O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Acompanhe a cobertura ao vivo das eleições 2022 com as principais notícias sobre os principais candidatos à Presidência e nos Estados
RESUMO DO DIA: Depois de um período de estagnação, as últimas rodadas do Datafolha, da BTG/FSB, do Ipec e agora da Genial/Quaest mostram que a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto ganhou um fôlego nos últimos dias. Veja também a agenda do dia dos candidatos à Presidência da República.
O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou em entrevista ao Canal Rural que irá concluir o acordo entre Mercosul e União Europeia em seis meses.
A política ambiental do Brasil é um dos principais motivos apontados pelos parlamentares europeus para manter o acordo sem andamento.
“A gente precisa desse acordo. Chegamos perto de fazer um acordo. Estamos dispostos a concluir (acordo) porque temos o que vender, temos produtos competitivos, sobretudo na agricultura. Se depender de mim, vamos vender tudo que produzimos lá fora e não vamos ceder às exigências. Vamos negociar”, afirmou.
Sobre desmatamento legal, permitido em determinadas porcentagens conforme cada bioma pelo Código Florestal Brasileiro e refutado por países europeus, Lula declarou que “ninguém é contra”.
“Está na lei que, se você comprar um terreno na Amazônia, 80% da terra tem de ser preservada”, comentou Lula.
Agronegócios sem intervenção
Lula também descartou a possibilidade de, se eleito, intervir no agronegócio.
“Não é possível que um governo seja maluco de querer fazer intervenção”, afirmou o petista.
“Se você tentar fazer produção e bloquear, vai quebrar a cara mesmo. Você quebra a cara do Brasil, do negócio e quebra a cara da sua respeitabilidade no mundo”, acrescentou.
A declaração de Lula vem em meio à insegurança do setor sobre a política para alimentos em um eventual governo petista. (Estadão Conteúdo)
Marília Arraes (Solidariedade) se manteve na liderança da disputa pelo governo de Pernambuco, com 33% das intenções de voto, segundo pesquisa Ipec divulgada nesta quarta-feira (21).
A candidata registrou cinco pontos percentuais a menos do que no levantamento anterior, divulgado no dia 6 de setembro.
Em seguida, aparecem Danilo Cabral (PSB), Raquel Lyra (PSDB), Miguel Coelho (União Brasil) e Anderson Ferreira (PL), todos com 11%. Os quatro candidatos estão empatados numericamente.
No comparativo com a pesquisa divulgada em 6 de setembro, Danilo e Miguel subiram 3 pontos, Raquel caiu dois pontos e Anderson perdeu 1 ponto.
As movimentações acontecem dentro da margem de erro, o que indica um cenário estável na disputa pela segunda colocação.
A pesquisa ouviu 1.504 pessoas entre os dias 18 e 20 de setembro em 57 municípios pernambucanos.
A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.
O candidato à reeleição pelo MDB, Ibaneis Rocha, lidera a disputa pelo governo do Distrito Federal com 40% das intenções de voto, segundo pesquisa do Instituto Ipec divulgada nesta quarta-feira (21).
Em seguida, com 13% das intenções de voto, aparece Leandro Grass (PV- PT – PC do B). Leila do Vôlei (PDT) ficou com 9%.
O ex-secretário de Educação Rafael Parente (PSB) desistiu de concorrer em 25 de agosto.
A pesquisa ouviu 1.504 pessoas entre os dias 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.
O petista Luiz Inácio Lula da Silva segue na liderança das intenções de voto na Bahia, com 62%, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (21). O presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição, aparece em segundo, com 20%.
Os números de ambos são os mesmos da pesquisa anterior, divulgada em 14 de setembro, o que mostra cenário de estabilidade na disputa eleitoral no estado.
Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com 7% e logo depois vem Simone Tebet (MDB), com 3% das intenções de voto.
Soraya Thronicke (União Brasil) segue com 1%. Felipe d’Avila (Novo), Vera Lúcia (PSTU), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Constituinte Eymael (DC) não pontuaram. Brancos e nulos são 4% e outros 2% não souberam responder.
Contratada pela rádio Metrópole, a pesquisa ouviu 1.526 eleitores entre os dias 19 e 21 de setembro. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.
Um dos autores do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) em 2015, o ex-ministro da Justiça, Miguel Reale Júnior, desistiu da terceira via e anunciou apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno.
“Sem perspectiva de vitória da terceira via, é importante que Lula vença no primeiro turno, para se impedir ação desesperada de Bolsonaro. Decidir por Lula é consequência de saber que assim se evitará ataques à democracia, à dignidade da pessoa humana e ao meio ambiente, que, com certeza, sucederão com maior intensidade em novo mandato de Bolsonaro”, disse o jurista em mensagem enviada ao Estadão.
