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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa cai quase 3% na semana após frustração com inflação no Brasil e nos EUA; dólar sobe a R$ 5,19

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24 de fevereiro de 2023
7:03 - atualizado às 18:32

RESUMO DO DIA: Frustração foi a palavra do dia para os investidores. Tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos os números dos indicadores de inflação mostraram uma persistência maior do que a esperada, ainda que influenciada por itens sazonais.

O efeito foi sentido no Ibovespa, ainda que o índice tenha fechado o dia longe das mínimas. A questão é que, na visão dos investidores, os bancos centrais precisarão manter os juros elevados por mais tempo, ainda que exista algum tipo de melhora no cenário fiscal.

Para a bolsa brasileira, a semana mais curta também pesou, reduzindo o volume e levando o principal índice da B3 a recuar quase 3% no período --- isso sem falar na ameaça de vaca louca, que pode atrapalhar as exportações de proteína do país. Já o dólar teve ganhos de 0,72%.

Confira os destaques do dia:

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Poucas empresas encerraram o dia em alta:

CÓDIGONOMEULTVAR
AZUL4Azul PNR$ 7,624,96%
GOLL4Gol PNR$ 5,651,44%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,611,40%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 50,740,77%
ENGI11Engie unitsR$ 39,190,67%

Confira também as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
DXCO3Dexco ONR$ 6,42-6,14%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,62-5,52%
CSNA3CSN ONR$ 16,52-5,22%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,44-4,74%
SMTO3São MartinhoR$ 25,96-3,67%
FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou o dia em queda de 1,67% a 105.798 pontos. Na semana, a queda foi de 2,95%

FECHAMENTO EM NOVA YORK

Em Wall Street, a semana foi marcada por mais um período de grande preocupação com o futuro da taxa de juros.

Isso porque dados econômicos importantes seguem apresentando um comportamento misto. Além disso, a inflação ao consumidor, divulgada hoje, mostrou que o aperto monetário feito até aqui ainda é insuficiente para conter a alta dos preços.

Aos poucos, a ferramenta do CME começa apontar chances maiores de que os juros cheguem a 5,25% ao fim do ano.

Além disso, a volatilidade no mercado de commodities também trouxe instabilidade.

Confira os fechamentos do dia em Wall Street:

  • Nasdaq: -1,69%
  • S&P 500: -1.02%
  • Dow Jones: -1,02%
SANTANDER CORTA RECOMENDAÇÃO DA BB SEGURIDADE (BBSE3) POR "VANTAGEM LIMITADA"

Não é novidade que a continuidade da taxa básica de juros, a Selic, na casa dos dois dígitos, tem dividido opiniões no mercado financeiro e gerado uma batalha entre o governo e o Banco Central — batalha essa ainda sem sinais de bandeira branca. 

Em meio às incertezas do cenário fiscal, com foco em uma possível revisão da meta da inflação e corte na Selic no segundo semestre, o Santander decidiu cortar a recomendação para as ações da BB Seguridade (BBSE3), de compra para neutro.

Afinal, a empresa é uma das que mais se beneficiou do ambiente de juros altos dos últimos meses; a BB Seguridade é a holding que reúne as participações do Banco do Brasil (BBAS3) em seguros e previdência.

Vale lembrar que a companhia registrou lucro líquido de R$ 1,8 bilhão entre setembro e dezembro do ano passado, um avanço de 47,3% na comparação com o mesmo período de 2021. 

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FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em alta de 1,23%, a R$ 5,1987.

MAGAZINE LUIZA: BANCÃO COLOCA AÇÕES MGLU3 DE VOLTA AO CARRINHO DE COMPRAS

As ações do varejo operam sob a luz da desconfiança desde janeiro, quando a Americanas (AMER3) revelou um rombo bilionário que abriu a caixa de pandora de problemas no setor. Mas nesta sexta-feira (24), uma antiga queridinha voltou com tudo: o Magazine Luiza (MGLU3)

As ações do Magalu lideraram a ponta mais alta do Ibovespa durante boa parte desta sexta-feira (24), com ganhos que passaram de 3%, depois que os papéis MGLU3 voltaram ao carrinho de compras do Citi. 

O banco norte-americano passou a recomendar a compra do Magazine Luiza, deixando de lado indicação neutra para as ações, e elevou o preço-alvo de R$ 4,80 para R$ 5,00 — o que representa agora um potencial de valorização de 42%.

Por que é hora de comprar Magazine Luiza?

