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Mas não foi apenas a Americanas que sofreu as consequência da revelação. No entanto, existe um meio simples e eficaz de mitigar os efeitos desse tipo de acontecimento; confira
Depois da quinta-feira 12 vem a sexta-feira 13. Tão inevitável quanto as associações supersticiosas relacionadas com a data.
O fato é que a sexta-feira 13 chega depois de uma quinta-feira 12 aterrorizante para os acionistas da Americanas, tenham eles passado por baixo de uma escada ou não.
AMER3 derreteu 77,33% ontem na esteira da revelação de inconsistências contábeis pelo agora ex-CEO Sergio Rial, o breve. Foi a maior queda diária de um componente do Ibovespa em décadas.
Mas não foi apenas a Americanas que sofreu as consequência da revelação.
Seus pares no setor estão sob escrutínio do mercado, que agora quer saber como outras grandes varejistas listadas na bolsa contabilizam o chamado ‘risco sacado’.
O mesmo ocorre com os bancos, responsáveis por conceder esses créditos. Enquanto a poeira não baixar, esses ativos devem continuar sob os holofotes dos investidores.
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De qualquer modo, não se trata de sorte ou azar. É claro que nenhum acionista da Americanas ficou feliz em ver a empresa perder R$ 8 bilhões em valor de mercado em apenas um dia.
No entanto, existe um meio simples e eficaz de mitigar os efeitos desse tipo de acontecimento.
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ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas internacionais sofrem ajuste no início da temporada de balanços; Ibovespa acompanha Haddad e desdobramentos do caso Americanas (AMER3). Enquanto as falas de autoridades do Federal Reserve permanecem no radar, por aqui, a prévia do PIB é destaque no campo dos indicadores.
PRÉVIA OPERACIONAL
Com Natal forte, Iguatemi (IGTI11) bate recorde de vendas no quarto trimestre e total chega a R$ 17 bilhões em 2022. As eleições e a Copa do Mundo afetaram negativamente as vendas no período, mas o resultado foi compensado pelo Natal.
EFEITOS DA INVASÃO
Lula vai perseguir Bolsonaro? O próprio presidente responde. Conversando com jornalistas nesta quinta-feira (12), o atual presidente afastou a imagem de paz e amor ainda que tenha reconhecido que o país já está em normalidade.
GREAT PLACES TO (NOT) WORK
Perderam o brilho: Meta e Apple não estão entre as melhores empresas para trabalhar em 2023. Essa é a primeira vez que a fabricante de iPhone não aparece no levantamento desde 2009, quando o ranking passou a ser divulgado. No caso da dona do Facebook, a empresa mantinha uma das 100 posições desde 2011.
NA LEVA DE "REESTRUTURAÇÕES"
Derrubou mais uma: Pier, startup de seguros, demite mais de 100 funcionários. Os desligamentos afetaram as áreas de tecnologia, atendimento ao cliente, marketing e recrutamento e seleção.
ONDE INVESTIR EM 2023
O modelo híbrido veio para ficar ou vamos todos voltar aos escritórios? Confira as tendências de carreiras e as profissões em alta. A possibilidade de se trabalhar remotamente no pós-pandemia — e a resistência de muitos empregadores quanto a esse modelo — representou uma revolução em inúmeras carreiras.
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