O gesto de Reale, que foi ministro de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), se soma ao de outros quadros ligados ao PSDB como o ex-ministro dos Direitos Humanos e da Justiça, José Gregori, o ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira, e o diretor geral da Fundação FHC, Sergio Fausto.
Os apoios reforçam a estratégia de Lula de impulsionar o voto útil na reta final da campanha. O senador José Serra (PSDB) foi sondado pelo PT para participar do ato com oito ex-presidenciáveis realizado ontem em São Paulo, mas declinou porque por ora apoia a senadora Simone Tebet (MDB).
Mais de 50 políticos e intelectuais da esquerda em países da América Latina escreveram uma carta aberta ao candidato Ciro Gomes (PDT) pedindo que ele desista da corrida presidencial no Brasil em prol do voto útil em Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Assinada pelo Prêmio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel, o argentino ativista dos direitos humanos que recebeu o prêmio pela criação do Serviço Paz e Justiça na América Latina, pelo ex-presidente do Equador Rafael Correa, pela senadora colombiana Piedad Córdoba, o ex-chanceler do Paraguai Jorge Lara Castro, entre outros, a carta divulgada nesta terça-feira, 20, pede que Ciro não cometa um “erro” ao manter sua candidatura.
“Dirija-se aos seus seguidores e lhes diga que a urgência da luta contra o fascismo não lhes deixa outra opção além de apoiar a candidatura presidencial de Lula”, afirma o documento.
A carta alega que a eleição deste ano no Brasil é uma disputa entre o fascismo e a democracia.
“Sabemos que você foi um lutador pelas boas causas do povo brasileiro ao longo de sua vida. É por isso a perplexidade que nos leva a escrever-lhe esta carta e que nos move a enviar-lhe esta mensagem fraterna, porque é incompreensível para nós, na atual situação brasileira, sua insistência em apresentar sua candidatura presidencial para o primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil, neste 2 de outubro, que sem o menor exagero pode ser considerado um ponto de virada histórico. Por quê? Porque a escolha fundamental não será entre Jair Bolsonaro e Luiz Inácio “Lula” da Silva, mas entre fascismo e democracia.”
Campanha pelo voto útil
A campanha do petista tem intensificado nas últimas duas semanas as ações em busca de eleitores de Ciro, Simone Tebet (MDB) e outros concorrentes, além de mirar o voto dos indecisos e combater a abstenção às urnas, no esforço para que Lula saia vitorioso já no primeiro turno, dia 2 de outubro.
Nesta quarta-feira, 21, um vídeo foi divulgado mostrando diversos cantores e atores cantando o “Vira voto” e fazendo com as mãos a sinalização de uma arma – referência usada por Bolsonaro e seus partidários – se transformando no “L” de Lula.
Durante sabatina promovida peloEstadão, em parceria com a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), nesta quarta-feira, 21, Ciro foi irônico ao afirmar que é a favor do voto útil, mas o “voto útil contra a corrupção” e afirmou depois que hoje existe um fascismo de esquerda no Brasil.
(Estadão Conteúdo)
A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu a um pedido da campanha do ex-presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e determinou a exclusão de vídeos que acusam o petista de querer eliminar o agronegócio do Brasil com ajuda do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).
Os advogados da campanha de Lula argumentaram que agências de checagem jornalística já demonstraram que essa promessa nunca foi feita pelo petista. Alegaram ainda que o ex-presidente, pelo contrário, promoveu medidas de incentivo e subsídio ao agronegócio durante seu governo.
Cármen Lúcia entendeu que o caso “trata-se de estratégia de desinformação, com evidente distorção dos fatos” e que a publicação ofende à honra e à imagem do candidato.
Vale destacar que Lula sinaliza uma aproximação com a bancada ruralista no Congresso Nacional.
Ontem, o ex-presidente declarou que em um eventual governo tende a trabalhar alinhado à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).
“Acho que a bancada ruralista é muito respeitada. É uma bancada grande. Terei de conversar com ela como converso com a bancada do PT ou a do PSDB, ou seja, não escolho ideologicamente as pessoas para conversar quando tenho um assunto para resolver. É assim que tem de agir um presidente da República”, afirmou em entrevista ao Canal Rural.
*Com informações do Estadão Conteúdo
A campanha à Presidência da República de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para impedir que o presidente Jair Bolsonaro (PL) utilize em sua campanha à reeleição trechos do discurso proferido ontem na Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU).