A última atualização do Citi para o Magazine Luiza foi em 10 de novembro de 2022. De lá para cá, muita coisa mudou — as ações caíram 12% no período, mas o banco também cita outros fatores que beneficiam o Magalu desde então: 

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Depois de um dia de forte sangria, o Ibovespa vem reduzindo o ritmo de queda na última hora. O movimento acompanha uma melhora pontual em Nova York e também uma moderação dos investidores antes do fechamento da semana.

A deterioração do humor ao longo da tarde leva o Ibovespa a recuar mais de 2%, com apenas duas ações operando em alta.

CÓDIGONOMEULTVAR
AZUL4Azul PNR$ 7,442,48%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,642,25%
RENOVANDO MÍNIMAS

As bolsas em Nova York seguem ampliando o ritmo de queda nesta tarde.

Os investidores repercutem a frustração com o indicador de inflação, o que leva o mercado a precificar mais uma vez um aperto maior nos juros por parte do Federal Reserve.

Com o setor mais sensível aos juros, o Nasdaq puxa as perdas em queda de mais de 2%

MINERVA (BEEF3) FRUSTRA INVESTIDORES E DESPENCA NA B3

A revelação de que a Minerva (BEEF3) amargou um prejuízo líquido de R$ 25,7 milhões no quarto trimestre de 2022 atinge as ações da empresa em cheio no pregão desta sexta-feira (24). É o tipo de coisa que o mercado não perdoa e a baixa de 4,07% por volta das 13h44, com os papéis cotados a R$ 11,32, demonstra isso. Era a segunda maior queda do dia no horário.

A força vendedora tem razão de ser: o resultado representa uma reversão e tanto diante do lucro de R$ 150,3 milhões visto nos três últimos meses de 2021 — e abaixo do consenso do mercado, que previa lucro líquido de R$ 203 milhões.

A companhia ainda viu queda de 17,4% no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que somou R$ 607,5 milhões, assim como uma recuo de 8,9% na receita líquida anotada entre outubro e dezembro passados, um total de R$ 6,8 bilhões.

Em relatório, os analistas do BTG Pactual apontam que o balanço da Minerva foi "decepcionante", com destaque para as vendas mais fracas. Ainda assim, a equipe avalia que o ano de 2022 como um todo foi positivo para a empresa, com alavancagem controlada e boa geração de caixa.

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FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias fecharam em viés de queda, acompanhando a piora do humor após a avanço da inflação nos EUA.

Confira o fechamento das principais bolsas na Europa:

  • Frankfurt: -1,74%;
  • Londres: -0,37%;
  • Paris: -1,78%;
  • Madri: -0,31%;
  • Stoxx 600: -0,87%.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa acelera queda a 1,39%, aos 106.101 pontos.

Além do avanço maior que o esperado na inflação no Brasil e nos EUA, os investidores locais acentuaram a cautela com a indefinição sobre a reoneração de combustíveis a partir de 28 de fevereiro.

O dólar à vista arrefeceu a alta, mas opera ainda em tom positivo a R$ 5,1830.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
AZUL4Azul PNR$ 7,564,13%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,683,37%
GOLL4Gol PNR$ 5,631,08%
TIMS3Tim ONR$ 12,520,97%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 50,560,42%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CSNA3CSN ONR$ 16,62-4,65%
BEEF3Minerva ONR$ 11,29-4,32%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 26,47-4,30%
NTCO3Natura ONR$ 14,77-3,65%
CASH3Meliuz ONR$ 0,87-3,33%

JUROS FUTUROS

A cautela que atinge o dólar e a bolsa também chega aos juros futuros. A inflação acima do esperado eleva as apostas em, no minimo, uma estabilidade maior da Selic no patamar atual.

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,46%13,40%
DI1F25DI Jan/2512,77%12,62%
DI1F26DI Jan/2612,84%12,69%
DI1F27DI Jan/2712,99%12,87%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O dia é de cautela nas bolsas internacionais. O avanço do PCE, indicador de inflação referência do Federal Reserve, de janeiro acima do esperado intensificou o temor ao aperto monetário mais duradouro nos EUA.

Por aqui, o IPCA-15 de fevereiro acelerou para 0,76% na comparação mensal, depois de subir 0,55% em janeiro, acima das projeções do mercado.

Com o retorno da maior aversão ao risco, o dólar à vista ganhou força, cotado a R$ 5,1933, e os juros futuros (DIs) operam com viés altista. O petróleo também zerou os ganhos com o avanço da moeda americana e cai mais de 1%.

