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RESUMO DO DIA: Na sondagem anterior, que captou o efeito das manifestações do 7 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha 45%, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) vinha em segundo lugar, com 34%. Confira os números do novo levantamento.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) mostrou que a distância entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a aumentar.
O levantamento mostrou que Lula tem 45% das intenções de voto contra 33% de Bolsonaro.
Na sondagem anterior, que captou o efeito das manifestações do 7 de setembro, o petista tinha 45%, enquanto Bolsonaro vinha em segundo lugar, com 34%.
Considerando a margem de erro, Ciro e Tebet estão tecnicamente empatados.
Não pontuaram Felipe D’Ávila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Vera Lúcia (PSTU), Leo Péricles (UP), Constituinte Eymael (DC) e Padre Kelman (PTB).
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15), encomendada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo, mostra que o atual governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) e o deputado federal Marcelo Freixo (PSB) seguem tecnicamente empatados.
Na comparação com a pesquisa Datafolha anterior, divulgada em 1 de setembro, Castro manteve o mesmo percentual e Freixo ganhou um ponto percentual. Confira abaixo:
O ex-governador Wilson Witzel, que sofreu impeachment no ano passado, teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral e está recorrendo no Tribunal Superior Eleitoral.
Líder na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) tem 36% das intenções de voto e mantém a primeira posição na pesquisa Datafolha publicada nesta quinta-feira (15).
O ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece em seguida com 22% e está tecnicamente empatado dentro da margem de erro com o atual governador do Estado, Rodrigo Garcia (PSDB), com 19%.
O principal avanço foi de Garcia, que aparece quatro pontos acima do levantamento anterior, do dia 1º de setembro, quando tinha 15%. Tanto Haddad (que tinha 35%) como Tarcísio (que tinha 21%) oscilaram um ponto para cima nessa comparação.
Antonio Jorge (DC), Carol Vigliar (UP), Elvis Cezar (PDT), Altino Júnior (PSTU) e Vinicius Poit tiveram 1% das intenções de voto. Edson Dorta (PCO) não pontuou. 11% dos entrevistados dizem não votar em nenhum nome e 7% não responderam.
Sem uma estratégia específica para o eleitorado católico, maior grupo religioso do País, o presidente Jair Bolsonaro (PL) assumiu o discurso do medo para tentar reduzir a preferência pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na campanha.
Antes terceirizada, a ofensiva saiu das redes sociais de aliados de Bolsonaro e foi incorporada pelo próprio presidente. A ordem é repetir que Lula vai perseguir católicos no Brasil, a exemplo dos expurgos promovidos pelo governo de esquerda de Daniel Ortega, na Nicarágua.
Líder nas pesquisas de intenção de voto, Lula tem 52% entre os católicos, conforme o mais recente levantamento do Ipec, com oscilação positiva. No mesmo levantamento, Bolsonaro aparece estagnado, com 26% das preferências nesse segmento. No Datafolha, a última rodada também detectou crescimento do petista, que atingiu 54%, enquanto o presidente ficou com 27%.
Bolsonaro incorporou a campanha negativa contra Lula que, nos últimos meses, tomou conta das redes sociais de aliados do governo no meio cristão, principalmente os evangélicos e católicos ultraconservadores.
Tanto Lula quanto Bolsonaro são católicos, mas o atual presidente se casou em cerimônia evangélica e foi batizado em 2016 no rio Jordão, em Israel.
Há 17 dias do primeiro turno, o Brasil se prepara para as eleições gerais de 2022. Este ano, no entanto, apresenta uma novidade: os horários de votação serão unificados. As seções ficarão abertas entre 8h e 17h, do horário de Brasília.
A decisão, tomada pelo TSE (Plenário do Tribunal Superior Eleitoral) em dezembro de 2021, prevê que todas as seções eleitorais do País fiquem abertas durante 9 horas — o tempo que vai durar a votação em todo o País.
Nos estados que seguem o horário de Brasília (DF), as seções serão abertas às 8h e fechadas às 17h, contanto que não haja eleitores na fila. Os estados com fuso horário diferente da capital brasileira terão de se adequar à medida. (Estadão Conteúdo)
Para o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a passagem do feriado de 7 de Setembro e a efetivação de ordem de afastamento de sigilos bancários fazem com que não seja mais necessária a restrição das contas bancárias de empresários bolsonaristas investigados por mensagens em que defendiam um golpe em caso de vitória do ex-presidente Lula nas eleições 2022.
Em despacho com data de ontem, para desbloquear as contas dos aliados do chefe do Executivo, o ministro ponderou que agora que os investigadores tem acesso aos dados das contas bancárias dos empresários, será possível ‘o aprofundamento da investigação e verificação de eventual financiamento de atos criminosos’.
No documento, o ministro do Supremo indica que a investigação aberta a pedido da Polícia Federal se debruça sobre a suposta existência de esquemas de financiamento de atos antidemocráticos, ‘constituindo, inclusive, ameaça ilegal à segurança dos ministros do Supremo e atentando contra a independência do Poder Judiciário, com flagrante afronta à manutenção do Estado Democrático de Direito, em patente descompasso com o postulado da liberdade de expressão’.
