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Após temores com a política monetária dos EUA e tensões regulatórias envolvendo a Binance, o bitcoin ganhou um fôlego nesta semana.
A montanha-russa do mercado de criptomoedas teve uma guinada positiva na tarde de quarta-feira (15). Após uma semana marcada por temores com a política monetária dos Estados Unidos e tensões regulatórias na terra do Tio Sam, o bitcoin (BTC) ganhou um fôlego inesperado ontem e puxou os principais ativos digitais para cima.
A maior criptomoeda do mundo chegou a disparar mais de 11% nas últimas 24 horas e beirou a marca de US$ 25 mil, atingindo o maior patamar em quase seis meses, a US$ 24.612.
O rali se mantém nesta manhã (16). Por volta das 9h30, o BTC subia 7,63% de ontem para hoje, cotado a US$ 24.524,63. Em sete dias, a valorização chega a 8,17%.
"O bitcoin segurou justamente na região de US$ 25 mil, que é uma resistência gráfica. Não há reversão de tendência graficamente, apenas se fechar a semana acima dos 25 mil dólares. Não há nenhum fator fundamentalista de novidade, o mercado [cripto] está em recuperação pelo cenário macroeconômico", afirma Tasso Lago, gestor de fundos privados em criptomoedas e fundador da Financial Move.
Enquanto isso, o ethereum (ETH) seguiu o otimismo e subiu 6,04% no último dia, negociado a US$ 1.682,61 no mesmo horário; em uma semana, a alta é de 3,12%.
| # | Nome | Preço | 24h % | 7d % |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 24.524,63 | +7,63% | +8,17% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 1.682,61 | +6,04% | +3,12 |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 1,00 | -0,02% | +0,01% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 318,72 | +4,83% | -0,30% |
| 5 | USD Coin (USDC) | US$ 0,9999 | -0,02% | +0,00% |
| 6 | XRP (XRP) | US$ 0,3979 | +2,35% | +0,92% |
| 7 | Binance USD (BUSD) | US$ 1,00 | -0,00% | -0,01% |
| 8 | Cardano (ADA) | US$ 0,4033 | +2,64% | +4,63% |
| 9 | Polygon (MATIC) | US$ 1,38 | +7,74% | +3,94% |
| 10 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,0885 | +1,85% | +0,43% |
Desde a semana passada, as principais criptomoedas do planeta entraram em rota de queda, refletindo a cautela do mercado frente a questões macroeconômicas, com a política monetária e inflação norte-americanas fazendo sombra no desempenho do bitcoin (BTC) e outros ativos virtuais.
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"O bitcoin está em tendência de recuperação. Em dezembro, o Fed [Federal Reserve, o BC dos EUA] se pronunciou com relação aos dados macro com uma sinalização do teto de juros, de 5 % a 5,4%, e nós estamos perto desse teto. Todo o mercado de renda variável vem subindo desde então, já que o mercado começa a antecipar uma maior estabilidade e uma redução dos juros", explica Tasso Lago, da Financial Move.
"O cenário macro é favorável a uma retomado do mercado cripto e, consequentemente, à volta da confiança dos investidores mesmo após as ações intervencionistas dos órgãos reguladores nos Estados Unidos", disse César Felix, Gerente de Customer Experience da Novadax.
Não bastasse o impacto macroeconômico sobre o desempenho da criptomoeda, questões regulatórias no exterior ainda fizeram o bitcoin testar importantes patamares de suporte durante esta semana.
Na segunda-feira (13), a Paxos informou que interromperá a emissão de novas stablecoins Binance USD (BUSD), da Binance, a maior exchange de criptomoedas do mundo, a partir de 21 de fevereiro por determinação do Departamento de Serviços Financeiros de Nova York.
Segundo o comunicado do regulador, o pedido é "resultado de várias questões não resolvidas relacionadas à supervisão da Paxos de seu relacionamento com a Binance".
“O mercado cripto teve uma queda acentuada em função da revelação da Paxos de que o regulador nova-iorquino proibiu a empresa de emitir novas stablecoins BUSD. Esse tema deve se estender pela semana e limitar o avanço das criptomoedas", contou Felipe Medeiros, analista de criptomoedas e sócio da Quantzed Criptos, ao Seu Dinheiro.
Segundo o The Wall Street Journal, a Paxos também está na mira da SEC, a xerife do mercado de capitais norte-americano. O jornal relata que a agência reguladora pretende processar a empresa por violar as leis de proteção aos investidores, uma vez que considera a criptomoeda BUSD um valor mobiliário não registrado.
"Quando o mercado entendeu que o regulador não vai, nesse primeiro momento, conseguir proibir as stablecoins ou de alguma forma afetar diretamente o mercado, o mercado de criptomoedas se recupera para os patamares de correlação com a bolsa americana, que está próxima da máxima do ano", conta Felipe Medeiros, analista de criptomoedas e sócio da Quantzed Criptos.
Os investidores de criptomoedas também tiveram um aceno positivo de George Soros, bilionário húngaro dono do family office Soros Fund Management, nesta semana.
Um documento divulgado nesta segunda-feira mostrou que o executivo elevou as apostas no mercado de criptomoedas no quarto trimestre de 2022.
Entre outubro e dezembro, o fundo de Soros aumentou a participação na MicroStrategy, de Michael Saylor, e no banco Silvergate Capital.
O documento ainda mostrou a aquisição de 17,2 milhões de ações da Block Inc, de Jack Dorsey, e outros 40 milhões de papéis na Marathon Digital Holdings.
*Com informações de The Block.
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