Soma-se a isso, no ambiente doméstico, os investidores também repercutem as incertezas sobre as negociações do novo arcabouço fiscal, que não deve ser apresentado e apreciado pelo Congresso em tempo hábil.

E, como resultado desses fatores, o Ibovespa registra queda 1,23%, aos 106.269 pontos.

Os destaques da bolsa são as ações da Magazine Luiza (MGLU3) liderando a ponta positiva do Ibovespa, após a elevação de recomendação de compra dos papéis pelo banco Citi. Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) também avançam acompanhando a alta do dólar.

Na ponta negativa, Minerva (BEEF3) cai mais de 4% com investidores repercutem números mais fracos no quarto trimestre, de acordo com o balanço trimestral divulgado ontem (23) pela companhia. Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) registram queda acima de 1% com recuo das commodities.

Lá fora, as bolsas americanas também operam em tom negativo:

  • S&P 500: -1,58%;
  • Dow Jones: -1,38%;
  • Nasdaq: -2,05%

O Ibovespa mantém-se em queda acima de 1%, com a maior cautela dos investidores no exterior após dados de inflação.

A bolsa brasileira cai 1,08%, aos 106.428 pontos.

O dólar à vista sobe 1,03%, a R$ 5,1909.

JUROS FUTUROS SOBEM

Com a forte alta do dólar à vista e dos Treasuries, com PCE de janeiro acima do esperado nos EUA, a curva dos juros futuros (DIs) acentuam alta nesta sexta-feira (24).

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,46%13,40%
DI1F25DI Jan/2512,75%12,62%
DI1F26DI Jan/2612,83%12,69%
DI1F27DI Jan/2712,98%12,87%
MARKET MAKERS #33

O embate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Roberto Campos Neto, chefe do Banco Central, a respeito da política monetária brasileira tomou novos contornos — e o petista pode acabar vencendo a queda de braço com o BC sem mexer nem um dedo a mais. Tudo por conta da Americanas (AMER3).

Em meio ao conturbado cenário econômico brasileiro com o embate público entre o Palácio do Planalto e o BC, ainda estava o caos corporativo instaurado após a revelação do rombo na varejista apoiada por Jorge Paulo Lemann.

Eu sei que você deve estar se questionando: “Como raios a crise contábil na varejista teria relação com as brigas e decisões sobre metas de juros e inflação?”. 

No episódio #33 do Market Makers, Sergio Werlang, doutor em economia e ex-diretor do Banco Central, e Bráulio Borges, pesquisador do Ibre/FGV e mestre em economia, explicam como funcionam as metas do BC — e qual a ligação da Americanas com tudo isso.

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ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas americanas iniciaram as negociações em queda acima de 1% após o PCE de janeiro registrar alta acima do esperado pelo mercado.

Confira a abertura em NY:

  • Dow Jones: -1,05%;
  • S&P 500: -1,23%;
  • Nasdaq: -1,60%.

Com a inflação mais forte nos EUA e o avanço do IPCA-15 em fevereiro, o Ibovespa opera em queda de quase 1%, aos 106.619 pontos.

Tarcísio de Freitas dá mais um passo para privatizar estatal de São Paulo; confira o nome da escolhida

Para muitos no mercado financeiro, a gestão de Tarcísio de Freitas no governo de São Paulo pode enfim representar um avanço nas pautas de privatização de empresas públicas estaduais. E, ao que parece, os primeiros movimentos começam a ser feitos. 

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia - EMAE (EMAE4) anunciou nesta manhã que o governo de São Paulo busca, por meio de uma licitação, contratar um serviço de consultoria para avaliar e estruturar a venda de ativos detidos pelo estado. 

Atualmente, a Secretaria da Fazenda de São Paulo detém 39% do capital total da companhia, o mesmo percentual detido pela Eletrobras. Cerca de 16,1% dos ativos são negociados em bolsa. 

A sessão pública da licitação será realizada no dia 21 de março, às 10h. O projeto é comandado pela Secretaria de Parcerias em Investimentos. 

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O dólar à vista acelerou os ganhos e sobe 1%, a R$ 5,1881

PETRÓLEO REDUZ GANHOS

O petróleo, que avançava repercutindo a notícia de que a Rússia deve reduzir a exportação a partir de março, zerou os ganhos há pouco. A virada para o desempenho negativo acontece após a divulgação do PCE, índice inflacionário, maior que o esperado para janeiro, o que refletiu no forte avanço do dólar.

