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Mercado, superstições e devaneios numa sexta-feira 13: Americanas sob escrutínio, tendências de trabalho, demissões na Pier e outras notícias

Mas não foi apenas a Americanas que sofreu as consequência da revelação. No entanto, existe um meio simples e eficaz de mitigar os efeitos desse tipo de acontecimento; confira

Camille Lima
13 de janeiro de 2023
8:13
fachada lojas americanas
Imagem: Divulgação

Depois da quinta-feira 12 vem a sexta-feira 13. Tão inevitável quanto as associações supersticiosas relacionadas com a data.

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O fato é que a sexta-feira 13 chega depois de uma quinta-feira 12 aterrorizante para os acionistas da Americanas, tenham eles passado por baixo de uma escada ou não.

AMER3 derreteu 77,33% ontem na esteira da revelação de inconsistências contábeis pelo agora ex-CEO Sergio Rial, o breve. Foi a maior queda diária de um componente do Ibovespa em décadas.

Mas não foi apenas a Americanas que sofreu as consequência da revelação.

Seus pares no setor estão sob escrutínio do mercado, que agora quer saber como outras grandes varejistas listadas na bolsa contabilizam o chamado ‘risco sacado’.

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O mesmo ocorre com os bancos, responsáveis por conceder esses créditos. Enquanto a poeira não baixar, esses ativos devem continuar sob os holofotes dos investidores.

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De qualquer modo, não se trata de sorte ou azar. É claro que nenhum acionista da Americanas ficou feliz em ver a empresa perder R$ 8 bilhões em valor de mercado em apenas um dia.

No entanto, existe um meio simples e eficaz de mitigar os efeitos desse tipo de acontecimento.

Quem nos explica isso com maestria é o colunista Ruy Hungria. E nem precisa andar por aí com uma cabeça de alho no bolso. Vale a pena conferir!

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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.

O que você precisa saber hoje

ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas internacionais sofrem ajuste no início da temporada de balanços; Ibovespa acompanha Haddad e desdobramentos do caso Americanas (AMER3). Enquanto as falas de autoridades do Federal Reserve permanecem no radar, por aqui, a prévia do PIB é destaque no campo dos indicadores.

PRÉVIA OPERACIONAL
Com Natal forte, Iguatemi (IGTI11) bate recorde de vendas no quarto trimestre e total chega a R$ 17 bilhões em 2022. As eleições e a Copa do Mundo afetaram negativamente as vendas no período, mas o resultado foi compensado pelo Natal.

EFEITOS DA INVASÃO
Lula vai perseguir Bolsonaro? O próprio presidente responde. Conversando com jornalistas nesta quinta-feira (12), o atual presidente afastou a imagem de paz e amor ainda que tenha reconhecido que o país já está em normalidade.

GREAT PLACES TO (NOT) WORK
Perderam o brilho: Meta e Apple não estão entre as melhores empresas para trabalhar em 2023. Essa é a primeira vez que a fabricante de iPhone não aparece no levantamento desde 2009, quando o ranking passou a ser divulgado. No caso da dona do Facebook, a empresa mantinha uma das 100 posições desde 2011.

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NA LEVA DE "REESTRUTURAÇÕES"
Derrubou mais uma: Pier, startup de seguros, demite mais de 100 funcionários. Os desligamentos afetaram as áreas de tecnologia, atendimento ao cliente, marketing e recrutamento e seleção.

ONDE INVESTIR EM 2023
O modelo híbrido veio para ficar ou vamos todos voltar aos escritórios? Confira as tendências de carreiras e as profissões em alta. A possibilidade de se trabalhar remotamente no pós-pandemia — e a resistência de muitos empregadores quanto a esse modelo — representou uma revolução em inúmeras carreiras.

Uma boa sexta-feira para você!

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