Produção e vendas da Vale (VALE3) recuam no primeiro trimestre; veja os números
Prévia do resultado chega ao mercado em um momento turbulento para as ações da mineradora, que recuam mais de 11% no último mês

Esquentando os motores para o início de mais uma temporada de balanços, a Vale (VALE3) abre a leva de divulgação dos números das gigantes da bolsa brasileira. A mineradora divulgou nesta terça-feira (19) o relatório de produção do primeiro trimestre deste ano.
Os números chegam ao mercado em um momento turbulento para as ações da companhia, que recuam mais de 11% no último mês. E quem estava esperando os dados de produção para aproveitar o desconto e comprar os papéis recebeu uma má notícia.
- MUDANÇAS NO IR 2022: baixe o guia gratuito sobre o Imposto de Renda deste ano e evite problemas com a Receita Federal; basta clicar aqui.
A mineradora entregou 63,9 milhões de toneladas métricas (Mt) de minério de ferro nos primeiros três meses do ano, queda de 6% em relação ao mesmo período de 2021 e de 22,5% na comparação com os últimos três meses do ano passado.
Segundo a empresa, o recuo é explicado, em partes, pelas chuvas de início de ano. Vale lembrar que a operação da Vale em Minas Gerais foi paralisada em janeiro por motivos de segurança. Além disso, a Estrada de Ferro Carajás também foi fechada por quatro dias em março.
[captacao]
Vendas da Vale (VALE3)
As vendas também trouxeram sinais negativos para o relatório da companhia: a Vale comercializou 53,6 Mt de minério de ferro entre janeiro e março, queda de 9,6% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.
Leia Também
Confira também como foram as vendas de carvão, níquel e cobre na comparação com 2021:
- Cobre: 50 Mt (-29,4%);
- Níquel: 39 Mt (-18,8%);
- Carvão: 1.8 MT (+77,8%).
Além disso, a mineradora também divulgou o guidance de produção para 2022. Veja:
| Produto | Guidance de produção |
| Minério de Ferro | 320-335 (Mt) |
| Pelotas | 34-38 (Mt) |
| Níquel | 175-190 (kt) |
| Cobre | 330-355 (kt) |
Um mês ruim
Por falar no futuro da Vale, a ampliação dos lockdowns em importantes regiões produtoras de aço na China e a tendência de desaceleração econômica da segunda maior potência global são sinais de que as coisas podem piorar para a mineradora.
As restrições no gigante asiático começaram a se intensificar no final do mês passado e ajudam a explicar a queda de mais de 8% dos papéis da mineradora brasileira em abril. No ano, a companhia segue com uma alta superior ao Ibovespa – 16,57%.
Para Rafael Passos, sócio da Ajax Investimentos, a empresa está em um patamar atrativo de entrada, principalmente quando se olha para indicadores como fluxo de caixa, pagamento de dividendos e Ebitda, abaixo de sua média histórica e dos seus pares.
No curto prazo, no entanto, a companhia deve seguir derrapando. Tudo vai depender de o governo chinês conseguir controlar o novo surto de covid-19 que atingiu o país e se as medidas restritivas continuarão atingindo portos e siderúrgicas importantes. Enquanto a situação perdurar, a grande exposição da bolsa brasileira ao mercado de commodities deve ser sentida.
VAI DE BOLSA
Após SpaceX (SPCX), Anthropic quer entrar no grupo do ‘IPO do trilhão’ com documento enviado à SEC
26 de outubro de 2026 - 14:45AQUISIÇÃO BILIONÁRIA
Itaú (ITUB4) desembolsa R$ 2,925 bilhões para comprar NeoSpace e fortalecer operação de inteligência artificial
26 de outubro de 2026 - 9:12AGORA VAI?
Oncoclínicas (ONCO3) avança em reestruturação e apresenta novo plano para renegociar R$ 5,7 bilhões em dívidas
23 de outubro de 2026 - 19:43MAIS UM RECORDE
Embraer (EMBJ3) tem novo recorde na carteira de pedidos, que totalizou US$ 35,7 bilhões no 3T26; veja os números
23 de outubro de 2026 - 16:48BARATA DEMAIS?
Petz Cobasi (AUAU3) quer recomprar até 17,6 milhões de ações; o que isso significa para o acionista?
23 de outubro de 2026 - 16:21Conteúdo Empiricus
A Warner vale US$ 110 bilhões? Entenda por que saber o preço justo da sua empresa pode fazer a diferença em uma negociação
23 de outubro de 2026 - 14:00DEPOIS DO RESULTADO....
Crédito sob pressão: CEO do Bradesco (BBDC4) defende qualidade da carteira, mas mercado teme perda de ritmo
23 de outubro de 2026 - 11:46BALANÇO
Lucro do Bradesco (BBDC4) sobe 14% no 3T26, a R$ 7,1 bilhões; calotes podem frear a virada?
22 de outubro de 2026 - 18:07NEGÓCIO EM ANDAMENTO
CSN (CSNA3): Agora vai? Venda da CSN Cimentos deve sair nas próximas 2 semanas, mas sem exclusividade, diz jornal
22 de outubro de 2026 - 17:58O QUE PESOU NO 3T26?
A conta chegou para a WEG (WEGE3): custos e tarifas dos EUA pressionam margens; veja o que diz a empresa
22 de outubro de 2026 - 17:18ALTA DE 22% EM DÓLAR
Petrobras (PETR4) supera gigantes globais e emplaca a maior valorização do setor em outubro. Além do petróleo, o que está por trás?
22 de outubro de 2026 - 16:42O QUE DIZEM OS ANALISTAS?
JBS (JBSS32): balanço do 3T26 deve ser fraco, mas bancos veem espaço para alta de até 41% nas ações
22 de outubro de 2026 - 14:22PÉ NO FREIO
Viagem tranquila da Motiva (MOTV3) ficou para trás: Citi corta recomendação para neutra e sobe preço-alvo; ação cai 2%
22 de outubro de 2026 - 13:31BEM RECEBIDO
Sinistralidade sobe, mas lucro fala mais alto: por que o balanço da Bradsaúde (SAUD3) agradou o mercado
22 de outubro de 2026 - 13:03NOVO CAPÍTULO
Outra reestruturação no radar? Credores pedem Chapter 11 involuntário de subsidiária da Braskem (BRKM5) nos EUA
22 de outubro de 2026 - 12:29IA CHINESA
IPO vem aí? DeepSeek capta US$ 15 bilhões em nova rodada de financiamento antes de abrir capital em Xangai
22 de outubro de 2026 - 12:00REESTRUTURAÇÃO
Raízen (RAIZ4) tenta ganhar fôlego com aumento de capital de até R$ 3,5 bilhões; veja o que muda para acionistas
21 de outubro de 2026 - 20:42BALANÇO DO 3T26
Bradsaúde (SAUD3): lucro sobe 14,4% e dividendos chegam a R$ 1 bilhão, mas ‘dor de cabeça’ volta a atacar
21 de outubro de 2026 - 18:34TEM MAIS POR VIR
A festa ainda não acabou: B3 (B3SA3) pode subir mais 27% e pagar bons dividendos, diz Santander
21 de outubro de 2026 - 16:23VISÃO DE GESTORES