Com isso, as ações da Petrobras passaram a operar em queda. Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR4Petrobras PNR$ 26,45-0,38%
PETR3Petrobras ONR$ 29,93-0,33%
SOBE E DESCE DA BOLSA

A repercussão de balanços trimestrais, avanço do IPCA-15 de fevereiro e da inflação nos EUA de janeiro impactam o desempenho dos ativos no Ibovespa.

A bolsa brasileira cai 0,33%, aos 107.243 pontos, acompanhando o exterior.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,786,18%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 52,734,73%
AZUL4Azul PNR$ 7,493,17%
VIIA3Via ONR$ 2,042,51%
GOLL4Gol PNR$ 5,661,62%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
BEEF3Minerva ONR$ 11,30-4,24%
NTCO3Natura ONR$ 14,99-2,22%
ITUB4Itaú Unibanco PNR$ 25,94-2,04%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,74-1,86%
CSNA3CSN ONR$ 17,11-1,84%
REAÇÃO AO PCE

Os índices futuros ampliaram queda com o avanço da inflação, medida pelo PCE:

  • S&P futuro: -0,67%;
  • Dow Jones futuro: -0,58%;
  • Nasdaq futuro: -0,90%.

Na esteira do exterior, o Ibovespa também acentuou o tom negativo e cai 0,49%, aos 107.070 pontos. O dólar à vista sobe a R$ 5,1722 e os juros futuros (DIs) aceleraram a trajetória de alta, com o avanço dos Treasuries.

SLC AGRÍCOLA (SLCE3) COMPRA 12,4 MIL HECTARES DE TERRA NA BAHIA POR R$ 470 MILHÕES

Uma das ações favoritas de grandes bancos como JP Morgan, Bank of America e UBS BB, a SLC Agrícola (SLCE3) acaba de anunciar a compra 12,4 mil hectares de terra em São Desidério, na Bahia, por R$ 470 milhões.

Conforme comunicado disponível na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a aquisição foi feita através de uma subsidiária da companhia, a Fazenda Paysandu — que arrendava as terras até então.

A empresa informa, ainda, que do valor total do negócio, R$ 55,1 milhões serão utilizados para benfeitorias no local. Assim, o preço por hectare agricultável é de R$ 33,2 milhões.

A SLC pagará essa compra em três parcelas, sendo a primeira delas em até três dias após a assinatura do contrato e num valor de R$ 180 milhões. A segunda parcela, de R$ 110 milhões, deverá ser quitada até 29 de dezembro de 2023. Por fim, os R$ 180 milhões restantes serão pagos até janeiro do ano de 2025.

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INFLAÇÃO NOS EUA

O Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês), uma das referências do Federal Reserve para a inflação, avançou 0,6% em janeiro ante dezembro.

O núcleo do PCE, que exclui itens voláteis como energia e alimentos, registrou alta de 0,6% em janeiro ante dezembro, acima da expectativa de +0,5%.

MINERVA (BEEF3) CAI COM BALANÇO

As ações da Minerva (BEEF3) operam em queda de 4,32%, a R$ 11,29, e lidera a ponta negativa do Ibovespa com os investidores repercutindo os resultados do quarto trimestre, divulgados ontem (23) após o fechamento dos mercados.

A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 25,7 milhões no quarto trimestre de 2022. O valor representa uma reversão significativa ante o lucro de R$ 150,3 milhões reportado em igual período de 2021.

O Ebitda — lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — alcançou R$ 607,5 milhões, queda de 17,4% sobre os R$ 735,3 milhões verificados no mesmo intervalo do ano anterior. A margem Ebitda foi de 8,9%, ante 9,8% no quarto trimestre de 2021.

Em relatório, os analistas do BTG Pactual afirmaram que a Minerva registrou "um final fraco em uma ano forte".

"Com base nas margens brutas, ainda não estamos muito preocupados com a melhora da lucratividade no futuro. Mas a combinação de preços mais baixos e uma sensação de que a Minerva pisou no freio a respeito dos volumes pode prejudicar o crescimento esperado de vendas (e Ebitda) à frente. Também estamos reconhecidamente preocupados se as fusões e aquisições continuarão sob o atual cenário de custo de capital", afirma o relatório.

Contudo, ao considerar outros pares de proteína, o banco reitera recomendação de compra para Minerva, com preço-alvo de R$ 22,00, um potencial de alta de 86,4% em relação ao fechamento de ontem (23).

A Genial Investimentos, porém, destacou que o ciclo positivo de gado no Brasil e no Paraguai deve resultar em uma redução de custos e expansão de margens, somado a uma crescente demanda da China, sendo alguns dos fatores que mantém a recomendação de compra dos papéis pela corretora, com preço-alvo de R$ 20,00.

