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O presidente eleito foi convidado, em nome do presidente dos EUA, a visitar Washington; saiba se ele vai
O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, esteve nesta segunda-feira (05) em Brasília para falar com Luiz Inácio Lula da Silva, e o que se viu foi um presidente eleito cobrando de um dos homens de confiança de Joe Biden uma nova governança global.
Durante um encontro que durou duas horas, Lula defendeu a revisão do funcionamento do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). O Brasil quer assento permanente no colegiado e defende a entrada de países da América Latina e da África.
Na esteira da última cúpula do G20 (grupo que reúne lideranças das 20 maiores economias do mundo), realizada em novembro, Lula falou do protagonismo brasileiro em termos de política externa tanto de forma global quanto no âmbito da América Latina.
“Lula disse que quer uma nova governança mundial, inclusive o Conselho de Segurança [da ONU], e o Sullivan disse que, na última assembleia-geral, Biden já tinha mencionado a necessidade de uma mudança sobre o número de membros. Falou-se muito sobre o G20 como instrumento de governança internacional”, disse o ex-chanceler Celso Amorim, assessor de Lula para assuntos internacionais.
Se, de um lado, Lula pressionou pelo maior protagonismo do Brasil no cenário internacional, de outro, Sullivan insistiu sobre a participação brasileira em uma nova missão no Haiti.
Os EUA tentam costurar com aliados uma potencial missão no Haiti e precisam de um país que lidere a proposta. O Brasil costuma ser lembrado pelos norte-americanos por ter liderado o braço militar da missão que ficou 13 anos no Haiti.
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A proposta dos EUA foi levada a público durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. EUA e México disseram que iriam apresentar ao colegiado uma proposta de resolução para autorizar uma força internacional de paz no Haiti, nos termos que têm sido defendidos por António Guterres, secretário-geral da ONU.
A resolução não chegou a ser apresentada, em parte porque nenhum país se mostrou disposto a assumir a liderança do processo. O possível estabelecimento de uma relação mais próxima entre EUA e Brasil, com a eleição de Lula, alimentou os rumores de que o País poderia ficar com este papel.
O Brasil ocupa uma das cadeiras rotativas do Conselho de Segurança desde o início deste ano e permanecerá com voto no colegiado até o fim de 2023. Pessoas envolvidas na transição veem a participação em força multinacional como inoportuna, principalmente por ser fora da ONU.
A proposta americana enfrentaria resistência da Rússia, em razão das relações estremecidas entre os dois países por causa da guerra na Ucrânia.
Segundo Amorim, Lula e Sullivan também falaram sobre questões climáticas, sobre a guerra na Ucrânia e sobre a situação política na Venezuela.
Sobre as questões climáticas, o ex-chanceler afirmou que os dois discutiram a necessidade de engajamento de EUA e Brasil no assunto, sem debater medidas específicas.
Já em relação à Ucrânia, Amorim afirmou que o debate ficou em torno de análises sobre a guerra e vontade de trabalhar pela paz, sem discussão sobre temas concretos.
"Dentro do contexto dessa análise, Sullivan mencionou a expectativa de que outros países podem ajudar, mencionou o por exemplo a Turquia na questão dos grãos", disse o ex-chanceler.
Sullivan convidou Lula, em nome de Biden, a visitar Washington, segundo comunicado da Casa Branca. Mas Amorim sinalizou que a viagem, antes prevista para este mês, deve ficar para o ano que vem.
A mudança de planos se deve às questões internas do Brasil. Neste momento, Lula está dedicado à articulação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição e à montagem da equipe ministerial.
Na semana passada, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), favorito para o Ministério da Fazenda, afirmou que Lula visitaria Biden nos EUA antes mesmo de tomar posse.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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