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Cotação da criptomoeda atrelada ao dólar caiu de US$ 1 para US$ 0,88 após sua emissora divulgar que tinha US$ 3,3 bilhões em depósitos no SVB
A stablecoin USD Coin (USDC), uma das maiores criptomoedas atreladas ao dólar do mundo, perdeu a sua paridade com a moeda americana no último sábado (11) depois que a Circle, sua emissora, revelou ter US$ 3,3 bilhões em depósitos no Silicon Valley Bank (SVB).
O banco, focado em startups de tecnologia, foi à falência na sexta-feira (10) após sofrer uma corrida bancária. Clientes que não conseguiram retirar seus recursos a tempo podem fazer jus à garantia da Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), o equivalente americano ao nosso Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Mas quem tiver a receber valores que estiverem fora do limite de cobertura de US$ 250 mil precisará, a princípio, entrar na fila de credores, sem garantia de ser inteiramente ressarcido, a menos que o governo americano decida socorrer os depositantes.
Como stablecoin, a USD Coin precisa manter a equivalência com o seu ativo de referência - o dólar americano - o tempo todo; para isso, a Circle deve ter reservas na mesma moeda como lastro, que hoje totalizam cerca de US$ 40 bilhões.
Só que ontem pela amanhã, logo depois que a Circle divulgou sua exposição ao SVB, a cotação da USDC tombou para 88 centavos na mínima. Mas, segundo dados compilados pela Bloomberg, a stablecoin chegou a ser negociada a 81,5 centavos de dólar.
A corretora (exchange) Coinbase decidiu suspender as negociações de USDC na sua plataforma durante o fim de semana, prometendo retomá-las quando o expediente bancário começar, na próxima segunda-feira.
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Há pouco, a criptomoeda era negociada a 97 centavos. Veja o gráfico de sete dias da Coin Market Cap, que mostra o quanto a USD Coin era estável antes do anúncio e passou a oscilar brutalmente em seguida:

A perda de paridade de uma stablecoin ocorre quando os investidores vendem rapidamente as suas posições no ativo. E, neste caso, eles parecem ter migrado para outras stablecoins que já manifestaram não ter exposição ao SVB, como o Tether (USDT), que desde ontem vem sendo negociado um pouco acima de US$ 1.

Outras empresas do setor cripto também vieram a público nos últimos dias para dizer que não têm qualquer relacionamento com o SVB, como as exchanges Binance e Gemini, além da Paxos Trust, emissora da stablecoin Pax Dollar (USDP).
Por outro lado, outra grande empresa do setor, a plataforma de negociação de ativos digitais e lending BlockFi, anunciou que tinha US$ 227 milhões em depósitos no SVB. O evento complica ainda mais a situação da companhia, que atualmente se encontra em recuperação judicial.
O descolamento de stablecoins da cotação dos seus ativos de referência é o tipo de evento capaz de causar um frio na espinha dos investidores em criptomoedas.
O caso mais notório do tipo foi justamente aquele que iniciou a espiral de acontecimentos negativos que vêm abalando o mundo cripto: o colapso da criptomoeda Terra (LUNA), que começou justamente com a perda de paridade da sua stablecoin, a TerraUSD (UST), em maio de 2022.
De lá para cá, o que se viu foi uma sequência de quebras de empresas do setor, com alguns casos notórios, como a do fundo de hedge Three Arrows Capital e a da exchange FTX.
A mais recente vítima desse ambiente problemático foi o banco Silvergate, com foco em clientes empresariais do mercado cripto, que teve alguns problemas similares aos do SVB.
A crise no mercado de criptomoedas tem como pano de fundo a alta nas taxas de juros nos Estados Unidos, que afeta principalmente os setores de maior risco e mais dependentes de capital e crédito, como o de tecnologia.
O aperto monetário sufoca os negócios mais sensíveis às taxas de juros, além daquelas empresas que estão envolvidas em algum tipo de fraude ou que fazem má gestão de risco.
A quebra do SVB tem o poder de abalar ainda mais o já combalido mercado de criptomoedas, uma vez que seus clientes eram justamente startups de tecnologia, muitas das quais perderam o acesso a uma boa parte dos seus recursos que estavam depositados no banco. A saída que for encontrada para os depositantes nos próximos dias será determinante para sabermos o tamanho do impacto.
É possível ainda que haja algum efeito contágio, sobretudo para outros bancos de pequeno e médio porte e que atuam em nichos, com clientes de alto risco e até rejeitados pelos bancões tradicionais, como os próprios players do mundo cripto.
Da manhã de quinta até a manhã de sexta, o bitcoin chegou a cair quase 10% em dólar com as notícias envolvendo o SVB, mas depois a maior criptomoeda do mundo passou a ver uma recuperação de mesma intensidade.
*Com informações da Bloomberg.
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