Por fim, a suspensão das exportações de carne bovina, com o caso de "vaca louca" no Pará, devem impactar os resultados do primeiro trimestre de 2023, caso a medida não seja brevemente retirada, segundo o relatório da Genial.

"Como acreditamos que a suspensão mencionada não deve perdurar por muito tempo, em especial devido ao caráter do caso (atípico, ou seja, sem possibilidade de disseminação) e pela expectativa do novo governo brasileiro apresentar uma postura menos combativa em relação à China, seguimos otimistas com a companhia, a qual deve, em 2023, se beneficiar do momento positivo do ciclo do gado no Brasil e Paraguai, e apresentar um payout de, no mínimo, 50% do lucro líquido neste ano (cerca de R$ 600m em dividendos, ou um dividend yield de 7,9%)."

MAGAZINE LUIZA (MGLU3) LIDERA OS GANHOS

Os ativos da Magazine Luiza (MGLU3) lideram os ganhos do Ibovespa, com alta de 6,18%, após o Citi elevar a recomendação de neutra para compra dos papéis da varejista, ainda que com fator de alto risco.

O banco também elevou o preço-alvo de R$ 4,80 para R$ 5,00.

Os analistas destacam que desde a última atualização do banco para o papel, em novembro, a ação caiu 12%, embora muita coisa tenha mudado.

Nesse sentido, apontam que o cenário competitivo tornou-se mais suave ou pelo menos tende a se suavizar. Os analistas citam ainda que a companhia aumentou as taxas de take de 3P (marketplace) para gerenciar o aumento dos custos e que o ambiente de consumo melhorou marginalmente.

Por fim, o Citi segue acreditando que Magazine Luiza deve se beneficiar das mudanças que estão acontecendo no setor após a “crise de crédito de um grande concorrente".

*Com informações de Estadão Conteúdo

O dólar à vista sobe 0,55%, a R$ 5,1645.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em queda de 0,20%, aos 107.367 pontos e acompanha a piora do apetite ao risco no exterior.

Os investidores repercutem a alta de 0,76% do IPPCA-15 de fevereiro, acima das projeções do mercado. Soma-se a isso, a expectativa sobre a inflação nos EUA, medido pelo PCE, que deve ser divulgada hoje durante a manhã.

O cenário corporativo, com a divulgação de resultados do quarto trimestre também deve repercutir sobre os ativos, com destaque para Minerva (BEEF3) e Mercado Livre (MELI34).

CRISE DA AMERICANAS AMEAÇA RECUPERAÇÃO DE EDITORAS DE LIVROS

Editar livros no Brasil é tarefa inglória. A média de leitura no país é bem menor que a de outros países em desenvolvimento. E, embora o mercado editorial tenha voltado a crescer depois do baque provocado pela pandemia em 2020, o ano de 2023 começa sob o impacto das crises envolvendo a Livraria Cultura e a Americanas (AMER3).

Enquanto a Livraria Cultura briga na justiça para não fechar as portas, agora é o rombo no balanço da Americanas que atinge as editoras em cheio.

A Americanas deve um total de R$ 71,87 milhões para cerca de cem editoras de livros, segundo levantamento feito pelo Estadão com base na lista de credores entregue pela varejista à Justiça no âmbito de seu pedido de recuperação judicial.

Os valores das dívidas variam entre R$ 75 e R$ 7,68 milhões. O levantamento foi feito pelo Estadão, com base na lista de credores da empresa.

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ADRS DE VALE E PETROBRAS

Com os investidores à espera do PCE, um dos índices de referência para inflação, de janeiro, os índices futuros de Nova York operam em tom negativo. Os recibos de ações das companhias brasileiras negociados no exterior recuam com a piora de apetite ao risco.

Confira:

  • VALE (VALE3): -1,89%, a US$ 16,60
  • Petrobras (PBR): -0,68%, a US$ 11,61
MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

INFLAÇÃO NO BRASIL E NOS EUA: QUANDO TE VI, ENLOUQUECI

Lá fora, os mercados asiáticos foram arrastados para baixo pela queda nas ações chinesas nesta sexta-feira, embora os investidores tenham se encorajado com o novo presidente do banco central do Japão, que descartou um fim antecipado da política monetária superflexível implementada há anos no país, fato que empurrou as taxas de juros dos títulos para baixo globalmente. Por conta do posicionamento mais acomodatício, os ativos japoneses conseguiram subir, enquanto o iene caiu.

Paralelamente, os mercados europeus abriram em alta, mantendo o tom de recuperação verificado desde ontem. Os futuros do S&P 500, no entanto, estão devolvendo parte dos ganhos de ontem, pelo menos nesta manhã. O grande destaque da agenda internacional é o PCE de janeiro, a medida favorita do Fed para avaliar a inflação americana. No Brasil, além de acompanharmos o contexto global, devemos nos debruçar sobre a prévia da nossa inflação oficial, a ser divulgada hoje.

A ver…

00:44 — A prévia da oficial

Por aqui, os investidores deixam de lado os imbróglios envolvendo o Poder Executivo e o Banco Central, preferindo avaliar a temporada de resultados corporativos (finalmente algum fundamento nas rodas de debates do mercado) e os impactos do mal da "vaca louca" em um animal no Pará — as estimativas sugerem que o Brasil deixa de faturar cerca de US$ 17 milhões por dia com o fechamento temporário do comércio de carne. Vale ressaltar que as medidas preventivas tomadas pelo próprio país foram elogiadas globalmente, com a possibilidade de retomada das exportações muito em breve.

Entretanto, a agenda mais importante é a econômica, com o IPCA-15 de fevereiro, a prévia da inflação oficial, divulgado hoje durante a manhã.

O índice acelerou para 0,76% na comparação mensal, depois de subir 0,55% em janeiro, repercutindo as pressões da gasolina, principalmente, e de outros itens, como mensalidades escolares com a volta às aulas.

Um número acima do esperado pode contribuir para a continuidade da deterioração das expectativas de inflação que temos observado nas últimas semanas, o que mantém a taxa de juros elevada e prejudica os ativos de risco.

01:41 — O favorito do Fed

Ontem, nos EUA, as ações americanas interromperam a sequência de quatro perdas consecutivas do S&P 500. De maneira geral, os investidores ainda estão estudando predominantemente os dados macroeconômicos.

Por isso, toda a atenção estava voltada para o produto interno bruto, que mostrou que a economia cresceu a uma taxa anual de 2,7% no quarto trimestre, revisada para baixo em relação aos 2,9% publicados em janeiro, embora ainda crescendo em relação aos níveis do ano passado.

Apesar de revisado para baixo, o dado é uma má notícia para o Fed, que está procurando sinais de enfraquecimento da atividade e do mercado de trabalho. Em outras palavras, uma parte da economia ainda permanece relativamente forte, mesmo depois dos aumentos dos juros. Complementarmente, todos estarão de olho hoje no Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês), historicamente o favorito do Fed para mensurar a evolução dos preços na economia.

Espera-se que o indicador apresente um aumento de 4,3%, na comparação anual, ligeiramente menor do que foi reportado anteriormente — na comparação mensal, a alta deverá ficar entre 0,4% e 0,5%. A força e o estilo do consumidor americano, assim como o baixo desemprego, devem contribuir para que o dado permaneça em patamares elevados se comparado com o passado recente, dificultando o trabalho do Fed e prejudicando os ativos de risco.

02:47 — O pacote europeu

Assustada com o pacote de subsídios de energia limpa do ano passado nos EUA, a União Europeia agora está travando seu próprio "Plano Industrial de Acordo Verde". Espera-se que o programa seja pelo menos tão grande quanto o que Washington promulgou, com potencial para impulsionar a economia da região.

O impacto do pacote europeu é até provavelmente maior, pois deve evitar a deslocalização em larga escala das atividades industriais. O programa deverá ser financiado com dinheiro não utilizado na pandemia, juntamente com outras iniciativas, podendo exceder os US$ 440 bilhões em gastos com descarbonização em 10 anos.

03:16 — A questão japonesa

A inflação japonesa de preços ao consumidor subiu 1,9% na comparação mensal, impactado principalmente pela hospedagem em hotel (podemos ter um boom de turismo neste ano com a reabertura da China). O núcleo do índice, que exclui itens voláteis como alimentos in natura, subiu 4,2% em janeiro, ante 4% no mês anterior e em linha com as expectativas do mercado. Trata-se da maior alta em 41 anos.

Vivemos um momento paradigmático para o mundo, sem dúvida. Sobre o tema, o novo presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, que deverá assumir o cargo em abril, sugeriu uma abordagem “criativa” para a política, insinuando algumas mudanças na rotação sem alterar a substância acomodatícia. Ou seja, a autoridade deverá manter as taxas de juros ultrabaixas para apoiar a economia frágil.

04:01 — O problema do endividamento dos emergentes

Vivemos em uma era de competição geopolítica cada vez mais acirrada entre os EUA e a China. Apesar da problemática ser um dos grandes destaques dos noticiários geopolíticos global, muito tem se falado também sobre um dos principais temas do encontro de ministros das finanças do Grupo dos 20 (G20, com as 20 maiores economias do mundo), na Índia.

A discussão? Encontrar uma maneira de aliviar a dívida de países de baixa renda que estão saindo da pandemia com um montante insustentável de US$ 326 bilhões em empréstimos. Em novembro de 2020, o G20 concordou com o que chamou de “Estrutura Comum” para ajudar mais de 70 países de baixa renda a reestruturar suas dívidas soberanas.

À época, houve um pedido para que os chineses e os americanos trabalhassem juntos na liderança desse esforço. Dois anos depois, porém, os esforços ficaram parados por conta das tensões entre os dois países. A consequência é que podemos ter outra década perdida para muitos países.

SEM PAUSA NA FOLIA

Mesmo após o fim das festividades de Carnaval, o Banco do Brasil (BBAS3) deu novos motivos para os acionistas continuarem a folia. A instituição anunciou nesta sexta-feira (24) que vai distribuir mais de R$ 1 bilhão em juros sobre o capital próprio (JCP) no fim do mês que vem.

Referente ao primeiro trimestre deste ano, o montante corresponde ao valor de R$ 0,35203 por ação BBAS3. Vale ressaltar, porém, que o JCP está sujeito à mordida do Leão, com retenção de 15% de Imposto de Renda (IR) na fonte.

Terão direito a receber o pagamento os investidores que estiverem na base acionária da companhia em 13 de março.

Após a data de corte, os papéis BBAS3 passarão a ser negociados "ex-JCP" e tendem a sofrer um ajuste na cotação.

Leia mais.

O Ibovespa futuro reduz a queda, mas ainda opera em tom negativo. O índice recua 0,17%, aos 108,490 pontos.

O dólar à vista vem renovando máximas nesta manhã, após o IPCA-15 de fevereiro registrar alta acima do esperado.

A moeda americana sobe 0,62%, a R$ 5,1673.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Com o avanço do IPCA-15 acima do esperado pelo mercado, a curva de juros futuros (DIs) abriram com viés altista nesta sexta-feira (24), sobretudo, os mais longos.

Vale lembrar que os EUA também divulgam dados de inflação, o PCE, daqui a pouco, o que também deve repercutir na curva dos DIs.

Confira a abertura:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,42%13,40%
DI1F25DI Jan/2512,66%12,62%
DI1F26DI Jan/2612,73%12,69%
DI1F27DI Jan/2712,91%12,87%
ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu em alta de 0,36%, a R$ 5,1543.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,58%, aos 108.540 pontos e acompanha o desempenho negativo dos índices futuros de Nova York.

Com a agenda cheia, os investidores repercutem o IPCA-15 de fevereiro, acima do esperado pelo mercado, e perspectivas sobre balanços corporativos divulgados ontem (23).

IPCA-15 DE FEVEREIRO

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) sobe 0,76% em fevereiro ante janeiro, acima das projeções de alta de 0,72% no mês. O dado foi divulgado há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 12 meses, o IPCA-15 acumula 5,63%, o que indica um arrefecimento da inflação em relação a janeiro, quando o índice registrou alta de 5,87%. Contudo, o dado acumulado ficou acima das expectativas dos analistas ouvidos pela Broadcast, que esperavam alta de 5,59%.

No ano, o IPCA-15 avançou 1,31%.

COMMODITIES

Com realização dos futuros americanos, à espera de dados de inflação nos EUA, o mercado das commodities opera sem direção única.

O minério de ferro registra baixa de 0,22%, com a tonelada cotada a US$ 131,04 em Dalian, na China.

Já o petróleo tipo Brent sobe 0,44%, a US$ 82,57 o barril, impulsionado com a notícia de que a Rússia deve cortar a exportação da commodity, acompanhando a redução do ritmo de produção, segundo fontes à Reuters.

OI (OIBR3): ANATEL LIBERA VENDA DE TORRES, MAS DINHEIRO FICA RETIDO

Quando a fase é difícil, nem mesmo uma boa notícia é completa. Em situação financeira delicada, a Oi (OIBR3) conseguiu a anuência prévia da Anatel para a venda das torres de telefonia para a Highline do Brasil. O negócio de até R$ 1,697 bilhão tem o potencial de dar algum fôlego ao combalido balanço da Oi.

Mas o problema é que a superintendência da Agência Nacional de Telecomunicações determinou que o dinheiro seja retido em uma conta bancária. Quem vai decidir o destino dos recursos é o Tribunal de Contas da União (TCU), de acordo com despacho da superintendência da Agência Nacional de Telecomunicações.

A Oi acertou a venda das torres para a Highline do Brasil em agosto do ano passado.

O dinheiro é importante para dar um fôlego à operadora, que enfrenta dificuldades financeiras e ganhou autorização da Justiça para suspender pagamentos a credores.

Leia mais.

RÚSSIA PLANEJA CORTAR EXPORTAÇÃO DO PETRÓLEO

A Rússia planeja reduzir em até 25% suas exportações de petróleo em portos ocidentais, em março, na comparação com fevereiro, segundo fontes à agência Reuters.

Antes, a Rússia já havia anunciado uma redução de 500 mil barris por dia na oferta em março, o que representa 5% da produção do país e 0,5% da produção global.

BRASIL: CONFIANÇA DO CONSUMIDOR

O Índice de Confiança do Consumidor cai 1,3 ponto em fevereiro ante janeiro, para 84,5 pontos.

O dado foi divulgado há pouco pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

AGENDA DO DIA

Os indicadores econômicos são os destaques da agenda no Brasil e exterior. Confira:

OndeAgenda econômicaPeríodoHorário
BrasilConfiança do consumidorFevereiro8h
BrasilIPCA-15Fevereiro9h
EUAInflação (PCE)Janeiro10h30
EUAÍndice de sentimento do consumidorFevereiro12h
EUAVendas de novos imóveis residenciaisJaneiro12h
Fonte: Investing.com

  • Balanços no Brasil: Irani (antes da abertura)
DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis de JBS (JBSS3).

JBSS3: [Entrada] R$ 18.91; [Alvo parcial] R$ 19.58 ; [Alvo] R$ 20.59; [Stop] R$ 17.79

Recomendo a entrada na operação em R$ 18.91, um alvo parcial em R$ 19.58 e o alvo principal em R$ 20.59, objetivando ganhos de 8.9%.

O stop deve ser colocado em R$ 17.79, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

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FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO VERMELHO

Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram em queda nesta sexta-feira.

Os investidores aguardam a divulgação de uma série de indicadores econômicos nos Estados Unidos.

O dado mais esperado é a leitura do PCE, como é conhecido o índice de gastos com consumo pessoal.

O PCE é o indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) para pautar sua política monetária.

Veja como estavam os índices futuros de Wall Street por volta das 7h10:

  • Dow Jones: -0,21%
  • S&P 500: -0,32%
  • Nasdaq: -0,67%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM ALTA

As principais bolsas de valores europeias abriram em alta nesta sexta-feira.

O movimento ocorre apesar de uma revisão para baixo do PIB da Alemanha em 2022.

Os investidores estão de olho em uma série de indicadores norte-americanos.

O mais esperado é o PCE, sigla para índice de gastos com consumo pessoal.

O PCE é o índice de preços preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) para pautar sua política monetária.

Veja como estavam as principais bolsas de valores europeias por volta das 7h05:

  • Londres: +0,34%
  • Frankfurt: +0,05%
  • Paris: +0,20%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM MAJORITARIAMENTE EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta sexta-feira.

O dia foi de perdas nos mercados de ações de Seul (-0,63%), Xangai (-0,62%), Hong Kong (-1,68%) e Taiwan (-0,71%).

A exceção foi a bolsa de valores de Tóquio, que subiu 1,29%.

O índice japonês reagiu a comentários de Kazuo Ueda durante a sabatina para que assuma a presidência do Banco do Japão (BoJ).

Ueda disse acreditar que a inflação será colocada sob controle sem a necessidade de elevação dos juros no país.

PIB DA ALEMANHA É REVISADO PARA BAIXO

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha sofreu contração de 0,4% no quarto trimestre de 2022 ante o terceiro trimestre, segundo dados finais divulgados hoje pela Destatis, como é conhecida a agência de estatísticas do país.

O resultado revisado ficou abaixo da estimativa original e da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de queda de 0,2% em ambos os casos.

Na comparação anual, o PIB alemão se expandiu 0,9% entre outubro e dezembro. Na pesquisa inicial, publicada no fim de janeiro, a Destatis havia estimado avanço de 1,1%.

Em todo o ano de 2022, a economia alemã cresceu 1,8% em relação ao ano anterior, confirmou a Destatis.

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