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Na visão da estrategista do banco norte-americano, o cenário global faz com que existam poucos mercados emergentes que atraiam os investidores
Enquanto a Nicarágua venceu o concurso da miss mais bela do mundo deste ano, o Brasil é quem leva a faixa quando o assunto é atração de investimentos globais entre os países emergentes — pelo menos é o que diz a diretora e estrategista para Brasil e América Latina do JP Morgan, Emy Shayo Cherman.
Na visão de Shayo, o país atualmente é quase a "Miss Universo" em relação a nações como China, Argentina e Turquia. Para a executiva, o cenário global faz com que existam poucos mercados emergentes que chamem a atenção de investidores.
"Temos uma China desacelerando, problemas graves na Turquia, e na Argentina inflação acima de 100%", disse Shayo, durante evento nesta quinta-feira (23).
"A Índia é uma alternativa, mas é um país caro. O Brasil é mais barato que seus concorrentes. Sempre somos uma boa oportunidade", ressalta a diretora.
A diretora do JP Morgan projeta um crescimento de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2024, contra estimativa anterior de 1,0%, uma vez que o país tem surpreendido para cima com a expansão anual da economia.
"É interessante pensar quais mudanças estruturais estão acontecendo com a gente. Será que todas as reformas dos últimos anos já se refletem aqui? Como vai ser o efeito da reforma tributária ao longo do tempo? São perguntas que recebemos muito em termos de crescimento", avaliou a diretora.
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Para Emy Shayo, o "calcanhar de Aquiles" da economia brasileira segue sendo a questão fiscal. "O Brasil tem um dos piores fiscais e uma das piores dívidas do mundo.”
Na avaliação da diretora do JP Morgan, ainda que haja um cenário positivo para o Brasil, o fluxo de investimentos que parte de países desenvolvidos costuma depender das condições e da liquidez da economia dos Estados Unidos.
Até a metade de 2023 os investimentos em países emergentes somaram US$ 40 bilhões. Entretanto, a partir do segundo semestre, os juros de longo prazo nos EUA começaram a subir, o que fez com que US$ 35 bilhões do total de investimentos recebidos até então "fossem embora", segundo a diretora.
Para a executiva, essa fuga de capital não foi vista apenas nos ativos de renda variável, mas principalmente na renda fixa. "Na renda fixa talvez tenha sido até pior. Faz dois anos que temos visto muita saída de renda fixa de mercados emergentes.”
A estrategista do banco afirma que, ainda que questões locais como os problemas fiscais ou de condução da política econômica, parte da influência sobre os preços de ativos domésticos resulta de fatores internacionais.
"Eu diria até que 80% da precificação que vemos em termos de mercado, depende dos mercados lá fora acima de tudo", destaca.
Além dos EUA, a diretora observou que o desempenho econômico da China interfere nos ativos brasileiros. "Temos visto desconfiança em como os investidores têm se posicionado sobre a China. É uma situação em que o Brasil se beneficia, mas também pode se prejudicar.”
Para a diretora, os sinais de desaceleração do país asiático e algumas "questões geopolíticas" podem dificultar o investimento na China.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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