Segundo o magistrado, os ‘investigados, expressamente, declararam o intuito de desestabilizar as instituições democráticas’.
O medo de ser alvo de violência política nas eleições deste ano atinge a maioria da população brasileira.
Esta é a conclusão da pesquisa ‘Violência e Democracia: panorama brasileiro pré-eleições de 2022’.
A sondagem deriva de uma parceria entre a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (Raps) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Os dados foram coletados pelo Datafolha.
De acordo com o levantamento, 67,5% dos entrevistados têm muito medo (49,9%) ou um pouco de medo (17,6%) de ser vítima de agressões físicas em razão de escolhas políticas ou partidárias.
Apenas 32,5% dos ouvidos não temem ser atingidos pela violência no pleito deste ano.
A amostra indica que 113,4 milhões de brasileiros têm medo de sofrerem agressões físicas.
Ao mesmo tempo, a pesquisa verificou que 3,2% dos brasileiros disseram ter sido vítimas de ameaças por razões políticas e 0,8% de violência física.
“É difícil falar em eleições livres e justas com este nível de violência. As eleições livres estão ameaçadas não pelas razões que (o presidente Jair) Bolsonaro suspeita – as urnas eletrônicas -, mas pela violência política”, afirmou o presidente do FBSP, Renato Sérgio de Lima.
Para a cientista política Mônica Sodré, do Raps, a violência de matriz política – medida pela primeira vez – afeta milhões de pessoas. “É um indicador que preocupa. Temos uma população amedrontada.”
O assessor da campanha do candidato Ciro Gomes (PDT), Nelson Marconi, defendeu nesta quinta-feira (15) que o juro não seja a única ferramenta disponível ou usada pelo governo para baixar a inflação — principalmente quando se trata de uma alta de preços conduzida pela pressão de oferta.
Entre as alternativas à taxa básica, segundo o economista, estão a política de preço da Petrobras, mudança na matriz energética e a retomada de estoques reguladores de alimentos, que, conforme ele, foram desmontados nos últimos.
“Claro que o juro é importante, mas não pode ser só ele”, afirmou Marconi. (Estadão Conteúdo)
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, anunciou nesta quinta-feira (15), que o projeto piloto do teste de integridade de biometria será realizado em 56 urnas eletrônicas localizadas em 19 unidades da federação.
Condições técnicas e logísticas forma os critérios para escolha dos estados, segundo Moraes. O anúncio foi feito durante a simulação realizada hoje no tribunal.
A resolução que reformula o teste de integridade foi aprovada pelo TSE na última terça-feira (13) e, embora já venha sendo feito desde as eleições de 2002, neste ano a novidade será sua realização com biometria, em local próximo às seções eleitorais.
O objetivo da alteração é “tentar aproximar ainda mais o teste de integridade de todo o procedimento que acontece durante a sessão eleitoral”.
A reformulação era uma das principais sugestões dos militares para o aperfeiçoamento do sistema eleitoral, mas Moraes ressaltou que ainda não existem indícios de que o teste feito com biometria seja mais confiável do que o atualmente aplicado.
O teste reformulado será aplicado em seções eleitorais do DF e dos seguintes Estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Amazonas, Paraná, Rondônia, Santa Catarina e Tocantins.
O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), candidato à reeleição, consolidou sua liderança na campanha fluminense, segundo a última pesquisa Genial/Quaest.
Com 31% das intenções de voto, ele aparece dez pontos porcentuais à frente de Marcelo Freixo (PSB), que marcou 21%.
A distância entre os dois aumentou. Na rodada anterior, Castro tinha 25% das intenções de voto, enquanto Freixo tinha 19%.
Confira o desempenho dos demais candidatos ao governo carioca:
Segundo o levantamento, os indecisos representam 13%. Eleitores que votam em branco, nulo ou que não vão votar são 16%.
A Coligação Brasil da Esperança, da qual faz parte a candidatura do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto, entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo providências sobre a escalada de episódios de violência política.
O processo foi distribuído ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE. O magistrado ainda não se manifestou sobre os pedidos.
A ação tem 284 páginas e atribui o cenário de intolerância ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e a seus apoiadores.
Os advogados citam, por exemplo, o ataque a tiros contra a caravana de Lula no Paraná em 2018 e os assassinatos do tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu no mês de julho de 2022 e da vereadora Marielle Franco em 2018.
Outro ponto de preocupação da coligação é a política de flexibilização do porte de armas a civis. Segundo a ação, isso “serve ao movimento de intolerância e violência política de justiceiros a cidadãos de bem”.
A coligação de Lula pede a criação de um canal direto, no site do TSE, para denúncias de violência política, além de outras providências de prevenção para garantir a segurança de eleitores e candidatos no período eleitoral.
Confira a agenda dos candidatos nesta quinta-feira, 15 de setembro.
Somente Sofia Manzano (PCB) não divulgou compromissos para hoje, segundo a Agência Brasil.
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