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RESUMO DO DIA: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) dedicam o dia de campanha à região Nordeste. Enquanto isso, a nova rodada da pesquisa Atlas mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando os votos válidos, mas com uma margem aperta em relação ao presidente Jair Bolsonaro (PL). Cnonfira os números do levantamento na nota de 17h.
O candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta quinta-feira (13) que pretende recolher contribuições para elaborar o Orçamento da União pela internet.
“A gente vai elaborar o orçamento e, antes de apresentar ao Congresso [Nacional], através da internet, quem quiser dar palpite no orçamento, dará. E a gente vai incluir a partir da necessidade das pessoas”, disse ao falar à imprensa em Aracaju (SE).
Segundo Lula, a proposta é usar as ferramentas digitais para colocar em prática o conceito de orçamento participativo pelo governo federal.
O candidato também pretende procurar os bancos e grandes empresas para propor a renegociação das dívidas das famílias inadimplentes.
Lula quer ainda rediscutir com os bancos a redução das taxas e juros cobrados pelas instituições financeiras.
A política de reajuste do salário mínimo, com aumentos a partir do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) é uma política que o ex-presidente pretende retomar, caso seja eleito. (Agência Brasil)
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, afirmou nesta quinta-feira (13) que o combate ao assédio eleitoral nas empresas será intensificado e acelerado, diante do aumento de casos noticiados desde o início do segundo turno das eleições.
“Essa atuação será mais efetiva, mais rápida, porque não é possível que, em pleno século 21, se pretenda coagir o empregado em relação ao seu voto”, disse Moraes.
Ele acrescentou que se reunirá com o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, e com o procurador-geral do Trabalho, José de Lima Ramos Pereira, para alinhar formas mais eficazes de combate ao assédio eleitoral dentro das empresas.
“Alguns empregadores [estão] coagindo, ameaçando, concedendo benefícios para que seus funcionários votem em determinado candidato”, descreveu Moraes.
O presidente do TSE contou que, em reunião que teve com todos os comandantes das polícias militares do país, foram relatados casos em que empregadores tentaram comprar o próprio documento de identificação do eleitor para que não fosse votar.
“Isso é crime comum, isso é crime eleitoral, isso vai ser combatido e continua a ser combatido”, afirmou ele. (Agência Brasil)
Com 372 representações registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até a última segunda-feira (10), a divulgação de fake news lidera as queixas recebidas pela Justiça Eleitoral nas Eleições 2022.
Segundo um documento obtido pelo G1, a disseminação de notícias falsas está por trás de 85 ações, ou 26% do total. O segundo tema com mais reclamações é o de propaganda antecipada, com 79 registros.
As alterações nas peças veículadas, como montagens, computação gráfica e efeitos especiais, são 72 dos casos e aparecem na terceira colocação.
Ainda dentro das propagandas, há 25 queixas sobre o uso de outdoors. Vale relembrar que a prática é proibida por lei tanto para os candidatos quanto para apoiadores.
As representações sobre pesquisas eleitorais – que estiveram no centro de uma discussão sobre a veracidade dos resultados após o primeiro turno – são responsáveis por apenas 2,4% das ações. Foram registrados oito pedidos sobre o tema, com cinco deles solicitando a averiguação de possíveis fraudes nos levantamentos.
Após fracassarem as tentativas do governo de Jair Bolsonaro (PL) de instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os institutos de pesquisa e aprovar lei que criminalize erros nas sondagens eleitorais, coube ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) assumir a frente da batalha ideológica do Palácio do Planalto para desacreditar os levantamentos de intenção de voto.
O presidente do órgão antitruste, Alexandre Cordeiro, determinou no início da tarde desta quinta-feira (13), que a Superintendência-Geral do Cade instaure um inquérito para apurar a “possível colusão” entre os institutos Datafolha, Ipec e Ipespe com o intuito de manipular o mercado e os consumidores.
No jargão da autarquia de defesa de concorrência — que lida com processos de fusão e aquisição, além do combate a cartéis — colusão é um tipo de conluio entre as empresas para causar danos a terceiros.
No ofício assinado por Cordeiro, ele repete as teorias de Bolsonaro sobre a manipulação das sondagens e levanta suspeitas sobre as discrepâncias entre as pesquisas publicadas na semana anterior ao primeiro turno das eleições e o resultado apurado nas urnas.
