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De acordo com os representantes do BC, o período de testes começa oficialmente em março, com a entrada dos primeiros participantes da rede em maio
Os primeiros passos para o lançamento do real digital (RD), a criptomoeda do Banco Central brasileiro, foram lançados nesta segunda-feira (06). Isso significa que os membros responsáveis pelo desenvolvimento do projeto já têm ideias mais bem definidas do que fazer a partir de agora.
O real digital faz parte de uma cesta de moedas chamada Central Bank Digital Currency (CDBC), que nada mais são do que a representação de ativos reais nas blockchains — os chamados tokens.
E as diretrizes apresentadas para essa nova tecnologia terão três frentes principais, como explicou o coordenador dos trabalhos sobre a CDBC, Fábio Araújo, em entrevista coletiva à imprensa: o RD para o atacado, para o varejo e como título público federal.
Como definiu Araújo, o real digital será o “PIX dos serviços financeiros”, no sentido de facilitar as trocas instantâneas e melhorar a experiência no setor.
Como já antecipado pelo Seu Dinheiro, não é novidade que o RD terá um foco maior no atacado do que no varejo. Porém, na coletiva desta segunda-feira, foram definidos os parceiros que auxiliarão nos primeiros testes da CDBC brasileira.
O desenvolvimento do projeto do real digital será em uma rede privada criada do Hyperledger Besu, uma blockchain do tipo EVM (ethereum virtual machine, em inglês) compatível com a rede do Ethereum e que já é utilizada em aplicações de tokenização de projetos em todo o mundo.
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De acordo com os representantes do BC, o período de testes começa oficialmente em março, com a entrada dos primeiros participantes da rede em maio.
Maiores detalhes sobre como os usuários poderão participar do período de testes serão dadas em um workshop oferecido pelo Banco Central em abril deste ano. Os critérios para o ingresso de participantes ainda não foram fechados, disse Araújo.
Além do coordenador do projeto, estavam presentes o chefe do Departamento de Informática do Banco Central, Haroldo Jayme Cruz, o chefe-adjunto do Departamento de Operações do Mercado Aberto do BC, Marcus Antônio Sucupira, e o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública da Secretaria do Tesouro Nacional, Luis Felipe Vital Nunes Pereira.
O secretário do Tesouro destacou que acompanhará de perto a fase de testes e comentou sobre a possibilidade do oferecimento de ativos financeiros tokenizados, entre eles, títulos públicos federais (TFP).
Além desses títulos, também existe a possibilidade de tokenização e consequente fragmentação de outros ativos financeiros. Esse tipo de investimento estaria disponível nas instituições de pagamentos e outros parceiros do BC, de acordo com os planos do projeto.
“Toda a operação de liquidação e custódia já ocorre no Selic. Vamos avaliar ajustes no sistema Selic nos testes do real digital”, comenta Pereira.
A pergunta que fica é: quando o RD chegará aos celulares e computadores brasileiros?
E a resposta continua a mesma desde o lançamento do cronograma do real digital: em algum ponto entre o final de 2024 e começo de 2025. É difícil especificar uma data porque, na fase de testes, podem ocorrer problemas que exijam alteração dos prazos oficiais..
Por fim, vale ressaltar que a ideia de utilizar uma blockchain que permite a interoperabilidade com outros sistemas visa a integração com outras CDBCs pelo globo.
Mas, nas palavras de Fábio Araújo, do BC, “a tecnologia é muito propícia a pagamentos transfronteiriços, mas todos os BCs estão de olho em desenvolver plataformas para resolver problemas domésticos no momento”.
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