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RESUMO DO DIA: A quarta-feira (26) foi dominada pela tensão envolvendo a exoneração de um servidor que acusou rádios do país de não executarem propaganda eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL) como determinado pela justiça eleitoral. No início da noite, o presidente se manifestou, afirmando que fará de tudo para resolver o caso. Confira a cobertura nas notas de 17h10, 18h42, 20h05 e 20h30.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) não descartou a participação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso sobre inserções de sua propaganda eleitoral que não teriam sido veiculadas pelas rádios e que culminou com a exoneração de um servidor.
“Até poderia ter a participação dele [Lula]”, disse Bolsonaro. “Vamos às últimas consequências dentro das quatro linhas”, acrescentou.
O presidente, que tenta a reeleição, afirmou ainda que a falta de inserções fizeram diferença na eleição. No primeiro turno, Lula ficou em 48,4% dos votos contra 43,2% de Bolsonaro.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) convocou há pouco uma reunião ministerial de emergência no Palácio da Alvorada. As informações são do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
De acordo com dois integrantes da campanha, o assunto a ser tratado é a denúncia que seus advogados protocolaram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre inserções de sua propaganda eleitoral que não teria sido veiculadas pelas rádios.
Envolvida no caso, a Rádio JM Online, de Uberaba (MG), afirmou mais cedo que a campanha de Bolsonaro deixou de entregar à emissora, no início do segundo turno, os materiais da propaganda eleitoral que deveriam ser veiculados.
A expectativa é que representantes do governo concedam uma entrevista coletiva sobre o caso ainda hoje.
O candidato à Presidência pelo PL, Jair Bolsonaro, cumpriu agendas de campanha nesta quarta-feira (26) em Minas Gerais e destacou os números de geração de emprego no país em setembro.
“No mês passado foram criados novos 278 mil postos de serviços, é o Brasil partindo no rumo do pleno emprego. A nossa inflação está lá embaixo, tivemos o terceiro mês consecutivo com deflação, os [preços dos] combustíveis estão lá embaixo”, disse a apoiadores.
“O Brasil vai indo muito bem pós-pandemia”, completou.
Exoneração de servidor
Em entrevista coletiva concedida em Uberlândia (MG) na tarde de hoje, Bolsonaro comentou sobre a exoneração do servidor Alexandre Gomes Machado do cargo em comissão de assessor de gabinete da Secretaria Judiciária, da Secretaria-Geral da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Machado trabalhava na área responsável por disponibilizar as propagandas eleitorais de candidatos para as emissoras de rádio e TV.
A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (26) e ocorre depois de a campanha do presidente ter acionado o TSE alegando que rádios das regiões Nordeste e Norte teriam deixado de veicular centenas de inserções obrigatórias de suas propagandas eleitorais.
“Ele [o servidor] falou que há algum tempo as inserções não iam para o ar e ele havia sempre participado aos seus superiores. Trinta minutos depois que ele confirmou isso, de forma bastante abrupta, segundo relatos dele mesmo, ele foi retirado do TSE. Teria sido demitido então, sem qualquer processo, sem nada. Ele prestou depoimento pelo que eu sei. À meia-noite, à 1h da manhã mais ou menos, na Polícia Federal”, disse Bolsonaro, ao defender a adoção de medidas, por parte do TSE, para o esclarecimento das denúncias. (Agência Brasil)
A Rádio JM Online, de Uberaba (MG), afirmou na tarde desta quarta-feira (26) que a campanha do candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) deixou de entregar à emissora, no início do segundo turno, os materiais da propaganda eleitoral que deveriam ser veiculados na
A rádio foi citada em depoimento concedido à Polícia Federal pelo servidor público Alexandre Gomes Machado, exonerado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois que a cúpula da Corte detectou “motivação política” na atuação dele.
Segundo Machado, em um e-mail enviado a ele, a emissora “admitiu que dos dias 7 a 10 de outubro havia deixado de repassar em sua programação 100 inserções” da campanha de Bolsonaro.
A versão apresentada pela empresa nega ideia de boicote a Bolsonaro. Em vez disso, sustenta que a campanha do candidato à reeleição foi que deixou de entregar o material que deveria ser levado ao ar como manda a lei eleitoral. (Estadão Conteúdo)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) exonerou nesta quarta-feira (26) o servidor Alexandre Gomes Machado, assessor de gabinete da Secretaria Judiciária, da Secretaria-Geral da Presidência.
Ele trabalhava na área responsável por disponibilizar as propagandas eleitorais de candidatos para as emissoras de rádio e TV.
A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de hoje e é assinada pelo diretor-geral da Secretaria do Tribunal, Rui Moreira de Oliveira.
O ato ocorre depois de a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição, ter acionado o TSE alegando que rádios das regiões Nordeste e Norte teriam deixado de veicular centenas de inserções obrigatórias de suas propagandas eleitorais.
O TSE informou que a exoneração foi motivada por “indicações de reiteradas práticas de assédio moral, inclusive por motivação política”.
Após ser exonerado, Machado compareceu à Polícia Federal (PF) voluntariamente para depor sua versão sobre o caso. De acordo com os termos do depoimento, ele tomou a decisão após ser conduzido para fora da sede do TSE e ter seu crachá recolhido.
O servidor é analista judiciário do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), no qual ingressou em 2010, e atuava no TSE desde 2014 como assessor de gabinete, ainda segundo os termos do depoimento.
Ele disse acreditar que a razão de sua exoneração seja por informar desde 2018 sobre “a existência de falhas na fiscalização e no acompanhamento na veiculação de inserções da propaganda eleitoral gratuita”.
Machado acrescentou ter sido exonerado pouco depois de alertar seus superiores sobre o recebimento de um email de uma rádio chamada JM ON LINE, que teria admitido a não veiculação de 100 inserções da campanha de Bolsonaro.
*Com informações da Agência Brasil
A direção nacional do PTB aprovou nesta quarta-feira (26) a fusão com o Patriota, embora não tenha decidido sobre o nome e número da nova legenda.
A união acontece depois de as duas siglas não terem conseguido atender as exigências da cláusula de barreira, que asfixia o funcionamento de partidos pequenos ao não liberar recursos financeiros e tempo de propaganda para eles.
O ex-deputado e ex-presidente do PTB, Roberto Jefferson, não ocupará cargos na nova sigla e não deve estar nem entre os filiados.
O Patriota ainda se reunirá nesta tarde e a tendência é também pela aprovação da fusão. Para ser oficializada, a união ainda precisa ser analisada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, fez um convite aos partidos que não o apoiam, mas que não integram o Centrão, para dialogar com o governo estadual. O candidato disse que, caso eleito, tentará negociação com as demais siglas, mas deixará o Centrão na oposição.
“Vou fazer um convite para todos os partidos que não me apoiam, mas que não são do Centrão. Eleito governador, vou dizer para todos os partidos que não são do Centrão, que eles são bem-vindos a uma governança moderna, transparente, com base em metas, propostas, em diálogo com a sociedade, da forma mais transparente do mundo e negociada”, disse o petista em entrevista à Rádio Eldorado.
Haddad, então, propõe deixar o Centrão na oposição. Ao citar o PTB, Republicanos e PL, o candidato pede para que tais siglas “contribuam na oposição, ao invés de ficar vindo pedir cargos para votar a favor do governo”.
“Trabalhem o seu programa e dialoguem com o governo na posição de oposicionistas.”
Na visão do candidato, o Centrão, com o orçamento secreto, “quebrou o Brasil”.
“Acho que o Centrão já deu”, declarou. (Estadão Conteúdo)
“Chegou a hora”, disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobra a taxação de grandes fortunas e bancos quando questionado nesta quarta-feira (26) sobre o assunto.
Ele ponderou, no entanto, que apesar de ser um defensor da medida, a maioria do Congresso Nacional se opõe à aprovação da taxação.
“O problema é que você tem a maioria do Congresso Nacional que não quer. Até porque a maioria que está no Congresso Nacional são pessoas que têm de certa forma posses, não são os pobres que estão dentro do Congresso Nacional”, afirmou.
Durante entrevista à Rádio Mix de Manaus, Lula voltou a defender a isenção de impostos de pessoas que ganham até R$ 5 mil.
Quando Simone Tebet (MDB) confirmou apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, muito se especulou sobre a possibilidade de a senadora assumir um ministério em um eventual governo petista.
Fontes ligadas à cúpula do PT chegaram a sinalizar que, embora o desejo de Tebet seja comandar a pasta da Educação, os planos da campanha a direcionam para o Ministério da Agricultura.
