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RESUMO DO DIA: O primeiro levantamento feito pelo Ipespe depois do debate da Band de domingo (16) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perdeu um ponto em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição, avançou. Confira os novos números da sondagem na nota de 17h09.
A Câmara aprovou nesta terça-feira (18) um requerimento de urgência para o projeto de lei que pune empresas que fazem pesquisas eleitorais.
A urgência é uma maneira de acelerar a tramitação de um projeto e permite que ele seja votado diretamente pelo plenário, sem ser analisado por comissões.
O texto foi aprovado com 295 votos favoráveis, 120 contrários e uma abstenção.
A base do governo quer votar o mérito do projeto ainda nesta semana, mas parte da base governista, como o Republicanos, prefere deixar para depois das eleições.
O deputado Paulo Martins (PL-PR), que é da base bolsonarista, será o relator da iniciativa e ficará com a tarefa de construir um texto de consenso que tenha votos para ser aprovado pela Câmara.
De acordo com ele, o trecho que determina a prisão dos responsáveis por pesquisas que não acertarem o resultado das eleições estará fora do projeto.
“Um texto será construído em acordo. Está descartado criminalização”, declarou ao Estadão. A ideia é que a punição seja feita por multa.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tem se empenhado em acelerar a tramitação. Paulo Martins pretende votar o projeto ainda nesta semana.
A avaliação é que na semana que vem, por ser a reta final antes do segundo turno das eleições, não haverá tempo hábil para analisar o texto. (Estadão Conteúdo)
A campanha do candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, informou que ele não vai participar do debate com o presidente Jair Bolsonaro (PL) promovido pelo Estadão, Rádio Eldorado e um pool de empresas (SBT, CNN, Veja, Terra e Rádio Nova Brasil).
A Coligação Brasil da Esperança alegou incompatibilidade de agendas para justificar a ausência de Lula. O confronto estava marcado para esta sexta-feira (21), às 21h30, no estúdio do SBT.
Com a desistência, Bolsonaro será entrevistado por jornalistas do pool sobre temas previamente escolhidos, conforme as regras aprovadas por representantes das campanhas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso decidiu nesta terça-feira (18) que prefeituras e empresas de ônibus poderão oferecer transporte público gratuito no segundo turno das eleições, que será realizado no próximo dia 30.
Pela decisão do ministro, os prefeitos que adotarem a medida não poderão ser responsabilizados por improbidade administrativa ou crime eleitoral.
A decisão foi tomada a partir de uma ação protocolada pela Rede Sustentabilidade. A pedido do partido, no primeiro turno, o ministro também determinou que o transporte público fosse mantido em níveis normais e que os municípios que já ofereceram a gratuidade em pleitos anteriores mantivessem a medida.
Para pedir a gratuidade universal, a Rede argumentou que o voto é obrigatório no Brasil, mas que muitos eleitores não têm condições de pagar a passagem até o local de votação, que, em muitos casos, é mais cara do que a multa pelo não comparecimento, cujo valor máximo é de R$ 3,51.
A medida também pretende evitar alta abstenção de eleitores no dia da votação. (Agência Brasil)
O Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) acaba de divulgar os resultados de sua mais recente pesquisa de intenção de voto para presidente no segundo turno. E, de maneira geral, os dados ficaram em linha com outros levantamentos do tipo publicados ao longo dos últimos dias.
Na pesquisa estimulada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 49% dos votos, recuando 1 ponto percentual em relação ao levantamento anterior; já o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 43%, sem variação em relação à leitura passada — 6% dos entrevistados responderam que não votariam em nenhum dos dois, em branco ou nulo, e 2% não souberam ou não quiseram opinar.
Considerando apenas os votos válidos, Lula aparece na liderança com 53% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tem 47% — o petista oscilou um ponto para baixo, e o atual presidente, um ponto para cima.
A pesquisa Ipespe tem margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. Assim, Lula e Bolsonaro estão tecnicamente empatados, no limite da margem, de acordo com os dados publicados há pouco.
A coleta de dados foi feita entre ontem e hoje; o levantamento ouviu 1.100 eleitores no país.
Apostando todas as fichas em Minas Gerais e no apoio do governador reeleito Romeu Zema (Novo), o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez um apelo à população do estado: virar os votos e convencer os indecisos.
“Vamos virar os votos e buscar os indecisos para que possam comparecer às urnas”, disse ele em discurso em Juiz de Fora.
A ideia é tentar minimizar a abstenção e reverter o resultado do primeiro turno em cidades com colégios eleitorais importantes na Zona da Mata mineira. Em Juiz de Fora, por exemplo, Bolsonaro teve 38% dos votos no primeiro turno, contra 52% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O candidato a presidente pelo PL, Jair Bolsonaro, disse nesta terça-feira (18) que a nova composição do Congresso, a partir do ano que vem, beneficiará a aprovação de medidas de interesse de seu governo, caso seja reeleito.
