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Por que a narrativa da inteligência artificial ainda não me deixa tão animado para voltar a comprar a ação da Microsoft
Olá, seja bem-vindo à Estrada do Futuro, onde conversamos semanalmente sobre a intersecção entre investimentos e tecnologia.
Um debate de forças existe em Wall Street neste momento.
De um lado estão os otimistas, que acreditam que a desaceleração da inflação e do ritmo de aperto de juros pelo Fed são suficientes para reviverem o bull market.
Do outro, os pessimistas acreditam que esses efeitos positivos ainda não contabilizam a inevitável desaceleração econômica a ser sentida nos próximos meses, com aumento do desemprego (que se recusa a chegar) e a queda do consumo.
Bom, na semana passada, todos os investidores foram procurar pistas sobre essa batalha nos resultados da maior empresa de softwares do mundo, a Microsoft.
No mercado, o bom ou ruim é sempre relativo.
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Nas manchetes, você vê que os resultados do 4T22 ficaram "acima do consenso"; na prática, o crescimento de receitas foi o mais fraco da Microsoft desde 2016.
Na minha opinião, o conjunto dos resultados foi fraco, mostrando uma notável desaceleração em relação aos últimos trimestres e anos.
Apesar da divisão "Intelligent Cloud”, que compila o Azure — o serviço de computação em nuvem —, ter crescido 31% na comparação anual, outros segmentos desaceleraram bem mais que o previsto.
O LinkedIn, por exemplo, viu as receitas crescerem apenas 10%, contra um ritmo acima de 20% nos últimos anos.
Na teleconferência, os executivos mencionaram já enxergarem uma atividade de recrutamento mais fraca, com impacto direto nas receitas da rede social.
Isso, naturalmente, chegará ao mercado de trabalho nos próximos meses.
No segmento de computadores pessoais, as vendas caíram impressionantes 40% na comparação anual.
Na vertical de games, onde estão as vendas do Xbox, a receita decresceu 12%.
No consolidado, as margens encolheram e, pela primeira vez em muitos anos, a geração de caixa da Microsoft não cobriu seu dividendo trimestral.
Quando perguntados sobre uma possível recessão, os executivos da Microsoft, entre eles o CEO Satya Nadella, responderam que estão enxergando de fato um mercado pior.
Clientes estão postergando contratos e buscando muito mais ganhos de eficiência do que de inovação.
Porém, ao dar seu veredito, Nadella preferiu devolver a bola aos investidores, ao sugerir que sobre macroeconomia eles deveriam entender muito mais do que ele.
Antes fosse esse o caso.
No que lhe confere a ocasião, ele queria mesmo era falar sobre inteligência artificial.
Em sua abertura, Nadella confirmou que, muito em breve, toda a suíte de produtos do Office 365 contará com extensões de inteligência artificial.
Provavelmente essas extensões serão derivadas da parceria com a OpenAI, criadora do famoso algoritmo ChatGPT.
Confirmando o que eu escrevi há algumas semanas, que inteligência artificial parece muito mais um feature do que um produto, o foco da Microsoft será o de injetar alguns esteróides no Office.
Espere por slides, textos e planilhas muito mais automatizados nos próximos anos.
A sensação crescente que eu tenho é de que a inteligência artificial realizará as promessas que cripto falhou em cumprir nos últimos 10 anos.
A ver.
Apesar de ser uma das melhores empresas do mundo, Microsoft negocia a 25 vezes os lucros estimados para os próximos 12 meses, com algumas pressões contratadas em termos de custo e possivelmente demanda.
Mesmo a narrativa da inteligência artificial ainda não me deixa tão animado para voltar a comprar essa ação.
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A Microsoft (MSFT34) anda "sofrendo" com seus resultados, além de ter anunciado o corte de mais de 10 mil funcionários para os próximos meses - algo que foi bastante desanimador para o mercado.
Para o estrategista-chefe da Empiricus Research, não é hora de voltar a investir na big tech. No lugar, existem outras 5 empresas internacionais que vale a pena ter na carteira agora.
São 5 BDRs de empresas sólidas e com excelentes projeções de resultados para 2023, segundo a casa de análise. Conheça GRATUITAMENTE os tickers liberando o relatório neste link exclusivo para os leitores da coluna "Estrada do Futuro".
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