Falando nesta quarta-feira (26) sobre o assunto, Lula afirmou que precisará conversar com o MDB sobre indicação de Tebet para um eventual ministério.
Mesmo elogiando a senadora, o ex-presidente reforçou que não pode antecipar quem seria nomeado para compor um novo governo.
“A Simone, embora esteja me apoiando, ela é um quadro político importante, mulher competente. Mas eu não posso dizer que ela vai ser ministra porque vou estar precipitando uma coisa que não posso”, disse Lula durante entrevista à Rádio Mix de Manaus.
Tebet ficou em terceiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais. Após declarar apoio a Lula, ela passou a integrar ativamente a campanha.
A senadora tem feito viagens ao Rio de Janeiro e Minas Gerais — estados fundamentais para garantir a vitória de um candidato no segundo turno — e sinaliza que um novo mandato de Lula será moderado e de centro.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) avançam pela reta final da campanha presidencial separados por uma estreita margem de intenção de votos.
Lula aparece um pouco à frente nas pesquisas, mas vê Bolsonaro no retrovisor.
É nesse cenário que eles se preparam para o último confronto antes do segundo turno das eleições: o debate da Globo.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade uma resolução que proíbe prefeitos e gestores públicos de reduzir a oferta de transporte público coletivo no segundo turno das eleições, marcado para domingo.
A Corte também definiu as regras que autorizam essas mesmas autoridades a adotar a gratuidade dos serviços de mobilidade, assim como a possibilidade de expandir a frota para atender os eleitores, em todo o País.
A resolução do TSE regulamenta decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que na última quarta-feira confirmou despacho do ministro Luís Roberto Barroso de liberar os prefeitos para que ofereçam transporte público gratuito no segundo turno das eleições.
O TSE prevê a responsabilização dos gestores públicos por crimes eleitorais, caso adotem medidas para reduzir a frota de ônibus e os demais modais do município no dia da votação.
O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que grande parte dos casos de abstenção se deve ao custo dos eleitores para se deslocar às seções eleitorais, que chega a superar, em algumas cidades, o valor da multa aplicada pela Justiça Eleitoral.
“Quanto mais transporte, mais comparecimento. Quanto mais comparecimento, mais democracia”, afirmou Moraes.
O ministro destacou que a resolução é importante para deixar claro que os agentes públicos não serão enquadrados nas proibições da Lei de Responsabilidade Fiscal por tomarem medidas que prejudicam a arrecadação do município, pois, segundo ele, a gratuidade do transporte público “é um ato de cidadania em favor da democracia”.
O ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera a disputa ao governo de São Paulo com 46% das intenções de voto, ante 43% do ex-prefeito Fernando Haddad (PT), de acordo com pesquisa Ipec (ex-Ibope).
Os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.
Brancos e nulos são 7%; 4% não sabem ou não responderam.
Ainda segundo o levantamento, o candidato do Republicanos tem 52% dos votos válidos, ante 48% do candidato petista.
Enquanto Tarcísio manteve os mesmos 46% em comparação com a pesquisa anterior, do dia 11, Haddad oscilou positivamente dois pontos porcentuais – ele tinha 41%.
Nos votos válidos, o ex-ministro de Bolsonaro teve uma oscilação negativa de um ponto enquanto o ex-prefeito oscilou um ponto para cima.
De acordo com o levantamento, 13% dos paulistas dizem que podem mudar de candidato até o dia da eleição, enquanto 87% afirmam que já definiram o voto.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve a vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) na mais recente rodada da pesquisa Genial/Quaest.
A quatro dias do segundo turno, Lula teria 53% dos votos válidos se a eleição fosse hoje. Bolsonaro aparece com 47% das intenções.
Trata-se de um cenário de estabilidade em relação à rodada anterior, de uma semana atrás.
Em votos totais, Lula teria 48%, de 47% há uma semana. Bolsonaro manteve os mesmos 42%.
A Genial/Quaest aponta ainda 5% de votos em branco ou nulos e 5% de eleitores indecisos.
Considerando os eleitores que declaram certeza de ir às urnas no domingo, Lula venceria por 52,1% a 47,9%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Os dados foram coletados entre 23 e 25 de outubro.
A próxima rodada da Genial/Quaest está prevista para o sábado.
Confira a agenda dos candidatos qualificados para a disputa do segundo turno da eleição deste ano à Presidência da República nesta quarta-feira, 26 de outubro.
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