Segundo ele, deputados e senadores eleitos são mais alinhados a pautas da centro-direita, que, em geral, apoiam a democracia liberal e a economia de mercado, por exemplo.
“Temos um novo Parlamento, muito mais para a centro-direta. O terreiro está asfaltado, está tudo pronto nesse casamento do Executivo com o Legislativo, para aprovarmos coisas de interesse da nossa pátria”, disse.
Bolsonaro esteve na manhã de hoje em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro, em evento com o governador do estado, Cláudio Castro, e lideranças da região que apoiam sua candidatura. (Agência Brasil)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer partir para o tudo ou nada nessa reta final da campanha para o segundo turno das eleições. E, para isso, defendeu o uso das redes sociais de uma maneira menos defensiva.
O petista também quer aumentar a capilaridade das suas propostas de governo — a ausência de propostas foi um ponto muito criticado no primeiro debate entre ele e o presidente Jair Bolsonaro (PL) realizado na Band no domingo (16).
“Estamos enfrentando um cidadão anormal. Um cidadão que faz da mentira a sua forma de fazer política (…) A gente não pode ficar tentando apenas rebater as mentiras deles. É preciso que, ao rebater as mentiras, a gente passe as nossas mensagens, das coisas positivas que vão existir nesse País”, disse Lula.
Para o segundo turno, a campanha petista aderiu a uma nova tática virtual de elevar o tom contra Bolsonaro nas redes. Ao contrário do que vinha sendo feito no primeiro turno de evitar entrar na pauta do adversário e não se deixar levar por fake news, agora a equipe de Lula está resgatando as polêmicas do presidente.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, estabeleceu prazo de 48 horas para o Ministério da Defesa entregar à Corte a auditoria realizada pela pasta no primeiro turno com cerca de 400 urnas.
O resultado da auditoria já foi apresentado ao presidente Jair Bolsonaro (PL) que, insatisfeito com o fato de a verificação não ter apontado divergências com a apuração, mandou que os militares refizessem o trabalho.
Moraes atendeu a um pedido da Rede Sustentabilidade e afirmou em sua decisão que “a realização de auditoria das urnas pelas Forças Armadas, mediante entrega de relatório ao candidato à reeleição, parecem demonstrar a intenção de satisfazer a vontade eleitoral manifestada pelo Chefe do Executivo, podendo caracterizar, em tese, desvio de finalidade e abuso de poder”.
O ministro pediu cópias da auditoria da Defesa, mandando que sejam destacados os recursos empregados para a realização de tal. Ele determinou ainda que Bolsonaro apresente sua defesa em cinco dias.
A senadora Simone Tebet (MDB-MS), o economista Armínio Fraga e a deputada federal eleita Marina Silva (Rede-SP) se reuniram ontem com cerca de 650 empresários, banqueiros, CEOs e economistas para tentar convencê-los a votar na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) no segundo turno da eleição presidencial.
O principal argumento apresentado pelos três foi o risco que consideram representar a reeleição de Jair Bolsonaro (PL) para a democracia no Brasil.
Os organizadores fizeram questão de dizer que o encontro, realizado na residência do casal Teresa e Candido Bracher em São Paulo, não era uma manifestação de apoio a Lula e Alckmin.
A presença não significava necessariamente concordância com a candidatura, mas uma tentativa de conseguir novos apoios à chapa para derrotar Bolsonaro.
O trio falou durante cerca de dez minutos. Entre os participantes há o receio de que, com um Congresso eleito mais à direita, Bolsonaro possa, finalmente, avançar contra o STF.
Estavam presentes diretores e CEOs da Bloomberg, BMG, Safra, Siemens, Suzano, Grupo Europa, Standard Bank Group, Grupo Ultra, Thyssenkrupp South America, Santander e outras empresas, além de economistas e empresários.
As imagens devem ser distribuídas nas redes sociais da senadora e da campanha petista, explicando por que cada um estava tomando a posição.
Ficou na saudade quem queria ter ouvido propostas no debate entre os presidenciáveis realizado na noite de domingo.
Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) dedicaram apenas 5% do tempo à apresentação de propostas para o País.
Juntos, os adversários usaram um total de 4 minutos e 43 segundos dos 92 minutos de debate para discutir planos de mudanças reais.
Lula debateu projetos por 3 minutos e 45 segundos; Bolsonaro, por 58 segundos.
Confira a agenda dos candidatos qualificados para a disputa do segundo turno da eleição deste ano à Presidência da República nesta terça-feira, 18 de outubro.
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