O presidente do Cade cita matérias jornalísticas que mostram que as diferenças ficaram acima da margem de erro nas pesquisas sobre a corrida presidencial de vários institutos. (Estadão Conteúdo)
Pesquisa Atlas divulgada nesta quinta-feira (13) mostra que a desaprovação ao desempenho do presidente Jair Bolsonaro (PL) superou a aprovação, com 53,3% contra 44,2%. Os não sabem somam 2,5%.
No levantamento anterior, a desaprovação era maior, em 54,8%, e a aprovação estava em 41,2%.
Já a avaliação do governo Bolsonaro é considerada ruim ou péssima por 48,4%; ótima ou boa por 32,3% e regular por 18,8%. Não sabem somam 0,5%.
Na pesquisa anterior, 50,1% consideravam o governo ruim ou péssimo; 28,1%, ótimo ou bom e 21% como regular. Não sabiam eram 0,8%.
A Atlas Intel divulgou há pouco os dados de sua pesquisa de intenção de voto para presidente no 2º turno. E, em linhas gerais, o levantamento mostra tendência semelhante à vista em outros institutos de pesquisa: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente de Jair Bolsonaro (PL), mas por uma margem relativamente apertada.
De acordo com o levantamento, Lula tem 51,1% das intenções de voto contra 46,5% de Bolsonaro. Brancos, nulos e indecisos somam 2,4%.
Considerando apenas os votos válidos, o petista aparece com 52,4%, enquanto o atual presidente tem 47,6% — a pesquisa Atlas ouviu 4.500 eleitores entre os dias 8 e 12 de outubro; a margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos.
?PESQUISA ATLAS
Eleição para PRESIDENTE – 2º Turno
[Votos válidos]? Lula (PT) 52,4% [+4.8]
? Jair Bolsonaro (PL) 47,6%[4.500 respondentes, 08/10 – 12/10, ME +/- 1pp] pic.twitter.com/5GwKBk93Ot
— AtlasIntel BR (@atlaspolitico) October 13, 2022
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (13) mostra que 92% dos eleitores estão convictos do voto que darão em 30 de outubro, dia do segundo turno da disputa eleitoral. Outros 8% afirmam que ainda podem mudar de opção.
Entre os eleitores de Lula (PT), 93% dizem que a decisão é definitiva, 6% dizem que podem mudar e 1% disse que não sabe ou não respondeu.
Entre os eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PL), 94% dizem que a decisão é definitiva e outros 6% disseram que ainda podem alterar a opção.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 10 e 12 de outubro, em entrevistas nas casas dos eleitores em 26 Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos.
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (13) aponta que 50% dos eleitores não votariam de jeito nenhum no presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição. O índice de rejeição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de 42%.
A mesma pesquisa aponta que 39% dos entrevistados consideram o governo de Bolsonaro como positivo, ante 33% que avaliam como negativo e 26% regular. O grupo dos que não sabem responder soma 2%.
Em relação ao levantamento anterior, divulgado em 6 de outubro, a avaliação positiva teve oscilação negativa de dois pontos, enquanto a negativa avançou um ponto porcentual. Nas duas pesquisas, 2% não souberam responder o que acham da gestão.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 10 e 12 de outubro, em entrevistas nas casas dos eleitores em 26 Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançaria 53% dos votos válidos se o segundo turno ocorresse hoje e voltaria ao Palácio do Planalto em 2023, segundo a mais recente rodada da pesquisa Genial/Quaest.
Jair Bolsonaro (PL), por sua vez, ficaria com 47%, segundo os números revelados há pouco.
O dado leva em consideração os resultados ponderados das respostas dos entrevistados que declararam voto em um dos candidatos e manifestaram maior probabilidade de irem às urnas em 30 de outubro.
A Quaest Pesquisa e Consultoria entrevistou 2 mil pessoas entre 10 e 12 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta quinta-feira(13) que se for reeleito vai desonerar a folha de pagamento do setor de saúde.
“Pedi para [o ministro da Economia, Paulo Guedes] desonerar a folha [de pagamento] da saúde no Brasil. São 17 setores que já estão desonerados, e ele falou que eu poderia anunciar a desoneração da saúde no Brasil. O impacto é compatível”, disse.
“Hoje o setor não desonerado paga um imposto em cima da folha de 20%. A desoneração passa a ser de 1% a 4% do faturamento bruto da empresa. Vai ser vantajoso, e vamos dar mais uma sinalização para a questão do piso da enfermagem no Brasil”, completou.
