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A presença da cúpula dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e dos governadores de quase todos os Estados em Brasília proporcionou imagens construtivas, capazes de rivalizar com as cenas de horror do último domingo
Nem sempre nos damos conta, conscientemente, do poder das imagens. Algumas delas são tão impactantes que produzem efeito prolongado não apenas individual, mas sobre o imaginário coletivo.
No domingo, o ataque de radicais bolsonaristas à Praça dos Três Poderes exigia a rápida produção de imagens poderosas o suficiente para fazer frente à sensação generalizada de horror.
Não parecia algo trivial, mas essas imagens vieram à tona já na segunda-feira, dia seguinte ao ataque golpista.
A presença da cúpula dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e dos governadores de quase todos os Estados em Brasília menos de 24 horas depois da depredação proporcionou imagens igualmente impactantes de união contra a barbárie.
E enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dava uma demonstração clara de liderança, dezenas de milhares de pessoas saíam às ruas de diversas capitais em defesa da paz e da convivência democrática.
Embora incapazes de desfazer a destruição material e imaterial - das obras de arte, dos símbolos nacionais, dos patrimônios público e histórico -, são imagens construtivas, capazes de rivalizar com as cenas de horror do último domingo e de mostrar que os símbolos importam, gostemos deles ou não.
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Transmitidas essas imagens, o desafio de Lula agora é passar a sensação de normalidade, ainda que não haja nada de normal no que vem ocorrendo em tempos recentes.
Nesse sentido, o governo recém-empossado manteve o compromisso de divulgar ainda esta semana as primeiras medidas econômicas efetivas para o momento desafiador que vivemos. Conforme prometido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, numa aparentemente distante semana passada.
Para entender como tudo isso vai mexer com os mercados financeiros não apenas hoje, mas pelos próximos tempos, o colunista Matheus Spiess proporciona uma análise minuciosa dos potenciais impactos dos acontecimentos recentes.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Cautela antes da fala de Powell faz bolsas internacionais recuarem; IPCA e Brasília são foco do Ibovespa hoje. No panorama doméstico, os desdobramentos políticos do ataque à Praça dos Três Poderes seguem em foco.
ESPECIAIS SD
Onde investir em 2023: BDRs e ações estrangeiras podem ser boas opções, mas apenas para quem tiver frieza para aguentar a volatilidade. Companhias de qualidade, especialmente setores e empresas com bom histórico de lucros, estão entre as melhores opções para quem deseja investir em ações no exterior.
HELLO, LULA?
Biden fala com Lula por telefone sobre ataques em Brasília. O presidente norte-americano já havia condenado os atos de apoiadores de Bolsonaro nas sedes dos Três Poderes. Saiba o que os dois chefes de Estado conversaram.
DERROTADA?
Acionistas da Gafisa (GFSA3) rejeitam cancelamento de aumento de capital. A validação da operação da companhia controlada por Nelson Tanure, no valor de R$ 78 milhões e homologada na semana passada, representa uma derrota para a Esh.
MAIS UM PASSO DADO
Conselho do GPA (PCAR3) aprova redução de capital bilionária para cisão com Grupo Éxito. A proposta ainda precisa do sinal verde dos acionistas. O objetivo da operação é distribuir 86% das ações do Éxito aos acionistas do GPA, incluindo BDRs e ADRs.
SEGUINDO A PROGRAMAÇÃO...
Goldman Sachs vai demitir mais de 3 mil funcionários — e o corte já tem data para acontecer. As demissões devem afetar quase todas as áreas do banco, mas em maior proporção no setor de investimentos.
A CAMPEÃ DO ANO
Melhor carteira recomendada de ações de 2022 teve retorno de quase 32% no ano, contra 4,69% do Ibovespa. Entre as maiores corretoras do país, foi um bancão que fez as indicações mais certeiras do ano. Veja o ranking completo.
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