Para o PT, o chefe do Executivo cometeu abuso de poder político e econômico ao usar a prerrogativa de presidente para defender seu governo e atacar, embora sem citação nominal, o rival Lula às vésperas das eleições.
“No meu governo, extirpamos a corrupção sistêmica que existia no País. Somente entre o período de 2003 e 2015, o endividamento da Petrobras por má gestão, loteamento político e desvios chegou a casa dos US$ 170 bilhões. O responsável por isso foi condenado em três instâncias por unanimidade”, disse Bolsonaro na ocasião.
Na ação apresentada à Justiça, a coligação petista pede a proibição do uso político do discurso, a exclusão do vídeo do pronunciamento que consta do canal do YouTube da TV Brasil e a remoção de publicações em redes sociais. A peça argumenta que Bolsonaro transformou o discurso na ONU em um comício.
“Bolsonaro mantém a deliberada atitude de confundir as figuras de presidente da República e a de candidato à reeleição ao cargo. Isso significa, na prática, que ele utilizou-se das prerrogativas de seu cargo para fazer campanha eleitoral, rompendo com a isonomia na disputa eleitoral”, afirmam os advogados de Lula.
(Estadão Conteúdo)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinaliza uma aproximação com a bancada ruralista no Congresso Nacional.
Ontem, Lula disse que em um eventual governo tende a trabalhar alinhado à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).
“Acho que a bancada ruralista é muito respeitada. É uma bancada grande. Terei de conversar com ela como converso com a bancada do PT ou a do PSDB, ou seja, não escolho ideologicamente as pessoas para conversar quando tenho um assunto para resolver. É assim que tem de agir um presidente da República”, afirmou o ex-presidente em entrevista ao Canal Rural.
Uma das maiores e mais articuladas bancadas do Congresso, com 280 parlamentares, a FPA é considerada importante base de sustentação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Hoje, Lula já conta com apoio formalizado de dois parlamentares ligados à frente: o senador licenciado Carlos Fávaro (PSD-MT) e o deputado federal e ex-ministro da Agricultura do governo Dilma, Neri Geller (PP-MT), vice-presidente da FPA.
Nos bastidores, diante da liderança de Lula nas pesquisas de intenção de voto, deputados ruralistas e bolsonaristas vêm manifestando a aliados do ex-presidente a intenção de compor um eventual governo petista, segundo interlocutores ouvidos pelo Broadcast Político.
Outros se movimentam no sentido de diminuir o tom das críticas ao ex-presidente e buscar uma conciliação como provável base governista, enquanto continuam na campanha para reeleição de Bolsonaro.
Parte deles alega que trabalha em “nome do setor”, estando disposta a dialogar com o Executivo, independentemente de quem assuma a Presidência.
A lista de apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições deste ano ganhou mais um nome até pouco tempo atrás improvável.
Sergio Fausto, cientista político e diretor-geral da Fundação Fernando Henrique Cardoso, declarou voto em Lula.
Fausto justificou o voto no petista, já em primeiro turno, apontando que o País necessita de “ampla frente de forças políticas para assegurar a democracia, defender o meio ambiente e recuperar o respeito pelo Brasil no sistema internacional”.
A declaração do cientisa político foi feita em primeira mão à coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo.
O agregador de pesquisas eleitorais do Estadão Dados já está atualizado com os dados divulgados hoje pelas empresas Quaest e PoderData.
Segundo a Média Estadão Dados, calculada pelo agregador, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 45% das intenções de voto e Jair Bolsonaro (PL), 33%.
Considerando-se apenas os votos válidos, ou seja, sem contar brancos, nulos e indecisos, Lula tem 50% e Bolsonaro, 37%.
O agregador é uma ferramenta interativa cujos gráficos mostram o cenário mais provável da corrida presidencial nos últimos seis meses, segundo nossa metodologia.
Nele, além de consultar a Média Estadão Dados, é possível ver de forma separada as estimativas das pesquisas presenciais e telefônicas.
A Média Estadão Dados, que tem atualização diária, não é a simples soma dos resultados e divisão pelo número de pesquisas.
O cálculo considera as linhas de tendência de cada candidato (se estão estáveis, subindo ou caindo) e atribui pesos diferentes às pesquisas segundo sua “idade” (a data de realização) e metodologia (consideramos que, na média os resultados são mais precisos quando os eleitores são entrevistados de forma presencial, em vez de por telefone).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, manter a veiculação da propaganda de campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) que utiliza falas do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) com ataques ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), agora aliado e cabeça de chapa na candidatura pela qual concorrem ao Palácio da Planalto nas eleições deste ano. A Corte ainda negou um pedido de resposta apresentado por Alckmin.