Projetos em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado também tratam da desoneração da folha de pagamento para o setor de saúde. Atualmente, a desoneração beneficia 17 setores da economia.
A medida tem validade até o fim de 2023 para as empresas de transporte rodoviário coletivo e de cargas, metroferroviário de passageiros, empresas de informática, de circuitos integrados, de tecnologia de comunicação, do setor da construção civil, empresas de obras de infraestrutura, empresas de call center, calçados, confecção e vestuário, couro, jornais e empresas de comunicação.
Com isso, as empresas podem optar por deixar de pagar a contribuição previdenciária calculada sobre a folha de pagamentos, de 20% sobre os salários dos empregados, e continuar a contribuir com a alíquota sobre a receita bruta, que varia de 1% a 4,5%. Em tese, a iniciativa oferece um maior incentivo para a contratação de pessoal. (Agência Brasil)
Os partidos que defendem punição aos institutos de pesquisas, com penas que chegam até 10 anos de prisão para os responsáveis, gastaram R$ 13,5 milhões para realizar esses levantamentos durante a campanha deste ano.
Recursos públicos do fundo eleitoral foram utilizados por PL, PP, União Brasil, PSC e Podemos. O levantamento considera os gastos de partidos e candidatos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
PL, PP, União Brasil e PSC apoiam um projeto de lei de criminalização dos erros dos institutos. Já o Podemos tenta criar no Senado uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as empresas no Congresso.
Todos os partidos usaram verbas para realizar pesquisas de intenção de voto e mapear o interesse dos eleitores.
O partido que mais desembolsou dinheiro com pesquisas foi o União Brasil, com R$ 5,6 milhões gastos durante a campanha. O candidato da legenda ao governo de Pernambuco, Miguel Coelho, derrotado na disputa, contratou o instituto Alfa Inteligência por R$ 840,9 mil para fazer pesquisas de opinião qualitativas, tipo de levantamento que capta a impressão dos eleitores sobre um determinado assunto ou político.
O União assinou o requerimento de urgência para colocar o projeto em votação no plenário da Câmara.
O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, gastou R$ 4,6 milhões para realizar pesquisas. O próprio presidente usou R$ 2,2 milhões do fundo partidário para contratar pesquisas eleitorais de dois institutos durante o primeiro turno da disputa. Bolsonaro foi o candidato que mais gastou recursos da campanha com esses levantamentos.
Durante a campanha, quando aparecia atrás do petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na preferência do eleitorado, Bolsonaro declarava não acreditar em pesquisas.
O presidente e ministros inclusive passaram a incentivar que os eleitores bolsonaristas não respondam às pesquisas. Institutos argumentaram que os erros se devem à alta abstenção entre segmentos mais favoráveis a Lula e a mudanças no comportamento do eleitor.
A base de Bolsonaro tenta aprovar um projeto de lei para punir os institutos de pesquisa. A proposta é defendida pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
O texto, de autoria do líder do governo na Casa, Ricardo Barros (PP-PR), estabelece punição para quem errar o resultado da eleição fora da margem de erro, com prisão de quatro a dez anos para o estatístico responsável.
Aliados do governo tentaram votar o projeto na terça-feira (11) véspera de feriado, mas a iniciativa fracassou por falta de acordo. Não há data marcada para nova votação. (Estadão Conteúdo)
A nova rodada do Paraná Pesquisas com vistas ao segundo turno das eleições presidenciais mostra um cenário de empate técnico.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 51,9% das intenções no recorte de votos válidos.
Candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL) figura com 48,1% no levantamento divulgado hoje.
Como a margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, o cenário é considerado como empate técnico.
Na margem, Lula teria de 49,7% a 54,1% das intenções de voto. Já Bolsonaro teria de 45,9% a 50,3%.
O instituto ouviu 2.020 eleitores entre 8 e 12 de outubro.
O presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição pelo PL, afirma que, a depender dele, o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve permanecer no governo num eventual segundo mandato.
A declaração foi dada em entrevista gravada para a TV Alterosa, concedida ontem ao lado do governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
Confira a agenda dos candidatos qualificados para a disputa do segundo turno da eleição deste ano à Presidência da República nesta quinta-feira, 13 de outubro.
Jair Bolsonaro (PL): às 10h, tem evento de campanha em Recife e, às 19h, tem encontro com influenciadores em São Paulo.
Lula (PT): às 10h, participa de caminhada em Aracaju e, às 15h30, participa de caminhada em Maceió.
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