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Os investidores locais precisam decidir se acompanham o exterior ou se mantêm a postura de não dar o benefício da dúvida ao governo de Lula
O momento para os ativos de risco é ruim. Seja no Brasil ou no exterior, os investidores navegam os mares dos investimentos em busca de um porto seguro.
Afinal, é quase um consenso entre os analistas de mercado que a economia global entrará em recessão em algum momento dos próximos meses.
Consequência da demora dos bancos centrais das principais economias do mundo para elevar os juros e debelar o incêndio provocado pelo dragão da inflação.
O atraso demandou um aperto monetário mais intenso e o prognóstico de momento é de que o remédio deixou o paciente com os dias contados.
Mas se há vida, há esperança. E hoje as bolsas de valores internacionais amanheceram em alta. O que move os investidores nesta quarta-feira é a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
A expectativa é de que a ata traga alguma sinalização de moderação do aperto monetário por parte do Fed.
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O documento será divulgado às 16h.
Enquanto a ata não vem, os investidores locais precisam decidir se acompanham o movimento externo ou se mantêm a postura de não dar o benefício da dúvida ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que acaba de ser empossado.
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