A campanha de Bolsonaro tem veiculado no horário eleitoral gratuito em rádio e TV e nas redes sociais falas de Alckmin durante a corrida eleitoral de 2018 – quando foi candidato à Presidência pelo PSDB e se apresentou como opositor do PT –, que acusam Lula de querer “voltar à cena do crime”.
Após transmitir as declarações do ex-governador, a propaganda bolsonarista termina com a seguinte mensagem: “Se até o vice do Lula pensa assim, como é que eu vou confiar nele?”.
À época, o petista se encontrava preso na carceragem da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba após condenações por corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da operação Lava Jato.
Embora estivesse preso, Lula prosseguiu com a sua candidatura até setembro daquele ano, quando foi substituído pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) depois de o TSE ter impugnado seu registro de candidatura por esbarrar na Lei da Ficha Limpa.
Passados três anos, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações de Lula por considerar a 13ª Vara Federal de Curitiba incompetente para julgá-lo e o ex-juiz Sergio Moro parcial na condução do processo.
Agora aliado de Lula, Alckmin recorreu ao TSE acusando Bolsonaro de veicular propaganda irregular contendo “falas descontextualizadas”, com “trucagem e montagem”, “no intuito de “incutir falsas ideias na mente do eleitor e desequilibrar” as eleições.
A relatora do caso, ministra Maria Claudia Bucchianeri, negou o pedido do ex-governador de remoção das inserções e de concessão de direito de resposta à campanha bolsonarista.
Para Bucchianeri, a exploração de posicionamentos antigos dos candidatos por seus adversários faz parte da disputa política.
Os partidos que dão sustentação à candidatura à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) receberam o maior volume de doações eleitorais feitas por pessoas físicas autuadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Partido Liberal, Republicanos e Progressistas receberam, juntos, R$ 10,2 milhões do total de R$ 17,7 milhões, informa o Estadão.
As doações beneficiam 67 candidatos aliados de Bolsonaro, além do próprio.
A campanha do presidente recebeu R$ 3,9 milhões – R$ 1 em cada R$ 4 doados por infratores ambientais.
Os dois partidos mais beneficiados são o PL e o Republicanos, com R$ 7,7 milhões e R$ 1,9 milhão, respectivamente. O Progressistas recebeu R$ 631,6 mil.
Juntas, outras 24 legendas receberam repasses de R$ 7,5 milhões.
Até sexta-feira passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) havia registrado 523 doações feitas por infratores ambientais, sendo que a maioria (269) foi destinada às campanhas das três legendas.
Procurados pela reportagem do Estadão, PL, Republicanos e Progressistas não responderam.
Confira a seguir a agenda dos candidatos à Presidência da República para esta quarta-feira (21).
Leo Pericles (UP) não divulgou agenda para hoje, segundo a Agência Brasil
.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem motivos de sobra para comemorar as últimas pesquisas de intenção de voto.
Depois de um período de estagnação, as últimas rodadas do Datafolha, da BTG/FSB, do Ipec e agora da Genial/Quaest mostram que a campanha do petista ao Palácio do Planalto ganhou um fôlego nos últimos dias.
Parte do movimento é atribuída a uma campanha entre apoiadores de Lula, especialmente junto a eleitores de Ciro Gomes (PDT), pelo voto útil contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).
Divulgada na madrugada de hoje, a nova rodada da Genial/Quaest traz Lula com 44% das intenções de voto em primeiro turno, de 42% na rodada anterior. Bolsonaro manteve os 34% de uma semana antes. Eles são seguidos por Ciro, que tem 6%, Simone Tebet (MDB), com 4%, e Soraya Thronicke (União Brasil), com 1%. Os demais candidatos não pontuaram.
Considerando-se que a margem de erro é de dois pontos porcentuais e que Lula tem apenas um ponto a menos do que a soma da intenção de voto em todos os seus adversários, o ex-presidente volta a vislumbrar com a possibilidade de vitória em primeiro turno.
Não bastasse isso, 50% dos eleitores de Ciro e 35% dos que preferem de Simone declaram-se propensos a votar em Lula se considerarem que a mudança encerrará a eleição presidencial em 2 de outubro.
De qualquer modo, Lula venceria Bolsonaro por 50% a 40% em segundo turno, segundo a nova rodada da Genial Quaest, conduzida entre 17 e 20 de setembro junto a 2 mil eleitores., Na anterior, Lula tinha 48% e Bolsonaro, 40%.
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes