só”, afirma Damas.

Ainda segundo o professor do Insper, se você concorda que os bancos asiáticos deixarão de ser usados como braço parafiscal, é porque “está do lado dos que acreditam que o yuan pode ser uma moeda internacional e a conta capital ser aberta”.

“Eu não acredito. Por ser ditadura, é preciso ter o controle completo dos bancos. Para não ter o sudden stop [parada repentina nos fluxos de capital, em português], eu não acredito que a conta capital vai ser escancarada em 10 anos. Não vejo nenhuma possibilidade de desdolarização em 10 anos.”

Enquanto isso, o gestor da Dahlia Capital, José Rocha, destaca que, apesar de não enxergar um processo de desdolarização a longo prazo, há razões para o mercado cogitar a possibilidade no curto prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Faz sentido que o renminbi tenha um peso um pouco maior do que ele tem no momento nas reservas internacionais. Porque a China é um parceiro comercial importante de muitos países.”

Seja como for, isso não deve ser o suficiente para o gigante asiático tomar o lugar do dólar norte-americano como a moeda de reserva do mundo.

"É muito difícil lutar contra essas coisas. Isso não quer dizer que a China é ruim, ela só é o segundo melhor [país]. O melhor é os Estados Unidos. Por causa disso, o dólar é a moeda. Não tem desdolarização, não ao nível de perder o status de moeda de reserva do mundo.”

Clique aqui para assistir à conversa na íntegra:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ZONA DE RISCO

Nouriel Roubini decreta: Trump não tem saída além de escalar a guerra — e manda um recado ao Brasil

7 de abril de 2026 - 19:55

Durante evento do Bradesco BBI, o economista afirmou que vê conflito caminhando para intensificação e alertou para os efeitos no petróleo e nos mercados

OPORTUNIDADES GLOBAIS

Multimercados tiveram que dar ‘cavalo de pau’ na estratégia por causa da guerra e agora estão olhando para essas três teses de investimento

7 de abril de 2026 - 19:30

Genoa, Kapitalo e Ibiuna participaram de evento do Bradesco BBI e falaram sobre a dificuldade de leitura no cenário volátil atual

O MULTIVERSO DE SAM

De ‘humanos gastam muita energia para serem treinados’ a apoio à escala de trabalho 4×3: entenda a opinião de Sam Altman, CEO da OpenAi, sobre o avanço da inteligência artificial

7 de abril de 2026 - 16:02

Sam Altman, CEO da OpenAI, publicar artigo sobre o avanço da inteligência artificial e suas consequências para os seres humanos

RISCO E EMOÇÃO?

Selic a 14,75% ao ano pesa, mas pesquisa revela que há um outro vilão mudando o perfil de endividamento dos brasileiros

7 de abril de 2026 - 10:59

A explosão das apostas online já pesa mais que os juros no bolso do brasileiro e acende um alerta sobre uma nova crise financeira

POR CAUSA DE R$ 3,00

Ganhador da Lotomania 2908 comete erro ‘imperdoável’ e joga R$ 13 milhões no lixo; Lotofácil 3654 acumula e Mega-Sena 2993 tem rival à altura hoje

7 de abril de 2026 - 7:11

Uma pessoa errou todos os números na Lotomania e ainda assim vai embolsar mais de R$ 200 mil, mas cometeu um erro ainda maior na visão de quem entende da modalidade.

ALÍVIO NO BOLSO

Diesel mais barato? Governo amplia subsídios para conter impacto da guerra; gás de cozinha também terá redução

6 de abril de 2026 - 18:30

Redução no diesel pode passar de R$ 2,60 por litro, mas repasse ao consumidor ainda depende dos estados e das distribuidoras

BC SOB PRESSÃO

Guerra pode travar cortes na Selic? A resposta de Galípolo diante das tensões geopolíticas que não chegam ao fim

6 de abril de 2026 - 17:30

Com conflito entre EUA, Israel e Irã aparentemente longe de terminar, o presidente do BC vê cenário mais incerto; enquanto isso, inflação sobe nas projeções e espaço para queda dos juros diminui

LEILÕES

Caixa Econômica Federal promove leilão que conta com imóvel com lance inicial é de apenas R$ 37 mil

6 de abril de 2026 - 15:14

Estarão disponíveis no leilão da Caixa mais de 500 casas, apartamentos ou terrenos em todo o Brasil; veja como participar

PIKACHU QUE VALE MAIS QUE OURO

Venda de carta de Pokémon junto com colar de diamantes alcança US$ 16,5 milhões, mas não por causa da joia

6 de abril de 2026 - 11:45

Cartinha de Pokémon entra para a história após ser vendida por milhões pelo influenciador norte-americano Logan Paul

VEJA AS PROJEÇÕES

Onde vão parar inflação, Selic, PIB e dólar com a guerra no Irã? Economistas ajustam projeções mais uma vez; veja detalhes do Focus

6 de abril de 2026 - 10:02

Pressionadas pela disparada do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio, as expectativas de inflação voltaram a subir no Brasil, enquanto o mercado segue atento aos possíveis efeitos sobre os juros no país e no exterior

RECUPERANDO POSIÇÕES

Mega-Sena retorna ao pódio das loterias com maiores prêmios na semana, mas ainda não chega nem à metade do valor da +Milionária

6 de abril de 2026 - 7:18

Mega-Sena entrou acumulada em abril e recuperou posições no ranking de maiores prêmios estimados para as loterias da Caixa. Com R$ 13 milhões em jogo, Lotomania é o destaque desta segunda-feira (6).

TEMAS QUE BOMBARAM

Porto seguro do Tesouro Selic, fim da linha no Itaú e a corrida pelos milhões das loterias: as mais lidas da semana no Seu Dinheiro

5 de abril de 2026 - 16:32

Os leitores concentraram sua atenção em temas que impactam diretamente o bolso — seja na proteção do patrimônio, nas decisões de grandes empresas ou na chance de transformar a vida com um bilhete premiado

DATAS IMPORTANTES

Agenda da economia no Brasil: inflação e balança comercial movimentam os mercados nesta semana; veja detalhes

5 de abril de 2026 - 13:02

Indicadores ajudam a calibrar as expectativas do mercado para os próximos meses e influenciam decisões sobre juros, investimentos e consumo

NÃO DECEPCIONARAM

Não foi só a Dupla de Páscoa: Lotofácil 3653 e Dia de Sorte 1197 também fazem novos milionários; Mega-Sena sai com repetição rara e +Milionária tem bola na trave impressionante

5 de abril de 2026 - 8:41

Lotofácil fez 3 novos milionários na noite da Dupla de Páscoa, mas apostador teimoso da Dia de Sorte terá direito a um prêmio ligeiramente superior.

CONSTRUÇÃO HISTÓRICA

Quem veio primeiro: o coelho ou ovo de Páscoa? A origem das tradições é mais antiga do que parece

5 de abril de 2026 - 7:31

Muito antes do chocolate, ovos e coelhos já eram símbolos de fertilidade e renovação — e têm raízes que vão além da tradição cristã

COMO ERA DE SE ESPERAR

Dupla de Páscoa 2026 tem 53 ganhadores, mas apenas três ficam milionários com o prêmio

4 de abril de 2026 - 23:57

Dupla de Páscoa de 2026 premiou quatro bilhetes na faixa principal e ainda fez um milionário no segundo sorteio

NÃO TEM MAIS VOLTA

Números da Dupla de Páscoa 2026 são sorteados; veja se você acertou

4 de abril de 2026 - 21:09

Resultado do rateio da Dupla de Páscoa de 2026 será conhecido dentro de alguns minutos; acompanhe a cobertura do Seu Dinheiro

DE HOJE NÃO PASSA

Apostas encerradas! Acompanhe ao vivo o sorteio da Dupla de Páscoa; prêmio é estimado em R$ 40 milhões

4 de abril de 2026 - 20:01

A Dupla de Páscoa abre o calendário de sorteios especiais das loterias da Caixa, que conta também com a Quina de São João, a Lotofácil da Independência e a Mega da Virada.

DE OLHO NOS PREÇOS

Governo reage à alta dos combustíveis: ANP intensifica fiscalização contra aumentos abusivos e avança com programa de subvenção ao diesel

4 de abril de 2026 - 11:30

A agência já emitiu autos de infração contra 85 postos e 19 distribuidoras de combustíveis, com multas que podem chegar a R$ 500 milhões

VEJA OS PREÇOS

Almoço de Páscoa ficou mais barato, mas queda nos preços esconde ‘pegadinha’ e revela inflação onde mais dói no bolso

3 de abril de 2026 - 16:28

Mesmo com queda média de 5,73% nos preços da cesta de Páscoa, itens tradicionais como chocolate e bacalhau sobem bem acima da inflação e concentram a pressão no bolso do consumidor

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia